Trabalho Sujo - Home

Loki

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Ewoks bêbados

Ewoks brigando, ewoks fazendo moonwalk, a porra toda… Dica do Danilo.

4:20

Um manifesto da Adbusters. Se alguém se dispor a traduzir…

Tom Zé x Lulina

O Capanema filmou o show da Lulina tocando Tom Zé. Alguém mais gravou mais algo?

Supercordas na MTV

A MTV faz bem em apostar no Supercordas. A banda psicodélica carioca é uma dessas pequenas jóias escondidas do pop brasileiro desta primeira década do século, que merece ser cultivada com esse cuidado, deixando rolar. Quem avisou das vinhetas (10 ao todo) foi o Vítor, que também as dirigiu.

4:20

A nova do Yeasayer

Bem boa essa música nova do Yeasayer, que apareceu no ano passado com ares de subir na mesma velocidade que o MGMT, mas não contou com uma grande gravadora bancando a aposta. “Ambling Alp” flutua entre a psicodelia do Brooklyn característica da banda rumo às músicas mais dançantes do Grizzly Bear. O disco novo, Odd Blood, está para sair agora em janeiro e algumas faixas já apareceram (“O.N.E.“, “Madder Red“, “I Remember“, “Tightrope” e a própria “Ambling Alp“) em shows da banda.


Yeasayer – “Ambling Alp

A Babee me indicou esse texto do Sean T. Collins, do Savage Critic, sobre o Cavaleiro das Trevas 2, de Frank Miller, e como ele se relaciona com a época em que vivemos. Repasso a dica:

But golly, it sure seems prescient now, huh? Here we are, in the post-electroclash, post-Neptunes, post-DFA era. The hot indie-rock microgenre is glo-fi, which sounds like playing a cassette of your favorite shiny happy pop song when you were three years old after it’s sat in the sun-cooked tape deck of your mom’s Buick for about 20 years. And my single favorite musical moment of last year, as harrowing as those songs are soothing, was the part of the universally acclaimed Portishead comeback album that sounded exactly like something from a John Carpenter film score.

É quando ele aponta para ouvirmos o seguinte trecho de “Machine Gun”, do Portishead, aos 4 minutos do vídeo abaixo:

É um ponto, realmente. Perceba como as trilhas de Carpenter (compostas pelo próprio diretor, diga-se de passagem), têm a ver com artistas atuais tão diferentes quanto Daft Punk, Chromeo, Midnight Juggernauts, Kanye West, Cut Copy, Mystery Tapes, Washed Out, Justice ou o revival da space disco.

É como se os anos 80, no finzinho de seu revival, finalmente pudesse ser visto como uma época de estética específica, sem juízo de valor, que pode ser definida como uma espécie de vintage 80s, sem canções infantis, tecnopop, hits românticos. Houve um momento, entre o cyberpunk e Doom, que havia uma espécie de psicodelia robô, uma mistura de design futurista com cores neon, como se o Hans Donner ou o design de um Gol GTi pudessem ser apreciados artisticamente. Bem bom.

Bateman

Daqui.