Depois de uma temporada brilhante do Tatá Aeroplano para inaugurar e abençoar a música no Centro da Terra, é a vez de entrarmos em território desconhecido. O dono das segundas-feiras de abril é o instigante Negro Leo, que acaba de se mudar do Rio de Janeiro para cá com mulher e filha e usa o mote da chegada na cidade para construir esta obra aberta em quatro atos chamada Chega em São Paulo. São quatro noites entre o ruído e a melodia, a canção e a desconstrução, a música e o silêncio, em que ele convida nomes como Juliana Perdigão, Maria Beraldo Bastos, Jonathan Doll, Cibelle, Dustan Gallas, Zé Nigro, Thomas Harres, Ava Rocha, Rafael Montorfano, Dellani Lima, Filipe Nader, Ivan Gomes, Bruno Schiavo, Farme & Hixizine, Paulinho Fluxus e eventuais surpresas nos dias 3, 10, 17 e 24 de abril. Mas quem toca que dia? Quem toca o quê? Que músicas vamos ouvir? Vamos além da música? Teatro, performance, dança, cinema e luz – quais são os limites que traduzem as expectativas sobre a chegada de Negro Leo em São Paulo? Conversei com ele sobre esta temporada que começamos na semana que vem. Vem com a gente.
Conhecer São Paulo
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O cartaz da temporada no Centro da Terra
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A rotina em São Paulo
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O que é Chega em São Paulo
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Começamos com o pop psicodélico sem letras discerníveis do Frito Sampler, passamos pelo encontro intimista ao lado de Bárbara Eugenia e depois fomos à outra galáxia guiado pela pista de dança espacial do Zeroum – e agora é hora de encerrarmos este primeiro mês de emoções ao lado de Tatá Aeroplano com seu disco mais recente ao vivo. O show do Step Psicodélico, que fecha a primeira temporada da minha curadoria no Cetro da Terra, conta com a presença dos mesmos Júnior Boca, Dustan Gallas, DJ Marco e Bruno Buarque que já acompanham Tatá há anos e ferve a segunda-feira com particiapações especiais do Peri Pane, Julia Valiengo e outras surpresas. Conversei com o Tatá sobre o show deste dia 27 e ele ainda fez um balanço do impacto desta temporada em sua carreira. Mais informações sobre o show de hoje (que começa pontualmente às 20h, não se atrase!) neste link. E já já eu digo quem assume o comando do Centro da Terra no mês de abril!
15 anos de Tatá Aeroplano: Como Tatá Aeroplano conheceu Júnior Boca, Dustan Gallas, Bruno Buarque e DJ Marco
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15 anos de Tatá Aeroplano: Tatá Aeroplano fala sobre experiência de gravar com estes músicos há tanto tempo
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15 anos de Tatá Aeroplano: Tatá Aeroplano lembra desde quando ele não toca junto com estes mesmos músicos
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15 anos de Tatá Aeroplano: Tatá Aeroplano fala de um novo disco que ele já tem pronto para gravar com estes músicos
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15 anos de Tatá Aeroplano: Tatá Aeroplano fala sobre como estão as gravações de seu disco em dueto com Bárbara Eugenia
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15 anos de Tatá Aeroplano: O que pode-se esperar do último show da temporada no Centro da Terra
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15 anos de Tatá Aeroplano: Um balanço sobre a temporada em março de 2017
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O novo disco do Gorillaz, apresentado esta semana, chama-se Humanz e reúne, pela primeira vez em disco, os antigos rivais Damon Albarn e Noel Gallagher. além de várias outras participações especiais. Falei mais sobre o lançamento do novo disco no meu blog no UOL.
A banda de desenho animado Gorillaz encerrou a semana escancarando tudo sobre seu novo álbum, que vinha sendo anunciado no conta-gotas desde o ano passado. Além do título e da data de lançamento (Humanz será lançado dia 28 de abril), o grupo ainda revelou a capa, a ordem das músicas (tanto da versão simples quanto da versão deluxe) e quatro novas músicas. Uma delas, especificamente, é um registro histórico de uma colaboração entre dois dos maiores rivais da música pop recente, quando a faixa “We Got the Power” reúne finalmente dois gênios do pop contemporâneo, Damon Albarn e Noel Gallagher, em uma mesma gravação.
Líderes respectivamente do Blur e do Oasis, os dois popstars ingleses alimentaram uma rivalidade no auge de suas bandas, na última década do século passado, quando disputavam o trono do pop inglês dos anos 90, na cena conhecida como britpop. A rusga foi amaciando com o passar dos anos e os dois até subiram juntos no palco para tocar músicas um do outro em diferentes ocasiões, mas “We Got the Power” é a primeira vez que os dois gravam algo juntos. Damon, um dos donos do Gorillaz, sempre elogiou o trabalho de Noel, mesmo quando suas duas bandas batiam boca em público, e comemorou a presença do ex-rival em seu disco, em entrevista à rádio inglesa X: “É demais, ele é fantástico no estúdio. É bom quando você vê como alguém faz o seu trabalho. Ele é ótimo”. Na mesma entrevista, ele disse ter chamado Jenny Beth, das Savages, para “tirar um pouco da testosterona” da faixa. O curioso é que Noel não está creditado oficialmente na faixa, enquanto Jenny está.
Além de “We Got the Power”, a banda fictícia também mostrou outras músicas do novo disco em vídeos específicos, como “Saturnz Barz (Spirit House)”, com vocais do rapper Popcaan:
“Ascension”, com vocais de Vince Staples:
E “Andromeda”, com vocais de D.R.A.M.:
As quatro novas faixas foram reunidas em um clipe 360 graus dirigido por Jamie Hewlett, o outro dono dos Gorillaz:
A capa de Humanz é essa:
E essa é a relação com todas as músicas da edição simples:
“Ascension (feat. Vince Staples)”
“Strobelite (feat. Peven Everett)”
“Saturnz Barz (feat. Popcaan)”
“Momentz (feat. De La Soul)”
“Submission (feat. Danny Brown and Kelela)”
“Charger (feat. Grace Jones)”
“Andromeda (feat. D.R.A.M.)”
“Busted and Blue”
“Carnival (feat. Anthony Hamilton)”
“Let Me Out (feat. Mavis Staples and Pusha T)”
“Sex Murder Party (feat. Jamie Principle and Zebra Katz)”
“She’s My Collar (feat. Kali Uchis)”
“Hallelujah Money (feat. Benjamin Clementine)”
“We Got The Power (feat. Jehnny Beth)”
E estas são as faixas extra da edição deluxe:
“The Apprentice (feat. Rag’n’ Bone Man, Zebra Katz, and RAY BLK)”
“Halfway To The Halfway House (feat. Peven Everett)”
“Out Of Body (feat. Kilo Kish, Zebra Katz, and Imani Vonshà)”
“Ticker Tape (feat. Carly Simon and Kali Uchis)”
“Circle Of Friendz (feat. Brandon Markell Holmes)”
O grupo também apresentou-se ao vivo na sexta-feira, mostrando a íntegra do disco pela primeira vez frente ao público da casa Printworks, em Londres. Como o disco, o show estava repleto de convidados, como Noel Gallagher, Danny Brown, Pusha T, Jehnny Beth, Anthony Hamilton e De La Soul (veja a apresentação ao lado destes últimos, na faixa “Momentz”):
Mas nada de Snoop Dogg. Hmmm…
Robert Rodrigues, autor de Machete, Sin City, Spy Kids e Planeta Terror assume o comando da inevitável ressurreição do clássico de John Carpenter, Fuga de Nova York, que já tem roteirista e premissa definida – escrevi sobre isso no meu blog no UOL.
Quem aguenta mais remakes? Hollywood, certamente. Em vez de apostar em novas histórias e novos personagens, os grandes estúdios norte-americanos preferem insistir em adaptar histórias de outras mídias ou requentar franquias do passado como apostas cheias, em vez de buscar novos rumos para o próprio futuro. E entre as inúmeras adaptações, recriações e ressurreições previstas para um futuro próximo está a do clássico Fuga de Nova York, uma das primeiras ficções científicas distópicas a inaugurar a era da psicodelia digital que hoje nos referimos como cyberpunk. E embora a simples menção de uma nova versão do filme possa provocar sono nos fãs do original, uma nova especulação sobre um possível diretor para esta má ideia pode tornar tudo mais interessante: a 20th Century Fox, que bancou o filme de 1981, quer que Robert Rodriguez seja o novo diretor.
Fuga de Nova York é destes filmes B dos anos 80 que anteviram as transformações dos anos seguintes, além de um ótimo filme de ação. Conta a história de uma Nova York transformada em prisão de segurança máxima cujos prisioneiros tomam o próprio presidente dos Estados Unidos como refém depois que o avião presidencial cai sobre a cidade. Para resgatar o político, o governo chama um dos melhores heróis de ação daquela década, o Snake Plissken vivido por Kurt Russell, que tem menos de vinte e quatro horas para trazê-lo de volta senão uma bomba que foi injetada nele mesmo explodirá. O filme aprofunda-se na crise urbana da Nova York dos anos 70 usando a ficção científica como metáfora e traz um elenco de notáveis que reúne Lee Van Cleef, Ernest Borgnine, Adrienne Barbeau, Donald Pleasence, Isaac Hayes e Harry Dean Stanton. É um dos vários clássicos do diretor John Carpenter, que abriu caminho para outros filmes como Blade Runner, O Exterminador do Futuro, Robocop, Akira, 1984, Brazil e Videodrome, moldando um futuro bem diferente daquele previsto nos anos 60, entre Jetsons e 2001.
Controverso, Rodriguez é um dos diretores mais fiéis à fórmula do faça-você-mesmo e autor de novos e divertidos clássicos que misturam ação, thriller, comédia e horror – Um Drink no Inferno, Planeta Terror, A Prova Final, Machete, Sin City e El Mariachi são filmes que acompanharam a tendência de ultraviolência da cultura pop atual, testando limites e misturando gêneros antes pré-estabelecidos. Sua estética é irmã de seus modos de produção e ele também é conhecido por abandonar Hollywood para criar seu próprio estúdio em seu estado-natal, o Texas, onde criou a sede de seu Troublemaker Studios. Lá ele também produziu filmes voltados para o público infantil que garantiram seu sustento sem necessariamente trair suas intenções: sua série de filmes Spy Kids, Shorts e As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl traçam uma ótima introdução para a violência de desenho animado dos seus filmes adultos.
Recentemente Rodriguez voltou a flertar com Hollywood, e ele é o coprodutor e diretor de Alita: Battle Angel, adaptação do mangá de mesmo nome, ao lado de James Cameron em sua Lightstorm Entertainment. O filme, que deve estrear em 2018, é produzido pela 20th Century Fox e provavelmente esta nova proximidade está trazendo Rodriguez a bordo do remake de Fuga de Nova York, segundo o site Tracking Board, especialista em furos deste tipo.
A volta para a Nova York de Snake Plissken, imortal mercenário vivido por Kurt Russell no clássico filme de John Carpenter, no entanto, não é novidade. A Fox já vem tentando reviver o filme original há uma década, trocando de escritores e diretores sem que haja um projeto de fato em andamento. Até o final do ano passado, quando Neal Cross, criador da série Luthor, da BBC, foi confirmado como o autor da história do novo filme, que não deve ser um remake e sim um prequel. Se você não quer saber o que pode ser o novo filme, coloquei uns gifs animados do clássico de 1981 para que você não corra o risco de saber spoilers sobre a nova história.
Como Cross disse ao site The Wrap, a nova história se passa antes de Manhattan ter se tornando uma prisão a céu aberto e vamos descobrir porque Snake Plissken não se dá bem com o governo dos Estados Unidos. O filme também fala de um furacão que se aproxima da cidade e nos apresenta a um novo vilão, Thomas Newton, um playboy dono de empresas de biotecnologia e agroquímica. Ele não começa em Nova York e mostra um planeta decadente, em que 75% da população mundial é considerada fora da lei. O filme, no entanto, ainda nem entrou em fase de pré-produção e quando é assim tudo pode mudar.
Parece uma boa história, nem precisava ter nada relacionado a Fuga de Nova York, né? Mas Hollywood insiste.
Formada por integrantes ou ex-integrantes do Tame Impala, o Pond navega pelos mesmos mares lisérgicos do grupo de Kevin Parker, mas aos poucos vem ensaiando um distanciamento que parece que irá acontecer no disco que a banda australiana, liderada pelo multiinstrumentista Nick Allbrook, lança no próximo mês de maio. O grupo começou a mostrar o disco ainda no ano passado, quando lançou a pesada “3000 Megatons” na época da eleição de Trump:
https://soundcloud.com/pondling/pond-30000-megatons
No começo do ano, lançaram o primeiro single do novo disco, agora anunciado com o título de The Weather, mostrando a música “Sweep Me Off My Feet”:
E agora mostram a faixa=título:
As duas músicas trazem o grupo para o epicentro de uma psicodelia típica do século 21, moldada pelo Flaming Lips na primeira década do século e seguida por diferentes grupos como MGMT, Passion Pit e Unknown Mortal Orchestra, bem longe das praias retrô – 70 ou 80 – seguidas pelo novo Tame Impala. The Weather já está em pré-venda e esta é a capa do álbum:
E essas são as faixas do novo disco, que será lançado dia 5 de maio:
“30000 Megatons”
“Sweep Me Off My Feet”
“Paint Me Silver”
“Colder Than Ice”
“Edge Of The World Pt. 1”
“A/B”
“Zen Automaton”
“All I Want For Xmas (is A Tascam 388)”
“Edge Of The World Pt. 2”
“The Weather”
O artista honconguês Simon Birch inaugurou em março, em Nova York, uma ambiciosa exposição pessoal no centenário antigo prédio dos correios norte-americanos, próximo à Penn Station, à Bolsa de Valores de Nova York e à Wall Street. Chamada de 14th Factory, ela custou três milhões de dólares – bancada parcialmente por ele, por doadores particulares e por uma campanha no Kickstarter – e é inspirada pela Jornada do Herói de Joseph Campbell, com diferentes abordagens sobre o monomito do livro citado, em que o mitólogo explica que só há uma única narrativa de aventura, contada com personagens diferentes em diferentes culturas. E para exemplificar isso com uma saga essencialmente pop, Birch recriou o quarto da última cena do 2001 de Kubrick – uma jornada do herói por excelência – em um dos ambientes da exposição.
Contou o fato de que um dos parceiros de Birch, seu conterrâneo arquiteto Paul Kember, ser sobrinho dos dois criadores do quarto original, já que Kubrick ou destruía ou arquivava tudo que havia filmado logo após o fim da produção. “Foi um tributo pessoal recriar um projeto que meus tios realizaram há quase 50 anos”, disse Kember ao South China Morning Post.
I feel you, bro.
Depois de passar a quinta-feira instigando os fãs no Instagram com o número quatro em algarismos romanos, o rapper Kendrick Lamar lançou a faixa “The Heart Part IV” nesta sexta-feira, batendo em Donald Trump e deixa no ar a (“Y’all got ‘til April the 7th to get ya’ll shit together”) possibilidade de um novo disco estar vindo em abril.
Eis a letra da nova música, que começa meio soul manhoso e depois cai no gangsta jazz pesado:
“Don’t tell a lie on me
I won’t tell the truth ‘bout you
Don’t tell a lie on me
I won’t tell the truth ‘bout you30 millions later, my future favors
The legendary status of a hip-hop rhyme savior
Travel round the atlas in this spaceship candy-coated
My day shift’s been devoted to fuckin’ up bundles of paper
Pi equals 3.14
The devil’s pie is big enough to justify the whole thing
Wait up
Lampin’ in Jamaica, the cloud’s turnin’, my thought’s turnin’
Burnin’ castor oil, I been determined to make an earnin’
This seed in this soil is classified
I’m satisfied when I strategize my kid’s future
I ain’t sanctified enough to say that I won’t shoot ya
I done vandalized the industry full circuit
The earthiest slash thirstiest nigga you know versus this
Scum of a land that transcend two surfaces
The richer the poorer, the bigger the picture
The more blood pours, but…Don’t tell a lie on me
I won’t tell the truth ‘bout you
Don’t tell a lie on me
I won’t tell the truth ‘bout youMy fans can’t wait for me to son ya punk ass and crush your whole lil shit
I’ll Big Pun ya punk ass, you a scared little bitch
Tiptoein’ around my name, nigga, ya lame
And when I get at you, homie, don’t you just tell me you was just playin’
Oh I was just playin’ with you K-Dot, c’mon
You know a nigga rock with you, bro
Shut the fuck up, you sound like the last nigga I know
Might end up like the last nigga I know
Oh, you don’t wanna clash? Nigga, I know
I put my foot on the gas, head on the floor
Hoppin’ out before the vehicle crash, I’m on a roll
Yellin’, “One, two, three, four, five
I am the greatest rapper alive”
So damn great, motherfucker, I’ve died
What you hearin’ now is a paranormal vibe
House on the hill, house on the beach, nigga (facts)
A condo in Compton, I’m still in reach, nigga (facts)
I’m fresh out the water I’m ‘bout to breach, nigga
The five-foot giant woke up out of his sleep, nigga
Oh yeah, oh yeah, more cars, more leers
More bars, no peers, no scars, no fear, fuck y’all, sincere
I heard the whispers, I curved the whispers, you know what the risk is
Earth indigenous, ya body reverting to stiffness
The whole world goin’ mad
Bodies is adding up, market’s about to crash
Niggas is fake rich, bitches is fake bad
Blacks that act white, whites that do the dab
Donald Trump is a chump, know how we feel, punk
Tell ‘em that God comin’
And Russia need a replay button, y’all up to somethin’
Electorial votes look like memorial votes
But America’s truth ain’t ignorin’ the votes
It’s blasphemy, how many gon’ blast for me?
I prophesied on my last song, you laughed at me
Oh, when the shit get brackin’, don’t you ask for me
How many leaders gon’ tell you the truth after me?
G Malone big bro, kudos to him
I was 2 Os from a M, tryna be big as Em
30 millions later my future favors
The legendary status of a hip-hop rhyme savior
Salmon and capers, fame and lawsuits
You looking at me in Chucks, I’m looking at y’all suits
Me and Top Dawg playing rock-paper-scissors in court
And real hustler lose money just to go get some more
I said it’s like that, drop one classic, came right back
‘Nother classic, right back
My next album, the whole industry on the ice pack
With TOC
You see the flames and my E-Y-E’s
It’s not a game and the whole world is going mad, daddy
It’s sad, daddy
My only advice? Go and get you a bag, daddy
Lee Baca, on trail tryna portray a boxer
Beatin’ up on my niggas while the COs watch ‘em
Tables turned, lesson learned, my best look
You jumped sides on me, now you ‘bout to meet Westbrook
Go celebrate with your team and let victory vouch you
Just know the next game played, I might slap the shit out you
Technical foul, I’m flagrant, I’m foul
They throwin’ me out, you throw in the towel
Look at the crowd, they (Nah, I don’t like that)
Look at my smile, I’m smirking
Calm but urgent (That ain’t the style, fuck)
So many verses, you live in denial (Fuck)
So many verses, I never run out, what?
You making him nervous, the music is loud
Hoe, Jay Z Hall of Fame, sit your punk ass down (Sit yo’ punk ass down)
So that means you ain’t bigger than rapping (What else?)
So that means no more playing the backseats (What else?)
My spot is solidified if you ask me (What else?)
My name is identified as “that king”
I’ll let y’all worry about a list, I’m on some other shit
A difference between accomplishments and astonishments
You know what time it is, ante up, this is in forever
Y’all got ‘til April the 7th to get ya’ll shit togetherLet’s get it!
Look look, on foenem

Planet Hemp no Japão no fim dos anos 90 (Fonte: Página do grupo no Facebook)
Os três discos do supergrupo de rap carioca Planet Hemp finalmente chegam às plataformas de áudio digital. Usuário, Os Cães Ladram e Homem-Fumaça formam não só uma trilogia de amadurecimento de algumas das personalidades mais importantes do pop nacional hoje, como o crescimento da cena hip hop no Rio de Janeiro (e também no Brasil) e uma das discografias mais ponta-firme da música brasileira. Quem sabe, sabe:
Usuário (1995)
Os Cães Ladram Mas a Caravana Não Para (1997)
A Invasão do Sagaz Homem Fumaça (2000)
Agora só falta a versão do Sagaz Homem Fumaça em vinil… e um disco de… inéditas? Como é essa história?
Era inevitável que alguém iria fazer essa colagem, afinal os próprios produtores de Rogue One devem tê-la repassado inúmeras vezes antes de fechar na versão final.
https://vimeo.com/209263699
Que demais.













