“O que te deixa feliz?”
“Eu não penso muito sobre isso”

Gondry ligou sua câmera e deixou Chomsky falar – depois ilustrou a conversa com suas animações.
O resultado é o filme Is the Man Who Is Tall Happy? e basta conhecer o mínimo do trabalho de cada um dos envolvidos pra saber que vale assistir a esse experimento.


A imagem acima foi um anúncio veiculado pela filial italiana da revista Rolling Stone após a morte de Lou Reed.

Duas das principais atrações do Planeta Terra de 2013 vêm fazer shows que ficaram devendo nas primeiras vezes que vieram para o Brasil. O Blur passou pelo Rio e São Paulo em 1999, quando muita gente ainda se perguntava que diabos era indie rock e muito menos gente sabia o que era britpop. Vi o show da banda inglesa no então recém-inaugurado Credicard Hall com um quarto da capacidade do público e a sensação de show privê só não era melhor porque a banda não estava num bom momento – Damon Albarn chegou a comentar ao microfone que havia comido algo estragado no México e a dor de barriga do vocalista encurtou o setlist e algumas canções.
Blur – “Tender”
Já o Beck tocou no dia do meu aniversário em 2001, antecipando os shows dos Foo Fighters e do R.E.M. no festival carioca. Vi o show bem de perto, por isso não me decepcionei como a maior parte do público, que não conseguiu entender direito o impacto do baixinho devido às proporções do festival.
Beck – “Devil’s Haircut”
Tem mais trechos dos shows do Blur em São Paulo e do Beck no Rio de Janeiro logo abaixo:
Lembra daquela box set com 17 LPs do Can que eu comentei outro dia? Olha ele aí…

Já está em pré-venda…

Mais um curta do College Humor:
E você ainda não assistiu The Wire? “Sheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeit…”


Sim, dezoito anos. No dia 20 de novembro de 1995 saía a primeira edição do Trabalho Sujo, ainda impresso numa página de jornal. Sempre a cargo de Alexandre Matias, a coluna virou site e chega à maioridade numa festa que promete ser histórica – afinal, vamos ocupar dois andares da Trackers com nosso experimento pop. Chamamos mais uma vez a Casa Do Mancha para cuidar de uma das pistas – e ele convocou o bamba MZK para segurar as picapes e o jovem mestre Curumin para mostrar seu Arrocha ao vivo. Na outra pista, Tiago Guiness, o capo da falecida Overdancing, chama o Kiko Costato para não deixar ninguém parado. E na terceira pista, Matias, Babee, Pattoli e Danilo fazem aquele estrago feliz que já é marca registrada da festa. Sorrisos escancarados, pernas que doem de tanto dançar, acabação feliz… Você sabe com as coisas funcionam, né?
18 ANOS DE TRABALHO SUJO
Sábado, 9 de novembro de 2013
Pista 1: Alexandre Matias, Luiz Pattoli, Babee e Danilo Cabral
Pista 2: Casa do Mancha apresenta MZK e Curumin
Pista 3: Tiago Guiness e Kiko Costato
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
A partir das 23h45.
Entrada: R$ 35 (até a 1h) e R$ 45 (em diante) apenas com nome na lista através do email noitestrabalhosujo@gmail.com.

E por esse primeiro single, “#1 Bum”, parece que essa volta vai valer à pena, hein…

E se eu te dissesse que, além de relançar seu terceiro disco, Mezzanine, em vinil, o Massive Attack deve também desenterrar o remix da íntegra do álbum feito pelo Mad Professor à época do lançamento. O papa do dub já havia desconstruído o segundo disco da banda – Protection – através das vibrações em câmera lenta vindas da Jamaica (no excelente No Protection, que por vezes ultrapassa o original). A versão dub de Mezzanine foi redescoberta por Robert Del Naja, o 3D, enquanto ele pesquisava para seu livro 3D and the Art of Massive Attack, ele esbarrou com o trabalho inteirinho feito em 1998 – e arquivado. “Nós nunca fizemos nada com ele”, disse em entrevista à Clash Music, “é bem divertido! Mas esteve parado ali por 15 anos. Doido”. O remix dub que ele lançou para o single “Teardrop” do mesmo disco dá bem a medida do que pode vir…