
Parece um híbrido de jogo da memória com resta-um com sudoku – mas é outra lógica. O pior é que vicia pacas, clica aqui.

O Lollapalooza Brasil acaba de divulgar os horários dos shows em seus dois dias de festival em São Paulo. A minha programação é a seguinte:
No sábado (5 de abril):
Começa com o Lucas Santtana (14h – 15h, no Palco Interlagos)
Depois tem o Café Tacvba (15h30 – 16h30, no Palco Interlagos)
Vê um pouco do Julian Casablancas (16h10 – 17h10, no Palco Skol)
Segue pro Flume (16h45 – 17h45, no Palco Perry)
Vai pra Lorde (18h30 – 19h30, no Palco Interlagos)
Pega o finzinho do Phoenix (18h35 – 19h50, no Palco Skol)
Emenda com a Nação Zumbi (20h – 21h, no Palco Interlagos)
Dá uma olhada no Kid Cudi (21h30 – 22h30, no Palco Perry)
E finaliza no Disclosure (21h30 – 23h, no Palco Interlagos)
No domingo (6 de abril):
Começa com o Johnny Marr (14h20 – 15h20, no Palco Onix)
Segue com a Ellie Goulding (15h25 – 16h25, no Palco Skol)
Corre pro Vampire Weekend (16h30 – 17h30, no Palco Onix)
Volta pro Pixies (17h35 – 18h50, no Palco Skol)
E resta a dúvida entre ir pro Arcade Fire (20h30 – 22h, no Palco Skol), finalmente com um bom disco, e o New Order (20h30 – 22h, no Palco Interlagos), que já vi algumas vezes.
A programação completa segue abaixo. Como é a sua?

Leo Cavalcanti já colocou seu disco novo, chamado Despertador, pra download gratuito em seu site, por um mês. Confere lá!


Lily Allen vem aí com disco novo que agora foi batizado de Sheezus, em homenagem ao disco do ano passado do Kanye West, e “Our Time” é o segundo aperitivo do disco, que vem com a ironia no talo, como já era a tônica do primeiro single, “Hard Out Here”.
)
Vi no Bracin.

Aí você fica sabendo que o Jay-Z gravou uma faixa com o Daft Punk e começa a cogitar um melhor dos mundos quase utópico, em que o flow do marido da Beyoncé encaixa-se perfeitamente no groove neodisco da dupla francesa. Aí você aperta o play…
…e parece um mashup completamente sem inspiração de um a capella genérico da fase em que Jay-Z rimava com o Linkin Park em cima de uma base tão obviamente Daft Punk que parece uma sobra da trilha sonora do remake que os dois fizeram pra Tron. Bem fraco e previsível. Vi no Pitchfork.




E por falar em colaborações que podiam ser foda mas não deram certo, essa parceria do Tame Impala com o Kendrick Lamar era melhor na teoria que na prática. “Backwards”, a nova faixa, na real, é apenas o rapper rimando com raiva por cima de uma base criada a partir de “Feels Like We Only Go Backwards”. Fraca.

Adorei o final da saga de Marty e Rust, simples e pensativo como sempre nos provocou a natureza da série. True Detective fechou sua complexa e pesada jornada com as mesmas mãos densas e poéticas que Nic Pizzolato (o autor) e Cary Joji Fukunaga (o diretor) usaram para nos puxar para dentro dela. Ainda estou batendo idéias e só vou escrever depois de reassistir ao episódio nas próximas horas, mas já começo a reunir neste post, abaixo, algumas das referências, citações e impressões relacionadas a este “Form and Void” que colocou a primeira temporada da série no panteão dos melhores programas de TV deste século (o que não é pouco). Por isso, só continue lendo se já tiver visto toda a série, pois lá vêm os spoilers:
