
Aconteceu no fim de janeiro, na universidade de Vanderbilt. O próprio Michael Pollack conta numa entrevista:
“Então decidi que iria ver Billy Joel assim que descobri que ele estava vindo, e como ele é um de meus ídolos de infância, sabia exatamente o que queria fazer quando estivesse lá. Eu e meu colega de quarto decidimos que tentaríamos encontrar uma forma de fazer uma pergunta e ver se eu conseguia ir até o palco. E chegou o dia, eu pensei em uma pergunta, levantei minha mão e meus amigos ficaram apontando para mim – até que finalmente após algumas perguntas ele me escolheu e eu disse como “New York State of Mind” era minha música favorita e como ele havia tocado com seu saxofonista Richie Cannata no passado e se eu podia subir no palco e tocá-la com ele. Ele pensou um pouco – por um segundo – e apenas disse “Okay”, que não me convenceu, mas foi o suficiente. Subi, falamos algo sobre o arranjo por 15 segundos – ele simplesmente me colocou para tocar – e depois disso foi apenas… nebuloso. É difícil lembrar. Eu comecei a tocar. Eu havia ensaiado pensando que pudesse ter a chance de subir no palco… e meio que me perdi enquanto estava tocando. E logo em seguida ele falou que tinha sido ótimo e perguntou de onde eu era. E eu disse: ‘Eu sou de Long Island, como você’. E ele disse ‘cool’. Depois eu saí e foi isso. Provavelmente é o melhor momento da minha vida até aqui.”
Sente só:
Essa música é lindaça. Via Reddit.

E por falar em desenho animado, olha o que estréia essa semana e parece bem legal.
Mas não esqueça que eu sou fã.


E a sexta passada foi demais, saca só o estrago que a Babee e o Guto fizeram no porão do Alberta, através das fotos da Bárbara, logo abaixo. E nessa sexta tem a Mariana Tramontina e o Pablo Miyazawa recepcionados pelo grande Danilo!

E nem estou falando de seu célebre parentesco com Alice Coltrane (ele é sobrinho-neto da mestra) e sim de suas origens genéticas – pois o pessoal do OkayAfrica traçou geograficamente de onde vinha o DNA do músico e, no vídeo abaixo, ele tem, pela primeira vez, contato consciente com a música do lugar de onde começou sua própria genealogia.
Demais.

Falei outro dia de como o David Chase pode voltar a visitar os Sopranos no tempo em que o pai do Tony era o bambambam de Nova Jérsei e esqueci de linkar essa paródia que o Saturday Night Live fez outro dia:
O Paulie tá incrível.


Dois humoristas – um inglês e um americano – num vôo de ida e volta entre Londres e Nova York…


Guga que deu a dica de faixas novas do projeto paralelo do Chaz Bundick, que bem conhecemos como Toro y Moi. Eis o Les Sins:
Deixa rolar…