
Sir Paul McCartney está longe de cair na mesmice e em seu show londrino desse sábado simplesmente tocou, pela primeira vez ao vivo, a incrível “Temporary Secretary”, que compôs nos anos 70.
Foda!

Drake e Beyoncé já juntaram forças na faixa “Mine” no disco homônimo que a rainha do atual R&B lançou há dois anos – e agora os dois juntos em uma faixa para o próximo disco dele, Views From the Six, chamada apenas de “Can I?”.

A produção da edição brasileira deste ano do Sónar já anunciou as datas da edição deste ano, entre os dias 24 a 28 de novembro. Nenhuma palavra sobre a escalação ainda, que deverá começar a ser anunciada no mês que vem. Mas dá pra fazer uma lista dos nomes que poderiam vir para São Paulo a partir dos que tocarão na edição catalunha do festival:

Desses eu escolho Chemical Brothers, Duran Duran, Die Antwood, A$ap Rocky, FKA Twigs, Flying Lotus, Roisin Murphy, Hot Chip, Jamie Xx, Squarepusher, Autechre, Laurent Garnier, Tiga, Annie Mac, Erol Alkan, Arthur Baker, The Bug, Kate Tempest e Bomba Estéreo, além de uma Grimes aqui, uma Björk (com direito a exposição no MIS) acolá, até um segundo tempo do Kraftwerk 3D, alguma coisa de rock moderno (o projeto FFS do Franz Ferdinand com o Sparks, o Mogwai de novo, Thom Yorke solo), além de uns brasileiros responsa como o Metá Metá, o Bixiga 70, a Ava Rocha, os Boogarins, uns sortidos da Beatwise (CESRV e Sants), o Elo da Corrente, o Siba, o Pazes, o Waldo Squash da Gang do Eletro, o Strausz, a Mahmundi… Quem mais?

O videoensaísta Kevin B. Lee parte dos grandes feitos de edição e narrativa de Christopher Nolan em Inception para mostrar que tudo isso havia sido feito por um cineasta que, há cem anos, inventou a linguagem cinematográfica com truques polidos um século depois no filme com Leonardo Di Caprio.

Destin Sandlin, do Smarter Everyday, aceitou o desafio de aprender a dirigir uma bicicleta com o guidão invertido, que vai para a direita quando você vira para a esquerda e vice-versa, apenas para mostrar que andar de bicicleta é um algoritmo implantado no cérebro que não necessariamente nos explica como andar de bicicleta. Veja só.

E não é um carrinho de brinquedo, como dá pra ver pelo vídeo…

E mesmo uma banda do tamanho e da idade dos Stones ainda pode surpreender: o grupo inglês deu o início à sua turnê deste ano tocando, na quarta passada, em Los Angeles, em uma casa de shows para 1200 pessoas em que tocou nada menos que a íntegra do clássico disco Sticky Fingers, que está sendo relançado em edição deluxe esse semestre. O próprio grupo divulgou um trecho do show (com trechos da manjada e clássica “Brown Sugar” e da quase inédita em shows “Moonlight Mile”) em sua conta no YouTube e por enquanto só isso apareceu online.
Mas logo logo deverão aparecer mais vídeos, porque olha esse setlist…
“Start Me Up”
“When The Whip Comes Down”
“All Down The Line”
“Sway”
“Dead Flowers”
“Wild Horses”
“Sister Morphine”
“You Gotta Move”
“Bitch”
“Can’t You Hear Me Knocking”
“I Got The Blues”
“Moonlight Mile”
“Brown Sugar”
Bis
“Rock Me Baby”
“Jumpin’ Jack Flash”
“Can’t Turn You Loose”

Um dos grandes filmes de terror de todos os tempos, O Exorcista que William Friedkin lançou em 1973 também foi um dos grandes campeões de bilheteria da história, dando origem a filas gigantescas formadas por pessoas que passavam horas na fila para abandonar as sessões de cinema pela metade, assustadas ou com nojo. Esse pequeno curta, desenterrado pelo AV Club reúne algumas reações do público norte-americano na época do lançamento.
Os cariocas Do Amor lançaram a primeira música de seu terceiro disco – que ainda está em processo – antes de zarpar para a Europa, onde fazem escala no festival Primavera, em Barcelona. “O Aviso Diz” pega a base da melodia do hit da trilha sonora de Top Gun (escancaradamente citado no refrão) para construir mais uma de suas modinhas anos 80 com aquelas referências metas que soam mais paulistas que cariocas, mais Lira Paulistana que Asdrúbal Trouxe o Trombone.

Mais um filme que tenta humanizar seu objeto de pesquisa, o documentário Amy lança seu primeiro trailer – e não consegue esconder a drástica decadência de uma cantora cuja queda veio mais rapidamente que o auge. Escrevi sobre o documentário lá no meu blog no UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/05/22/amy-winehouse-eu-nao-acho-que-vou-me-tornar-famosa/
