

Mr. Oizo robotizou total o novo single da dupla de Montreal.

O Alex Turner vive falando de como o hip hop tem sido uma constante influência nessa nova fase dos Arctic Monkeys – mas quando você vê isso em ação é que a ficha cai, saca só:
E se você não conhece essa música do Drake, tá dando mole, se liga:
Dica da Tati.

Não dá para tentar imaginar o que pode sair do encontro de Chris Cunningham (um dos principais artistas deste início de século) com as meninas do Warpaint, mas o fato é que o diretor de “Come to Daddy“, “All is Full of Love” e “Windowlicker” passou dois anos seguindo as meninas californianas e o resultado – o filme To Love is To Die – vem aí.



Promete.

Camilo manda avisar que vem aí o disco de remixes de The Next Day, o álbum que David Bowie lançou de supetão no início do ano para provar que ainda estava vivo – e a primeira luz a vir deste álbum é o remix feito por James Murphy, o antigo dono do LCD Soundsystem, que estica “Love is Lost” por dez minutos, sampleando “Ashes to Ashes”, do próprio Bowie, e “Clapping Music”, do Steve Reich. Sente só:


A outra banda de Thom Yorke puxou uma versão pra música que teria sido a base para um dos hits de 2013, no show que o Atoms for Peace fez no México nesta quarta-feira.
Ficou bom.


Redes sociais, conexões virtuais e o medo de ficar só – como isso tudo tem mudado como nos sentimos… humanos.
Um filme do Shimi Cohen que eu vi no Bruno.
