Confirmado: a série do autor inglês Charlie Brooker terá 12 novos episódios bancados pelo serviço de vídeos online – mais detalhes lá no meu blog no UOL.
O quarto clipe scifi saído do recém-lançado Caracal, da dupla inglesa Disclosure, o vídeo da ótima “Magnets” é protagonizado pela neozelnadesa Lorde.
Lana Del Rey segue o desfile de hits discretos de seu Honeymoon com mais um clipe, desta vez para “Music To Watch Boys To”:
O terceiro disco de Karina Buhr já criou polêmica só pela capa – e agora pode ser baixado na íntegra, no site da cantora.
Diva da música brasileira lança disco de inéditas gravado ao lado de nomes como Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Guilherme Kastrup no próximo fim de semana, dias 3 e 4 de outubro, no Auditório do Ibirapuera. No show, além da íntegra do novo disco (você já ouviu “Maria da Vila Matilde” e “Luz Vermelha” por aqui), serão revisitados clássicos da cantora em novas versões.
Não sei se esse disco novo do Jamie Xx é um dos discos do ano, mas que essa “I Know There’s Gonna Be (Good Times)” – que acaba de ganhar clipe – é uma das minhas favoritas de 2015 eu não tenho dúvida alguma.
A dupla inglesa AlunaGeorge foi chamada para tapar um buraco em cima da hora e conquistou fácil o público que veio ver A-ha e Katy Perry no Rock in Rio deste ano – escrevi sobre o show deles lá pro UOL.
A Ana Dienstmann fez um belo post no Medium indicando como o Sonic Youth deu aos seus fãs uma pequena aula sobre arte do fim do século a partir das capas de seus discos:
“Certo dia eu percebi que, praticamente todo o meu interesse em arte contemporânea tinha sido criado e/ou melhorado pelas capas dos discos do Sonic Youth. E até hoje, geralmente quando me refiro a algum artista que eu gosto, complemento com ‘ele fez a capa do tal álbum do Sonic Youth’. (…) mesmo que você não goste da música, o Sonic Youth é definitivamente uma ótima referência para entender o mundo da arte contemporânea das últimas décadas.”
Dá uma sacada lá no post original. A imagem que ilustra esse post é uma das obras do norte-americano Mike Kelley, que foi parar na capa do Dirty, de 1992.
Estrela da Mês da Cultura Independente deste ano, Lee Ranaldo falou sobre sua relação com São Paulo com o site oficial do evento e revelou sua paixão pelo pixo brasileiro:
Uma coisa que eu procuro e que eu amo em São Paulo — nem sei se é legal dizer esse termo — é a pixação. Eu gosto muito da pixação. A gente conheceu um pixador de São Paulo, o Jey77, e ele fez o nome da banda como pixação. Foram feitas umas camisetas com a estampa! E eu vi umas no East Village, em Nova York, há pouco tempo.
Na entrevista, ele também falou sobre Inhotim, comida brasileira, música brasileira e uma possível volta do Sonic Youth. Lê lá.
A distopia de Alfonso Cuarón sobre o fim da humanidade, Filhos da Esperança, é dissecada neste episódio do videocast Nerdwriter, que mostra como o diretor mexicano usa a história do personagem principal para mostrar o que está acontecendo com o mundo ao seu redor.









