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Loki

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Música nova do duo californiano Poolside, “And The Sea” sai como trilha sonora do verão do hemisfério norte, mas bem que podia aproveitar pra abrir o sol nesse inverno interminável. Ou ao menos um sol interior…

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O primeiro trailer de American Gods prova que a série vai acontecer e que mantém a fidelidade ao tom do livro original – comentei mais sobre isso no meu blog no UOL.

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Lana Del Rey está rascunhando seu disco novo desde o início do ano (quando postou no Instagram que já estava em estúdio) e essa semana ela mostrou uma das primeiras canções que podem aparecer em seu novo trabalho, ainda sem previsão de lançamento. “Super Movie” ainda tem cara de demo e não parece tão distante de suas músicas anteriores – e a “Copacabana” citada no primeiro verso é mais um hotel vagabundo ou um cassino latino batizado com o nome da praia carioca do que uma referência nominal ao Rio.

Na verdade, a música nova recicla o início do refrão (“Spin me around kiss me in your Chevrolet / I love you more with each and everyday”) de uma música velha que ela nunca registrou oficialmente, “On Our Way”:

Talvez ela não tenha fechado a tampa de sua primeira fase transformando seus três primeiros discos (Born to Die, Ultraviolence e Honeymoon) no marco inicial de sua carreira. Talvez “Super Movie” sequer entre no novo disco. Mas se estávamos esperando uma mudança mais firme, ela ainda não deu sinal…

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Surgem as primeiras cenas com o elenco orginal, confirmando que a continuação do clássico dos anos 90 é uma realidade – vê lá no meu blog no UOL.

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Nossa querida Courtneyzinha transforma um lamento sobre o sentido da vida confundido com tentativa de suicídio em uma oportunidade de estar com seus amigos e compadres ao estilo Saturday Night Live – e assim o clipe de sua “Elevator Operator” é um desfile de participações especiais que incluem o trio Sleater-Kinney e o líder do Wilco Jeff Tweedy como personalidades mais conhecidas, mas também inclui uma série de nomes famosos em sua terra-natal Austrália mas semidesconhecidos (ou simplesmente anônimos) para o resto do mundo. Gostei de ver que ela chamou os líderes de duas bandas de seu país que eu acompanhei em momentos distintos da vida: o Tim Rogers da banda You Am I (fãs de Big Star podem ir atrás) e o Vincent Vendetta do Midnight Juggernauts (minha banda favorita da cena dance local que deu ao mundo nomes como Cut Copy, Miami Horror, Bag Raiders e Van She).

Abaixo, a lista das participações especiais em ordem de aparição, como ela mesma colocou na descrição do clipe:

Sleater-Kinney
Glory! Bangs
Courtney Barnett
Bones Sloane & Dave Mudie
Magda Szubanski
Tim Rogers
The Finks
Tweedy
The Drones
Garret & Will Huxley, Gabi Barton
Sunny Leunig
Vincent Juggernaut
Tain Stangret
Izzi Goldman and John
Nicholas & Thea Jones
Batpiss
Loose Tooth
Camp Cope
Jo Syme (Big Scary)
East Brunswick All Girls Choir
Paul Kelly
Michael Leunig
Meaghan Weiley, Jess Tyler, Thommy Taranto (Milk! Records)
Jen Cloher
Fraser A. Gorman
Ouch My Face
Marni Kornhauser & Radar Rad

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O grupo instrumental paulistano faz uma série de shows a partir deste fim de semana para lançar seu disco mais recente, Medo de Morrer / Medo de Tentar, em vinil. O primeiro acontece neste sábado, dia 23, no Centro Cultural São Paulo (23/7), o segundo é no Z Carniceria na sexta dia 29 e o terceiro na terça, dia 9 de agosto, no Sesc Pompeia. O grupo está sorteando através do Trabalho Sujo uma cópia de seu novo disco e um par de ingressos para vê-los ao vivo no show deste sábado (atualização: a promoção terminou no dia do show). Para concorrer, escreva nos comentários que banda funcionaria bem numa jam session com eles. O disco você escuta a seguir:

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Que belezinha… Já está à venda.

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Tô pra falar isso há um tempo, mas nunca é tarde comentar a nova música da MC Carol, com produção do Leo Justi. Com “Delação Premiada”, a funkeira assume um inusitado lado gangsta e puxa ainda mais o coro da nova música de protesto no Brasil, saca só:

Olha a letra aí embaixo:

Troca de plantão a bala come a vera
Ontem teve arrego, rolou baile na favela
7 da manhã, muito tiro de meiota
Mataram uma criança indo pra escola

Na televisão a verdade não importa
É negro favelado, então tava de pistola
Na televisão a verdade não importa
É negro favelado, então tava de pistola

“Uma câmera de segurança flagrou um adolescente sendo baleado a queima roupa por policiais”

Cadê o Amarildo? Ninguém vai esquecer
Vocês não solucionaram a morte do DG
Afastamento da polícia é o único resultado
Não existe justiça se o assassino tá fardado

Na televisão a verdade não importa
É negro favelado, então tava de pistola
Na televisão a verdade não importa
É negro favelado, então tava de pistola

3 dias de tortura numa sala cheia de rato
É assim que eles tratam o bandido favelado
Bandido rico e poderoso tem cela separada
Tratamento VIP e delação premiada

“Por que que tinha luva no local antes da perícia chegar?
Por que que tinha sangue no muro?
Ele foi torturado até a morte, DG do bonde da madrugada pela PM da pacificação até a morte”

Na televisão a verdade não importa
É negro favelado, então tava de pistola
Na televisão a verdade não importa
É negro favelado, então tava de pistola

O negócio é sério… Palmas pra ela.

Qual foi o nervo psicológico coletivo que essa série acertou? Obviamente há o ar nostálgico, mas não é só isso. Será que também há uma nostalgia em cima de uma paranoia do passado? Será que é o ar de esperança que a série parece abrir em uma época tão sombria? Será que faltam novos protagonistas pré-adolescentes? Ou é a saudade de uma época pré-digital?

wllbyers

Esse poster apareceu durante a Comic Con de San Diego.

strangerthings

A nova série do Netflix canaliza os anos 80 através de filmes do Spielberg, de Stephen King e John Carpenter – e é tudo isso que estão falando. Escrevi sobre ela lá no meu blog no UOL.