
A revista Vanity Fair trouxe uma série de novidades sobre o próximo Guerra nas Estrelas – entre elas a notícia que J.J. Abrams irá vingar os fãs da trilogia original com o cadáver do gungan Jar Jar Binks. Reuni outras novidades nesse post que escrevi pro meu blog no UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/05/09/j-j-abrams-pode-matar-jar-jar-binks-no-episodio-7-de-guerra-nas-estrelas/

O diretor Rodney Ascher fez fama contando as múltiplas teorias a respeito do filme O Iluminado, de Stanley Kubrick, no documentário Quarto 237. Em seu segundo filme, The Nightmare, ele continua em dois territórios que abordou em sua produção anterior: o documentário e o horror. Desta vez o tema do filme é a paralisia no sono, um mal que trava todos os músculos da pessoa que um pouco antes de dormir ou de acordar ao mesmo tempo em que lhe aflige com a consciência dos sonhos: neste caso, pesadelos.
O melhor é que dizem que o filme é assustador ao evocar a sensação que aborda nos próprios espectadores.

Sim, os Griswold voltam aos cinemas para uma nova versão do clássico da Sessão da Tarde Férias Frustradas – e a presença de Ed Helms no elenco faz que inevitavelmente o tom do humor do original desça alguns degraus, como dá pra sacar pelo trailer:
E não custa lembrar que o filme é dirigido por John Francis Daley, o Sam do Freaks and Geeks, que prometeu reunir alguns integrantes do elenco do seriado original no filme que estreia no meio do ano.

Apareceu online um trecho do documentário sobre Amy Winehouse que eu havia comentado aqui antes. Nele, o primeiro empresário da cantora, Nick Shymansky, comenta sobre como ela começou a compor suas canções.

A série Sense8 conta a vida de oito pessoas espalhadas pelo mundo que começam a sentir uma estranha conexão entre si e começam a se encontrar sem sair de seus países originais. O seriado bancado pelo Netflix marca a primeira incursão dos irmãos Wachowski no formato TV e como seu guia eles tiveram o ídolo J. Michael Straczynski, criador de Babylon 5, como seu guia. Conversei com Straczynski em uma entrevista para o UOL: http://televisao.uol.com.br/noticias/redacao/2015/05/07/irmaos-wachowski-e-criador-de-babylon-5-se-reunem-em-producao-do-netflix.htm

Mais uma música do disco novo do Tame Impala surge no horizonte – e “Eventually” confirma a plena transição do grupo para além da psicodelia ao despedir-se do passado como se terminasse um relacionamento (que é o tema da canção). É quase outra banda – e já deve ter muita gente lamentando e reclamando, o que não é o meu caso.
Com isso já são quatro músicas novas de Currents, que sabemos que sairá em julho: “Let it Happen“, “‘Cause I’m a Man“, “Disciples” e agora essa “Eventually”. Por mim, tá tudo beleza.

Dois registro do mesmo instante: Juçara Marçal se joga em sua aguerrida “Damião” auxiliada pelos jovens mestres Kiko Dinucci e Rodrigo Campos nas guitarras e o mago Thomas Rohrer na rabeca no Circo Voador, no dia 29 de janeiro deste ano, sob as diferentes lentes: La Cumbuca (em cima) e Lala (embaixo).
Sugiro sincronizar as duas versões e assisti-las ao mesmo tempo. Dá um trabalhinho, mas o resultado…

Estamos quase no meio de 2015 e nada de termos o skate que flutua que o segundo De Volta para o Futuro havia prometido à venda, mas isso não impede que novas variações da velha prancha sobre rodas surjam. Mas esse “skate pós-moderno” vendido pela Hammacher Schlemmer é um pouco demais…
Nada contra o produto, que parece divertido, mas há uma questão de nomenclatura: isso é um par de patins pós-modernos, porque sem o shape um skate deixa de ser um skate e vira outra coisa. Afinal, pegar onda sem prancha não é surfar, é pegar jacaré… Desse jeito já já põem um monte de malucos correndo de um lado pro outro num campo e dizem que é futebol sem bola.
Vi no Gizmodo.

Delírio essa versão ao vivo que o velho Bonifrate e seus compadres fizeram pra “Home Of The Brave”, do clássico Ladies and Gentlemen We Are Floating in Space, do do Spiritualized, em janeiro no Neu.

Fãs de filme de terror e de rock progressivo são entidades quase paralelas que se encontram em raros momentos – um deles está na existência da banda italiana Goblin, que já tinha uma carreira estabelecida em seu país quando começou a aceitar serviços de um certo diretor que a fizeram atingir um novo público, além de influenciar diretamente na evolução de seu som. O Goblin era a banda favorita do mestre Dario Argento, que a convidou para fazer a trilha sonora de vários de seus clássicos (como Suspiria, Profondo Rosso e Tenebre) e mostrou um caminho sonoro que a banda ainda não havia cogitado, ao propor-lhes que instigasse o medo e a paranoia através de suas músicas.
O grupo sobrevive até hoje como cover de si mesmo como três bandas com diferentes formações: o New Goblin contava com o tecladista Claudio Simonetti e o guitarrista Massimo Morante, mas brigas internas fizeram o tecladista montar seu próprio Simonetti’s Goblin, enquanto a cozinha do Goblin original (o baxista Fabio Pignatelli e o baterista Agostino Marangolo) seguiam como Goblin Rebirth. Este grupo agora anunciou seu primeiro disco de composições próprias, batizado com seu próprio nome e com lançamento previsto para o fim de junho. Abaixo, uma amostra do que vem por aí.