
Phone Lovers, a nova obra de Banksy, foi disposta no fim de semana passado quando o artista e um colega afixaram-na em um clube de boxe infantil de sua cidade-natal, em Bristol (as imagens foram registradas em vídeo e podem ser vistas no vídeo da BBC, abaixo). A obra foi retirada da parede e o dono do clube irá vendê-la para salvar seu negócio – ele acredita que tenha sido esta a intenção de Banksy ao deixar a obra ali.
Vem aí o primeiro disco da Nação desde o fraco e sem rumo Fome de Tudo (de 2007). Sete anos é tempo de sobra para a banda, que naquela época se equilibrava em inúmeros projetos paralelos, mostrar que ainda bate forte. Batizado apenas com o nome da banda, o décimo disco do grupo foi produzido pela dupla Berna Ceppas e Kassin e o projeto gráfico é assinado por Ricardo Fernandes e Pedro Pinhel. Eis sua capa – o disco chega à internet no dia 5 de maio (quiçá extraoficialmente antes) e as lojas dez dias depois.


Jason Barnes perdeu parte de seu braço direito num acidente de trabalho e achou que nunca mais pudesse voltar a tocar bateria. Mas a força de vontade lhe fez grudar uma baqueta ao que havia sobrado do membro e aos poucos ele retornou à prática, com um novo professor, Eric Sanders. Ele já havia visto experiências do professor Gil Weinberg do Georgia Institute of Technology com percussão e robótica, que havia criado robôs-bateristas, e resolveu entrar em contato com ele para ver se havia a possibilidade de se trabalhar com uma prótese robótica que pudesse devolver as habilidades musicais de Barnes. Weinberg gostou da idéia e foi além – construindo um braço movido por impulsos elétricos enviados pelo bíceps do baterista que permitem que ele toque mais rápido e mais precisamente do que um baterista humano. Saca só:
A íntegra do vídeo acima – que conta com falas de Barnes e Weinberg, além de toda a primeira apresentação ao vivo do baterista-ciborgue segue abaixo:

Dois Alexandres – Bezzi e Bispo – são os convidados da Noite Trabalho Sujo desta sexta-feira, no Da Leoni, o antigo Studio SP da Augusta, e o primeiro deles, Bezzi, ex-comparsa de Alberta #3 com sua Decadence (que, com o fim das festas no porãozinho da São Luiz, agora habita o Neu, na Água Branca) preparou um setzinho pra gente pra dar uma idéia do que podemos esperar desta sexta-feira santa. Saca só:
O setlist segue abaixo:

Cecilia Azcarate se prestou a uma tarefa heróica – traçar os paralelos entre a cultura hip hop no século 21 e o mundo da arte antes do século 16. O resultado é este tumblr maravilhoso – separei umas imagens abaixo:


A cantora inglesa Beverley Martyn finalmente registrou a canção que escreveu com Nick Drake. Ela só conseguiu terminar de escrever “Reckless Jane” dois anos após a morte dele, em 1974, e a música só chega ao disco este mês, quando acontece o lançamento de seu novo álbum The Phoenix & the Turtle.
Escrevi sobre ele há muito tempo, um texto de que gosto muito.

E mesmo antes de lançar oficialmente “West Coast” no início da semana, Lana Del Rey deu uma palhinha a capella da música em seu primeiro show de 2014, que aconteceu sexta passada em Las Vegas. Duas meninas registraram trechos via Instagram:

