
Tá certo que se o cara trabalha lavando pratos, ele tá longe de ser o boss – mas dá uma sacada nisso.

O texto da Adele do Comendo com os Olhos é do ano passado, mas os pontos-chave em que ela toca sobre a forma como os food trucks entraram na rotina do paulistano ainda valem – e mostram como um formato tão interessante (e popular) estar virando o extremo oposto do que poderia ser:
Pratos com os mesmos preços ofertados em lanchonetes e restaurantes conceituados. Sanduíches que custam mais do que R$ 20, macarrão requentado servido em pratinho de isopor por R$ 18, doces tão tradicionais e sem inovação – como brigadeiros ou quindins, com preços de comidinhas gourmets.
E ai estão algumas das coisas que não consigo entender. A primeira delas é que a grande vantagem e proposta de se ter um caminhão de comida, é poder percorrer diversos locais, ser itinerante, mas a única movimentação neste caso é sair de um estacionamento e parar em outro.
Sim, eu sei que uma van não pode simplesmente estacionar onde quiser, mas a prefeitura dispõe de 900 pontos autorizados que permitem a comercialização de alimentos de rua em São Paulo. Por que não se revezar entre eles?
Os pontos privados, como estacionamentos e galpões, cobram aluguel – e caro, por sinal, chegando a R$ 2.5 mil por um fim de semana – para os food trucks e barraquinhas. Obviamente nós consumidores também arcamos com tal gasto, uma vez que esse valor nos é repassado no preço dos comes.
A grande procura e interesse do público pela novidade é outro ponto que contribui para a alta dos preços. Enquanto houver gente desembolsando quantias absurdas por comidas que não valem tudo isso, haverá empreendedores mantendo os valores elevados.
Uma família de quatro pessoas – pai, mãe e dois filhos – por exemplo, saindo para comer um lanche, uma bebida e uma sobremesa cada um, atinge facilmente a soma de R$ 150.
Ela continua o sarrafo no Comendo com os Olhos e a conclusão é precisa. Vai lá ler a íntegra.

O Passion Pit anunciou sua volta com duas músicas novas. O disco Kindred vem representado pelas músicas “Lifted Up (1985)” e “Where The Sky Hangs”, que apenas repetem a fórmula já consagrada pela banda liderada por Michael Angelakos, que volta à ativa depois de ter deixado as atividades da banda em suspenso para se tratar psicologicamente.
O novo disco sai em abril e a capa é esta abaixo:


Os filmes dos irmãos Coen, analisados como uma só obra, contam uma longa história que confunde identidade e moral, segundo esse pequeno mosaico em vídeo feito pelo autor e cineasta Steven Benedict.

Os Replacements voltaram a tocar juntos no ano passado e preparam-se para fazer uma grande turnê esse ano, em que passam pelos EUA em abril e maio e junho pela Europa (alguém vai trazê-los pro Brasil? Acho pouco provável, mas…). E dentro dessa turnê eles fizeram essa bela camiseta pra quem for acompanhá-los além das redes sociais…


O festival goiano Bananada, que acontece entre os dias 11 e 17 de maio deste ano, já começou a anunciar algumas atrações pra esse ano em sua página no Facebook – e, por mais que os nomes de J. Mascis (o homem-Dinosaur Jr.) e King Tuff não sejam estranhos à cena rock da cidade e possam fazer shows históricos, é o momento de celebrar a escalação de Caetano Veloso pra abrir a primeira noite do festival. Tanto do ponto de vista do evento, que aproveita esse longo “momento indie” do velho monstro sagrado pra mostrá-lo ao seu público, como do próprio Caetano, que aceita encontrar-se mais de perto com um público ainda mais jovem do que aquele que acompanha sua fase mais recente. São barreiras que precisam cair e passos como esses devem ser aplaudidos.

O carnaval começou low profile no Baile Psicodélico de Carnaval, que teve a Babee discotecando ao lado do Klaus, em mais uma noite registrada pela Natália.

Fico pensando como chegaram nessa idéia…
Vi no Cartoon Brew.

Percebem algo de diferente no robô?

Vamos ver mais de perto…

Ele abre!

É isso aí – e quem quiser pode comprar o seu aqui.


Desceu redondo essa “Pay No Mind” do produtor francês Hugo Pierre Leclercq – que também atende por Madeon. Pra não ficar só no French touch recauchutado, ele convocou os Passion Pit e o guitarrista do Two Door Cinema Club Sam Halliday pra dar uma força – e o resultado funcionou bem, se liga:


















