

E a BBC começa a revelar e terceira – e última? – temporada da melhor versão de Sherlock Holmes para a televisão nesse teaser de menos de meio minuto:
E aí, alguém já conseguiu matar a charada do último episódio da segunda temporada?

Então tá:


Outra noite memorável, que começou rock’n’roll e terminou sabe-se lá onde – as fotos da Bárbara, abaixo, dão o tom da sexta passada. E essa semana a jornada é dupla e começa comigo em Curitiba nesta quinta-feira, na Tied to the 90s, e continua com o Danilo e a Lígia Helena no Alberta, na sexta! Vai ser demais!

Um passo histórico, as futuras gerações nos agradecerão por este dia. Não será o único.
(Atualização: Falta senado e aprovação do presidente, mas é questão de tempo)

E hoje é a primeira vez que a Noite Trabalho Sujo sai de São Paulo – rumo à Curitiba, ao já lendário James, participar de uma antecipada Tied to the 90s, festa dedicada à década da minha adolescência – por isso, espere esbaldar-se. A festa é o jogo de volta da noite que fiz com a Sol aqui em São Paulo e dessa vez dividido os CDJs com ela e seu compadre Marcell Boareto numa noite que promete! O caminho das pedras da noite está na página do evento no Facebook, vamo lá?

Conheça: Glue Trip
Quem: Lucas Moura e Felipe Augusto
Ouça: “Elbow Pain”
“Rapaz, o som é essencialmente pop psicodélico/dream pop, com algumas músicas puxando para o experimentalismo, que é a nossa escola”, explica Lucas Moura, uma das metades do Glue Trip. “Mas a gente espera que as pessoas definam o som, alguns falam que é chillwave outras até arriscam dizer que parece MPB, mas a gente prefere lançar as músicas e ver o que falam”.
Realmente, o som da dupla paraibana não é fácil de rotular – embora seja fácil perceber a vibração sossegada e o clima levemente psicodélico. Ao lado de Felipe Augusto, Lucas grava músicas em casa e, quando precisam fazer shows, chamam os amigos CH Malves para tocar bateria e Gabriel Araújo para tocar baixo e synth. “Começamos em 2012, quando lançamos duas músicas (“Júlio” e “Tropikaoss”), ficamos um tempo parados e depois lançamos “Elbow Pain”, que deu uma visibilidade maior ao projeto”, continua Lucas. “O Glue Trip surgiu também da necessidade de fazer algo que tivesse mais a nossa cara e voltado para fazer música pop e psicodélica. A gente está lançando singles até o final do ano que vão compor um vinil em dezembro”
“O nome da banda foi na sorte”, segue explicando. “Mostrei para um amigo e ele falou que parecia viagem de cola – e na tradução mental pro inglês virou Glue Trip”. Para o mês de agosto eles prometem lançar vídeos ao vivo da banda, além de uma série de shows no estado natal. “Vai ser um mês cheio!”, comemora.
Ouça mais novidades musicais aqui.

O humor nonsense das comunidades do Orkut era a pré-história do humor esquizofrênico da internet brasileira atual. Época de um humor mais moleque, menos problogger, que visava mais o choque da ousadia do que o like no Feice – como bem reúne este tumblr – saca outros exemplos aí embaixo:
