
O grupo norte-americano Yeah Yeah Yeahs começou uma nova turnê esta semana, priorizando apresentações intimistas em teatros e aproveitando essa oportunidade para resgatar músicas que nunca tocaram ao vivo (ou que não tocam nos palcos há anos) e fazer versões que canções que admiram. A turnê Hidden in Pieces começou na terça passada, quando o grupo apresentou-se no Fox Performing Arts Center, na Califórnia, e além de tocar “Little Shadow”, “Mars” e “Let Me Know” pela primeira vez ao vivo (e resgatar para os palcos “Mystery Girl”, “Warrior” e “Isis”, que tocaram pela última vez há quinze anos), também aproveitaram para saudar Björk em uma versão deslumbrante para “Hyperballad”, com direito a cordas. De chorar.
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Música como religião.
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O mestre nos deixou, mas sua inspiração, legado e lembranças ficam, mantendo-o vivo entre nós. Pude vê-lo ao vivo duas vezes, uma no Brasil, quando tocou seu Smile dentro da programação do Tim Festival de 2004, e depois no Primavera Sounds em Barcelona, quando o vi tocando seu Pet Sounds na integra. No primeiro ainda não tinha essa mania de filmar shows que tenho hoje, mas consegui registrar o segundo (numa câmera que não era tão boa quanto a atual, especificamente no que diz respeito à altura do som). Mas é um momento único na minha vida que posso reviver e compartilhar com todos. Assista abaixo: Continue

Eu nao estava preparado para essa notícia. Vai-se um mestre. Obrigado.

Imensa satisfação em chamar para apresentar no palco do Centro da Terra a primeira apresentação musical da artista plástica Antônia Perrone, que encarna o pseudônimo Antônia Midena para apresentar o espetáculo Antônima, uma peça sonora e textual que mergulha no mundo das palavras para tentar explicar o inexplicável, ao unir música e teatro numa apresentação sobre som e sentido, em que será acompanhada por Acompanhada por Alex Huszar, Amanda, Bel Aurora e João Rodrigues, misturando textos inéditos e canções próprias. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos já estão esgotados.
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Morreu um dos maiores nomes da canção norte-americana. Sly Stone não foi responsável apenas pela criação do funk a partir da fundação feita por James Brown, mas também um dos principais nomes no surgimento de uma nova alma negra norte-americana (e, posteriormente, mundial) bem como por ter transposto barreiras que vão para além dos gêneros, raça ou religião. Um mestre e hitmaker como pouquíssimos.

“Vocês vão ser os primeiros a ouvi-la, sabe? A partir daqui não tem volta. Certo, vamos lá. Fiquem à vontade”, disse o homem Tame Impala Kevin Parker ao dar um segundo DJ set surpresa em Barcelona, na Espanha, durante o fim de semana do festival Primavera Sounds. Na sexta-feira ele apareceu como convidado surpresa do próprio festival e depois, no sábado, discotecou no clube Nitsa, quando tirou da cartola a primeira música de sua banda desde que lançou seu quarto disco The Slow Rush, pouco antes da pandemia, em 2019. De lá pra cá, ele lançou algumas músicas solo ou em colaboração com outros artistas (uma faixa pra trilha sonora do filme Dungeons & Dragons e duas parcerias, uma com o Thundercat e outra com o Justice, além de produzir o disco mais recente de Dua Lipa), mas nenhuma com o nome de sua banda – até este sábado. E se a faixa ainda sem título servir de guia para o próximo trabalho do projeto psicodélico de Parker, espere um disco voltado para a pista – ou pelo menos é o que faz parecer essa base housêra que atravessa o single, ainda sem data de lançamento.
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E por falar na Charli, imagine que você está curtindo o show do Air e lamentando que eles não chamam vocalistas para cantar as melodias de algumas de suas músicas específicas até que, logo quando o vocal de “Cherry Blossom Girl” vai entrar, ninguém menos que a própria Charli XCX sobe ao palco para acompanhar a dupla francesa. Foi isso que aconteceu neste sábado, durante a participação do grupo no festival parisiense We Love Green. Imagina!
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Neste sábado, Charli XCX comemorou os 365 dias de Brat espalhando fotos de murais verde-limão pintados em cidades diferentes com o texto “forever <3” no lugar do título de seu álbum-marco ao mesmo tempo em que lançou uma versão zine do disco – incluindo dois CDs com o álbum original e seu disco de remixes – em uma brochura de 84 páginas vendida apenas em seu site em edição limitada, além de compartilhar versões demo de quatro faixas do disco (“360”, “Club Classics”, Sympathy is a Knife” e “Von Dutch”, esta última ainda sem letra, cantada num inglês meio enrolônico) na conta fechada que criou no Instagram na época do lançamento do álbum, o que abriu uma discussão entre os fãs que talvez teríamos um terceiro disco de Brat – com as demos do disco – engatilhado para sair quando menos esperarmos.
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Dois expoentes do barulho extremo – cada um à sua maneira – uniram suas forças para celebrar um de seus artistas favoritos, quando o grupo Napalm Death recebeu o eterno sonic youth Thurston Moore para participar de um tributo aos Ramones organizado pelo engenheiro de som ítalo-suíço Marc Urselli para a série Redux, organizada pela gravadora nova-iorquina Magnetic Eye. O resultado é uma versão fulminante com pouco mais de um minuto para o clássico “Now I Wanna Sniff Some Glue”, eternizado pelo grupo de Nova York em seu primeiro disco homônimo. Aperte os cintos e se segura!
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