
Uma das bandas de rock mais prolíficas na atualidade, o Thee Oh Sees acaba de anunciar novo disco, batizado Mutilator Defeated At Last, e liberou a faixa de abertura, “Web”, como degustação:
Psicodelia guitarreira daquelas! Se liga agora nessa mesma música ao vivo.
Taí uma banda que tá demorando pra vir pro Brasil… O disco novo sai em maio.

E se tirássemos a música e deixássemos apenas o som original do clipe de “Oops I Did It Again” da Britney Spears?
Como essa roupa geme! No clipe original passa batido (a partir dos 2:15), saca só:

Imagine que uma banda resolveu gravar o hit “You’re the One That I Want” que consagra o clássico retrô Nos Tempos da Brilhantina com um dueto entre John Travolta e Olivia Newton-John – só que numa versão metal. Metal farofa. Agora pare de imaginar e aperte o play no vídeo:
Não custa lembrar que a Tragedy, a banda autora dessa pérola, se autodenomina como sendo “uma banda que faz cover metal de Bee Gees e além” – e seu primeiro hit (de 2007!) é nada menos que essa inacreditável versão para “Stayin’ Alive”.
Rola uma obsessão com o Travolta…

Já falei que tava esperando por esse disco de estréia da Courtney Barnett há um tempo, né…

A placidez sossegada dessa faixa bônus da versão japonesa do EP que o Teen Daze lançou no início do ano talvez pudesse ter o verão como inspiração (vide seu título “Lights In The Palm Trees”), mas está descendo redondo nesse sábado de chuva…

M.I.A. lançou sua primeira música nova desde seu disco de 2013 (o ótimo Matangi) e além de mostrar “Can See Can Do” online ainda avisou que tem mais músicas vindo aí.

Se você tá acompanhando sabe como esse disco novo do Modest Mouse pode surpreender…

José Rico morreu há uma semana e Giancarlo Ruffato celebra a importância do mestre caipira resgatando uma versão que fez há três anos para o maior clássico da dupla que mantinha com Milionário, “Estrada da Vida”.

As Haim não param e se chamarem elas topam. Vide essa parceria com o produtor José Gonzalez – o nosso querido M83 – feita pra segunda parte da trilogia adolescente Divergente. A música tem as características típicas dos dois artistas – os vocais implacáveis das três irmãs e os timbres sintéticos e épicos do produtor – mas não acrescenta nada à discografia de ambos. A não ser, claro, a possibilidade de serem descobertos por um público completamente diferente do que eles já têm.
