Alguém anotou a placa desse show do Franz Ferdinand em São Paulo? Se não fosse o do Radiohead, teria sido show do ano, fácil, fácil. Mas há quem espere o Faith No More, o Sonic Youth ou o Primal Scream.
E não só dele: boa parte do funk brasileiro e do groove black dos anos 70 é evocado no disco Rádio do Canibal, do DJ BK-One, que ainda tem participação de gente do Roots, do Wu-Tang, do Atmosphere, entre outros.
Neil Young sobre Bob Dylan.
Franz Ferdinand – “This Fire”
Foi bom.
Franz Ferdinand – “Tell Her Tonight”
Foi bem bom.
Franz Ferdinand – “Ulysses”
Foi bem foda.
Franz Ferdinand – “40′”
Melhor show de rock no Brasil do ano – e só não foi o melhor show porque o Radiohead (que já ultrapassou esse formato, “rock”) deu as caras por aqui. Só “Lucid Dreams” (que começou funk rock e depois descambou numa electera entre o antônimo do Justice e a resposta européia ao LCD Soundsystem – alguém viu se tem vídeo disso? Foram mais de 10 minutos, quase 20) valeu a noite, mesmo com todo aperto, sufoco e o fato de pelo menos um terço do público presente não estar ali pelo show – e sim pela social. Nesse sentido, o show dos caras no Motomix foi mais contangiante – o espaço era maior, dava pra dançar. Mas, na boa, maior privilégio ver os caras ainda no ano de lançamento de Tonight, que não saiu dos meus 10 melhores discos do ano desde que foi lançado, em janeiro. Ano que vem eles voltam.
Como qualquer um que vá resenhar um show de Lily Allen, Arnaldo aproveita pra recontextualizá-la e usá-la como gancho para falar das transformações que estamos vivendo nessa geração.
O original tá aqui – fodaço, como de regra. E o Multishow disponibilizou em seu site trechos do show dela aqui no Brasil – vale assistir porque, apesar dessa pisada na bola, ela manda bem.
São alguns dos cenários cogitados pelo livro Masterpiece Comics, que se propõe a revisitar clássicos da literatura através de personagens de quadrinhos. Além dos dois exemplos acima (dá pra ver mais páginas aqui), o livro ainda traz O Retrato de Dorian Grey revisto via Little Nemo e o Super-Homem vivendo O Estrangeiro, de Camus. Parece foda.
“I have come here to chew bubblegum and kick ass…”
They Live, John Carpenter, filmaço!




