

Vamos aproveitar a segunda vinda de Beck ao Brasil (ele toca no Planeta Terra nesse sábado) para lembrar da primeira gravação que ele fez de seu Beck Record Club, em 2009. Ele criou o experimento como uma brincadeira – regravar a íntegra de discos clássicos em um dia, sem ensaio, com um monte de amigos escolhidos aleatoriamente. O primeiro disco homenageado foi o da banana do Velvet Underground, que começa com a clássica “Sunday Morning”, em versão tocada pelo Beck, pelo ator Giovanni Ribisi, o produtor Nigel Godrich, o baterista Joey Waronker e a vocalista islandesa Thorunn Magnusdottir. Segue linda como uma homanagem ao mestre Lou Reed.

Vamos seguir naquela vibe vespertina, sem pressa, no sossego? A terceira SUSSA também dá o início às comemorações dos 18 anos do Trabalho Sujo, que acontecem durante o mês de novembro. E para comemorar num clima perfeito, chamamos a Lulina para reverenciar o mestre Lou Reed, que nos deixou no domingo passado. Além dela, que está ensaiando clássicos da carreira solo de Lou além de hinos do Velvet Underground, Matias, chamou Babee e Klaus Kohut pra tocar músicas menos conhecidas de artistas que você mal ouviu falar, que vão do indie fofinho ao future R&B, passando por música brasileira, chillwave e uma pitada de folk. O clima é aquele que você já sabe: mais sossegado e mais intimista, a desculpa perfeita para você sair de casa sem precisar se preocupar em encontrar carão. E além dos já tradicionais Kod Burgers teremos também cupcakes!
SUSSA – Tardes Trabalho Sujo
Domingo, 3 de novembro de 2013
Show: Lulina celebra Lou Reed
DJs: Babee, Alexandre Matias e Klaus Kohut
Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421. Água Branca. (mapa)
Telefone: 3862-0481
Aceita os cartões MasterCard, Visa, Diners
Ingresso: R$ 15 (com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com) e R$ 20 (sem nome na lista)
Horário: Domingo, a partir das 16h20

Um remix do Gorky prum hit improvável:
Cuidado, hein!

E você achava que todos os discos bons de 2013 já haviam saído? Aí, do nada, pinta o Metronomy oferecendo apenas um trechinho de uma música nova em seu site, saca lá...

Só porque eu falei dela ontem: será que Matangi vale?


Cara, isso é maravilhoso…

Tudo bem se isso aparecer na sua biografia? Eu acho essa música insuportável, mas é inegável sua importância e peso na história da música brasileira. E pode ser que, com um teoricamente esquecível comercial, Milton tenha a atirado na lata do lixo por alguns dinheiros…
Bem vergonhalheia…
