O polêmico filme do rei da Sessão da Tarde sobre o Holocausto já tem data de lançamento marcada. Escrevi sobre isso lá no meu blog no UOL.
Só Garotos, o livro de memórias da papisa do punk nova-iorquino Patti Smith, vai ser adaptado para a televisão. Falei disso lá no meu blog no UOL.
Mais uma música do novo disco da dupla Disclosure, “Willing & Able” não tem clipe futurista como “Holding On” e “Omen” e pega mais suave, com o auxílio vocal do britânico Kwabs. Saca só.
Os ingleses do Foals continuam em campanha de pré-lançamento de seu novo disco e ao passar pela rádio australiana Triple J foram convidados a participar do quadro Like a Version, em que os convidados podem tocar uma música alheia. E o grupo liderado por Yannis Philippakis resolveu saudar os australianos com uma das colaborações que o conterrâneo Kevin Parker fez no disco do hitmaker Mark Ronson, a irresistível “Daffodils”, que deram uma acelerada no beat graças a uma bateria eletrônica velha guarda e a um clima quase tecnopop. Ficou fera demais.
Logo após o segundo dia do festival Radioca, que cobri no início deste mês, em Salvador, encontrei Anelis Assumpção nos bastidores e ela estava super animada com a pequena turnê pelo nordeste: o show na capital baiana tinha sido o terceiro depois de passar por Aracaju e Feira de Santana. “É curioso e muito satisfatório chegar com o show em lugares tão distantes e sentir que o som já havia batido sem a presença física”, me explica por email, quando lembro que ela comentava que boa parte do público sabia as músicas, “concluo o encontro com a performance e um ciclo se completa.”
“Se não fosse a internet”, continua, “não sei, em Feira de Santana, Aracaju ou Crato, as pessoas poderiam cantar minhas músicas, criar expectativas sobre um show ou mesmo abrir a possibilidade dessa circulação. Vinte anos atrás, o eixo Rio-SP era o que existia de ‘trampolim’ para qualquer artista, sobretudo o independente. Precisava ter força nessa ponte para poder repercutir Brasil afora. Hoje estamos livres disso. As demandas são outras.”
O trabalho com a atual banda – os incríveis Amigos Imaginários, formados pelos Bixiga 70 Maurício Fleury e Cris Scabello, nos teclados e guitarra, Lelena AnhaIa na guitarra, Bruno Buarque na bateria, Mau Pregnolatto no baixo e o Edy Trombone, no trombone e percussão – está cada vez mais azeitado e ela está cada vez mais à vontade entre esse amálgama de black music que misura o soul, o samba, o reggae e o funk numa medida perfeita.
Ela apresentou-se no 75 Rotações que o Radiola Urbana fez no fim de semana passado, recriando o disco Legalize It, do Peter Tosh, na íntegra, e comemora o resultado. “Foi um show lindo e emocionante. O álbum em si tem uma carga emotiva natural”, explica. “Fazer esse tipo de projeto não é fácil, mas vejo como um estudo precioso. Exercitar a língua, a interpretação. Sair de si e mergulhar em outrém. E que outrém!”
Ela agora apresenta-se na Serralheria, nessa sexta-feira, e promete alguma coisa de Peter Tosh (“Devemos fazer uma ou duas do Legalize It que ta fresquinho na memória”), mas não está pensando em novo trabalho, mas em amarrar ainda mais o trabalho atual. “Segue o baile!”, comemora.
As fotos que ilustram essa página são do show da sexta passada e foram tiradas por Daniel Wuo Piovezani. Tem outras lá no Flickr dele. E os vídeos eu fiz no festival na Bahia.
O Tame Impala anunciou o clipe de “Let it Happen” em sua conta do Instagram e o que vem por aí parece ser uma experiência daquelas pelas quais ninguém quer passar. Saca só:
A contundente “Maria Da Vila Matilde” é a primeira música do novo disco de Elza Soares, A Mulher do Fim do Mundo, produzido pelo Guilherme Kastrup e dirigido por Celso Sim e Rômulo Fróes, em que nossa diva do samba soul é tratada a pão de ló por um senhor time de músicos e compositores paulistanos que inclui nomes como Kiko Dinucci, Cacá Machado, Marcelo Cabral, Clima, Rodrigo Campos, Douglas Germano e José Miguel Wisnik. Dá pra baixar a música aqui.
Taí o clipe da música nova de Lana Del Rey, “High by the Beach“, um recadinho pros stalkers e papparazzis que se misturam nesse século…
O paulistano Fábio Góes anda sem dar notícias desde o favorito O Destino Vestido de Noiva, de 2011, mas prepara-se para voltar ao radar do pop brasileiro com seu terceiro disco, Zonzo, que apareceu online hoje com dois ótimos singles, “Nerves”, em inglês, e uma versão mais rock para “O Trem Azul”, de Lô Borges. Saca só:
Zonzo sai em setembro.
A capa de TransmutAção, que, como comentei outro dia, está prestes a ser lançado, foi feita pelo grafiteiro Marcelo Ment, parceiro de Bernardo.









