

Esperávamos há um tempo a versão de “Elephant” do Tame Impala feita pelo Flaming Lips – ei-la:
Ficou bem trivial – bom riff, solo inofensivo, nem boa, nem ruim. Valeu pelo registro.

O produtor Doug Ellin, criador de uma das séries mais alto astral deste século anunciou ontem à noite em sua conta do Twitter:

É isso: Entourage vai fechar sua saga com um filme. Isso já vem sendo especulado desde que a série fechou suas portas, há dois anos, e desde o início do ano já havia um zunzum sobre preços de salários para que a série virasse filme. O filme começa a ser rodado em janeiro do ano que vem e ainda não há data de previsão de estréia.
(Mas eu já ficaria satisfeito com uma série só com o Ari Gold, dizaê)

Viram o trailer do novo filme dos X-Men?
Esse promete…

Você já sabe que Neil Gaiman voltou a escrever Sandman – e Sandman Overture, que será lançado amanhã nos EUA, marca os 25 anos de lançamento da primeira edição do grande clássico do autor. O Buzzfeed antecipou cinco páginas da nova história, que reproduzo abaixo. Será que vai seguir o mesmo nível do original?


Tim Knoll humilhando.

Das ruas de Nova York direto para… as ruas de Nova York, mas fazendo comercial de motoca.
Quem conta a história do comercial em sua conta do Vimeo é o editor do curta, Lawrence Bridges, que pela mesma época havia editado o vídeo de “Beat It”, do Michael Jackson. Diz o cara:
“As the editor I had to put this all together, and I was brought in for my background in music videos, where editing was hero and we were free to do whatever we wanted with footage. The more rules you broke, the better. The generation being advertised to at that point was probably the most cynical and suspicious toward the medium to date, and moreover, I had this monumental piece of music that I had to honor. For me, the answer was to make an “underground” short film”
Mesmo sendo um comercial, ficou massa.

Durante os anos 60, enquanto inventava a pop art, Andy Warhol transformou o simples teste de câmera sobre o rosto de um protagonista em uma expressão artística encerrada em si mesma. Seus screentests ficaram célebres por reunir, entre 64 e 66, nomes que circulavam o núcleo criativo na Factory em sessões mudas de closes em primeiro plano (Dean Wareham e Britta Philips transformaram esses pequenos curtas em espetáculo, que passou inclusive por São Paulo). O screen test de Lou Reed é especialmente memorável por tratá-lo como um ícone norte-americano tão clássico quanto a garrafa de Coca-Cola que exibe durante o filme:

Quem foi o gênio que fez essa versão?
(Eu sei que foi o André Paste, mas não quero encher a bola do garoto demais, né?)