Trabalho Sujo - Home

Loki

E foi o próprio Rafucko quem me mostrou o tweet abaixo, em que o Lavignatti cogita uma versão brasileira da Teoria Pixar que o Ramon explicou (e agora tem até uma linha do tempo, o famoso “quer que eu desenhe?” do jornalismo pop):

teoria-trapalhoes

E aí, alguém se dispõe a criar essa? Lembrando que dá pra ver todos os filmes dos Trapalhões no YouTube, portanto, mãos à obra!

sexyfi

De graça, no Sesc Pompéia, às 21h. Vamo aê?

Era pra ser engraçado, mas ficou só melancólico…

…a fila anda, afinal.

4:20

joquer

teoriapixar

O jornalista Jon Negroni assistiu ao vídeo abaixo do Cracked e começou a cogitar seriamente uma teoria que mostra que todos os filmes da Pixar acontecem no mesmo universo e que contam partes diferentes de uma mesma história – que começa em Valente e termina em Monstros S/A (você sabe me dizer em que época se passa Up? E Toy Story? E Vida de Inseto?). Eis o vídeo do Cracked.

E a Teoria Pixar foi traduzida pelo Ramon, na unha:

Todos os filmes da Pixar estão conectados. Vou explicar como e os motivos.

Há alguns meses assisti um vídeo divertido no Craked apresentando (pelo menos para mim) a ideia de que todos os filmes da Pixar existem dentro de um mesmo universo.

Desde então estou obcecado com esse conceito, trabalhando no que chamo de ‘Teoria Pixar’, um trabalho narrativo que conecta todos os filmes do estúdio em uma mesma timeline com um tema predominante.

Essa teoria cobre todas as produções da Pixar desde Toy Story, incluindo: Vida de Inseto, Toy Story 2, Monstros S.A., Procurando Nemo, Os Incríveis, Carros, Ratatouille, Wall-E, Up, Toy Story 3, Carros 2, Valente e Universidade Monstros.

Cada filme está conectado aos demais e seu desenrolar influencia todos os outros.

Confere a teoria lá no Vitralizado, que acaba de voltar de férias.

gabriel-muzak-2013

O guitarrista carioca Gabriel Muzak é mais conhecido pelos trabalhos que faz com outras bandas e artistas – é integrante do Rockz, fundador do Funk Fuckers e segura as seis cordas nos Seletores de Freqüência do BNegão -, mas tem uma carreira solo digna de atenção – seu Bossa Nômade, de 2004, é um dos meus discos nacionais favoritos da primeira década deste século. Mas depois do primeiro disco, ficou adiando o segundo por um tempão, até conseguir lança-lo este ano. Quero Ver Dançar Agora segue a linha do disco de estréia, quebrando barreiras entre gêneros musicais com um sotaque especificamente carioca e uma guitarra reinventada que mistura blues, samba, funk e rock sem que estes gêneros estejam evidentes à primeira audição. Ele apresenta seu disco novo em São Paulo hoje, no Grazie a Dio. Separei a faixa-título abaixo pra você sentir o drama:

Se curtir, recomendo o disco inteiro, que o Bruno disponibilizou lá no URBe, saca só:

Continue

4:20

dealwithjack

bloodymary-jamieoliver

Leva pouco limão, picles e bacon, mas mesmo parece bonzaço (vodca de jalapeño? Hmmm…).

Pacolli que me falou.

lovelace

Amanda Seyfried vive a primeira popstar do cinema pornô, num filme que reuniu um senhor elenco (com a participação de Chlöe “Brown Bunny” Sevigny e Sharon “Instinto Selvagem” Stone, atrizes que exploraram os limites entre o cinema comercial e a pornografia) e já vem coberto de elogios, olha o trailer aí embaixo:

Continue

4:20

lana-del-coke