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Loki

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Beck se juntou aos remanescentes do Nirvana (Pat Smear na guitarra, Krist Novoselic no baixo e Dave Grohl na batera) em uma festa antes do Grammy para saudar o recém-falecido mestre, tocando seu clássico que foi imortalizado na voz de Kurt Cobain.

Que momento! Bem que eles podiam continuar juntos pra fazer uns shows, hein…

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Já é uma peça típica deste início de século: fazer montagens de filmes cantarem uma única música. Com vocês, “Basket Case”, do Green Day.

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Depois de quase vinte anos sem tocar juntos, o Killing Chainsaw, uma das mais clássicas bandas de rock alternativo do Brasil (e uma das minhas favoritas) voltou a se encontrar neste fim de semana em sua cidade-natal, Piracicaba. E segundo o senhor Grenade, também conhecido como Rodrigo Guedes, foi como se eles nunca tivessem parado de tocar juntos. Olha esse trechinho do ensaio.

O show rola em breve e a foto do reencontro acima é do Caio Augusto, que está fazendo um documentário que tem a ver com essa volta do Killing. Já já eu falo mais sobre isso…

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Que mané Mágico de Oz! Um maluco teve a manha de sincronizar o Dark Side of the Moon com o Episódio VII do Guerra nas Estrelas – escrevi sobre as tais “coincidências” lá no meu blog no UOL.

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O Vruumm, liderado pelo saxofonista Anderson Quevedo, é mais uma promissora banda instrumental a dar as caras em São Paulo e passeia por áreas diferentes da música misturando jazz, rock, funk e muito groove. O sexteto apresenta seu primeiro disco homônimo ao vivo nessa sexta-feira, no Sesc Vila Mariana, às 20h30 (mais informações aqui e descolou um par de ingressos e um par de CDs para dar a um leitor do Trabalho Sujo. Para concorrer é só escrever aí na área de comentários que outra banda – brasileira ou gringa – funcionaria bem num show com o grupo paulistano. Pra quem não connhece os caras, uma palhinha aí embaixo:

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Linkei o trailer da nova versão do jogo Lego Star Wars, inspirada no Episódio VII de Guerra nas Estrelas lá no meu blog do UOL – e cheguei a conclusão que eu assistiria tranquilamente a um filme inteiro disso se fosse lançado no cinema.

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Escrevi lá pro meu blog no UOL sobre o porquê de Arquivo X ter preferido descartar alienígenas em sua décima temporada.

Holy Ghost à toda

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Sem lançar músicas novas desde 2013 (ano passado só empacotaram um monte de remixes na coletânea Work for Hire), a dupla nova-iorquina Holy Ghost, formada por Alex Frankel e Nick Millhiser, anuncia um curto EP de quatro faixas para o final de abril. E o fazem mostrando o clipe da irresistível faixa-título, “Crime Cutz”. Coisa fina.

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E o Ronaldo finalmente revelou o tão aguardado Donato Elétrico, o disco novo disco do mestre João Donato, seu primeiro disco de inéditas neste século, que foi produzido pelo próprio menino veneno. Ronaldo reuniu um time de feras que inclui pesos pesados da música moderna brasileira, como Guilherme Kastrup, Daniel Pires, Marcelo Dworecki, Mauricio Fleury, Mauro Refosco, Décio 7, Douglas Antunes, Bruno Buarque, Cris Scabello, Anderson Quevedo, Zé Nigro, Gustavo Ruiz, Laércio de Freitas, Cuca Ferreira, Daniel Gralha, Daniel Nogueira, Marcelo Cabral, entre outros para plugar o señor groove na mesma frequência de discos como Donato/Deodato e A Bad Donato. O site do disco, que deve ser lançado no início de março, já está no are além da capa e a ficha técnica também dá a seguinte ordem das novas músicas:

“Here’s J.D.”
“Urbano”
“Frequência de Onda”
“Espalhado”
“Tartaruga”
“Soneca de Marreco”
“Combustão Espontânea”
“Resort”
“Xaxado de Hércules”
“G8”

Filmei três destes sons (“Tartaruga”, “Combustão Espontânea” e “G8”) quando Donato esteve no Rock in Rio e dá pra ver a empolgação do moleque de 80 anos pirando nos teclados elétricos, grande trunfo deste novo disco, desde já um dos grandes discos de 2016. Feel the drama:

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Estive no desfile do Ritaleena por Pinheiros no fim de semana passado e o alto astral era idêntico ao das músicas da musa inspiradora do bloco. A segunda apresentação do bloco acontece nessa sexta de noite, no Bailee Ritaleena, sem a magia de ser ao livre e de dia, mas igualmente folião (maiores informações aqui). Conversei com a Alessa Camarinha, uma das idealizadoras do bloco, sobre sua curta história, o carnaval de rua em São Paulo, a conexão direta do Ritaleena com a própria Rita Lee e o futuro da festa, a curto e longo prazo.

Conta a história do bloco.
Foi uma idéia minha e da Yumi Sakate de maneira bem espontânea. Fomos algumas vezes para o Rio pular carnaval com nossas amigas e adoramos as dinâmicas dos blocos de rua. Nos pegávamos perguntando porque esta prática não existia em São Paulo – existia sim, nós é que não sabíamos direito. Daí passamos a frequentar bastante o pré-carnaval de São Paulo, principalmente o bloco Nóis Trupica Mas Num Cai, que realiza concursos de marchinhas. Pensamos então em nos escrever com uma marchinha feminista, ficamos pensando em como homenagear as mulheres e também valorizar a cidade… E todos os pontos nos levaram a Rita Lee. A marchinha a gente nunca inscreveu, mas o bloco rolou.

Como foi o desfile do ano passado?
O ano passado foi uma loucura, nossa expectativa de público eram de 300 pessoas e apareceram 7 mil. Enfrentamos muitos desafios sobre como fazer a logística toda funcionar, foi um intenso aprendizado. Este ano já estavamos mais preparados para o crescimento, tivemos entre 10 e 12 mil pessoas no desfile de rua no dia 30 de janeiro.
Foram 40 músicas de todas as fases da Rita Lee adaptadas para ritmos carnavalescos como frevo, carimbó, marchinha, ciranda, e uns mais atuais como o funk carioca. Difícil foi pensar em como acomodar cada música para o arranjo não ficar forçado, foi um grande desafio. O percussionista Abuhl Jr. me ajudou bastante nestas transições. Este ano sentimos que conseguimos assentar e desenvolver com calma estas transições, porque o volume de material é muito grande. Ano passado terminamos o percurso e ainda tinha metade do show pra tocar. O show de rua do Ritaleena dura quatro horas, às vezes mais…
Os figurinos também são parte fundamental do bloco, todos os integrantes vão vestidos com temas das músicas dela, é um jeito de revisitar as personagens que ela criou, o Doce Vampiro, o Índio Pelado pintado de verde de “Baila Comigo”, a guerreira Bwana. É um pouco criar com a criatura e não com o criador. O bloco tenta dar vida a estas poéticas, mais sobre o que as músicas falam do que um relato biográfico documental da vida da Rita.

E como foi o crowdfunding do bloco para este ano?
Crowdfunding é uma tática de guerrilha. Dá um super trabalho, neste ano a gente fez uma campanha super engraçada inspirada em virais da internet, foi um sucesso de público, mas é dificil converter likes em doações mesmo. Ainda é a única maneira que o bloco se financia. Este ano conseguimos um patrocínio de uma cervejaria que ajudou a complementar o financiamento. Mas na hora inicial do “Vamos fazer” a gente só tem o crowdfunding como ponto de partida. Tivemos duas campanhas bem sucedidas, mas tem muita gente que não sabe como os blocos são custeados, as vezes acham que a gente ganha dinheiro da prefeitura, quando não é verdade. Ainda dependemos do crowdfunding.

Carnaval 2016 pra vocês vai ser só o desfile de pré-carnaval e a festa mesmo?
Temos o Bailee Ritaleena na sexta e estamos examinando a possibilidade de fazer outro show no pós-carnaval. Mas este ano fizemos um ensaio geral no Bar Brahma antes do desfile, coisa que no ano passado não aconteceu.

A Rita já sabe do bloco?
A Rita Lee sabe do bloco sim. Ano passado mantivemos contato com a empresária dela. Ela nos agradeceu a homenagem numa nota que saiu na Monica Bergamo da Folha. Este ano conseguimos que um amigo dela subisse no trio e filmasse toda a multidão cantando músicas dela e gritando “Rita Lee eu te amo” e mandasse para ela por whatsapp. Foi demais! Todos anos a família Lee recebe religiosamente camisetas do bloco. Queríamos muito um alô mais pessoal dela, mas respeitamos muito a privacidade dela. Não queremos incomodá-la.

O que vocês têm achado dessa retomada do carnaval de rua? O quanto isso é político?
Achamos maravilhoso. A idéia de reconquista do espaço público em São Paulo não é exclusiva do carnaval, isso já faz um tempo, iniciativas como o Festival Baixo Centro, as movimentações do Largo da Batata, as manifestações de junho, fomentaram um pensamento de ocupar a rua do qual o carnaval também pertence. Porém, não podemos deixar de lembrar que é carnaval, e o sentido do carnaval também é a zueira e nela suas transgressão. O carnaval precisa ser espontâneo, vemos alguns blocos tocar muito na tecla do “retomada do espaço publico” mas de maneira protocolar, quase encaretando a coisa.

E depois do carnaval, hibernam até o ano que vem ou têm outros projetos?
Essa é uma boa pergunta. O Bloco Ritaleena é essencialmente um projeto de carnaval, não existe pretensão de usar peruca vermelha o ano todo, muito acontece sob demanda. Mas temos vontade de acordar da hibernação ano que vem um pouco antes…