
Rapaz, e essa entortada que os Holy Ghost deram nesse hitzinho do Blood Orange, hein… Sinistro…
Dica do Danni (valeu!). Eles tocando o hit do Drake você ouviu, né?


Dodô ficou de cara com a sexta passada, quando transformamos a pistinha do Alberta em um éden de hits que foram para todos os lados – quem foi, sabe (quem não foi, contente-se com as fotos da Bárbara, abaixo). E nessa sexta toco em minha última Noite Trabalho Sujo do ano quando encaro a Babee prum duelo que não acontece há mais de ano! Vai ser incrível, vamo lá se despedir de 2013?

Que vídeo incrível esse novo do Metronomy…
Ah, e se esse disco vier nessa pegada…

No final dos anos 60, o Pink Floyd ainda andava perdido após expulsar seu antigo Syd Barrett por motivos de excesso de psicodelia e seguia experimentando possibilidades sonoras em busca de sua própria voz. Até o lançamento de Atom Heart Mother, em 1970, Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason e Rick Wright oscilavam entre jam sessions explosivas e números acústicos bucólicos, sem saber exatamente onde ia chegar. É desta época que data a suíte The Man and the Journey, espetáculo ao vivo em que o grupo tentava achar uma coesão narrativa entre músicas que seriam lançadas oficialmente em discos posteriores (principalmente Ummagumma e a trilha sonora do filme More, quando ganharam novos títulos). Desta época também vem as experiências do grupo com efeitos sonoros – tanto usando instrumentos improváveis quanto sons pré-gravados – e com happenings ao vivo (em dado momento do show um roadie aparecia fantasiado de gorila no meio do público, em outra hora serviam chá para a banda durante a execução de uma música – “Teatime”, claro -, além de fumaça e canhões). O Dangerous Minds encontrou a gravação do espetáculo More Furious Madness from the Massed Gadgets of Auximenes no YouTube, um show que foi ensaiado para ser apresentado no Royal Festival Hall londrino, mas que pode ser ouvido abaixo no show que fizeram em Amsterdã, na Holanda, no dia 17 de setembro de 1969, no Concertgebouw, que foi transmitido por uma rádio local.
Abaixo, além das faixas tocadas no show (com seus nomes oficiais entre parênteses) também há um vídeo do ensaio para a apresentação no Royal Festival Hall. Enjoy:

No começo do ano, o Four Tet tocou num programa de rádio o que parecia ser um remix próprio para uma música da Grimes, mas ele logo esclareceu que não era um remix, apenas estava brincando com trechos do vocal da moça. E no início dessa semana, para comemorar seu 100.000° seguidor no Twitter, ele começou a distribuir músicas próprias de graça, via Sendspace. E entre elas tinha a versão completa do trato que deu na Grimes.
Mas recomendo você dar um pulo na conta do Kieran no Twitter e caçar o dia 16 de dezembro – e começou a abrir seus arquivos e desovar vááááááárias pérolas.


Há alguns anos Joseph Gordon-Levitt vem ensaiando o momento para assumir o papel de novo protagonista em Hollywood – veio comendo pelas beiradas em filmes como (500) Dias com Ela, Inception e Looper (além de ter estreado na direção em 2013, com o elogiado Don Jon), aos poucos nos fazendo esquecer que ele era um dos alienígenas da série 3rd Rock from the Sun. E parece que ele vai dar o bote agora, ao anunciar que, além ser o protagonista da versão cinematográfica da série Sandman, de Neil Gaiman, também será o diretor do filme, cujo roteiro será escrito por David Goyer (que escreveu os três Batman de Christopher Nolan) e pelo próprio Gaiman. Quem confirmou foi o próprio Gordon-Levitt, via Twitter.

E agora?

O Tahira chamou alguns Bixiga 70 pra dar um trato na clássica “Toda Menina Baiana”, que o Gil lançou no final dos anos 70, e olha só como ficou…
Dica do Camilo.
