Eu curto o jeito que o cinema inglês – e o próprio imaginário britânico – está se reinventando através de referências norte-americanas (Bronson, acima, é a fórmula Guy Ritchie [Tarantino + videoclipe] dita e feita). Não é a primeira vez: tanto a Swinging London quanto o punk rock foram fórmulas criadas na Inglaterra para perpetrar seus valores seculares. Vamos ver se essa safra, que dá para ser demarcada nos primeiros filmes do Danny Boyle, emplaca dessa vez. Aparentemente, tá rolando.
Ah, o Twitter dos anos 80…
Incrível como esse programa parece um quadro do Onion, sei lá.
Relaxe.
Você está sentindo sono.
E vai esquecer quem você é em 3, 2…
51) Jimi Tenor – Out of Nowhere (2000)
A mais nova melhor rede social de todos os tempos da última semana é o tal do Formspring, que permite que pulhas anônimos e curiosos cara-de-pau perguntem coisas que querem saber sobre você (eu tou lá, mas não pergunta merda que eu xingo a tua mãe). Aparentemente uma idiotice pra perder tempo (como toda rede social), o Formspring, no entanto, pode se tornar uma espécie de We Feel Fine do mal, se tiver um “momentum” em que todo mundo comece a prestar atenção no site (como o Irã funcionou para o Twitter). A prática, no entanto, é pré-digital e a Bean resgatou um caderno de infância que partia do mesmo pressuposto do novo site. A Ana também comentou sobre a semelhança entre os dois formatos. Me preocupa tanto isso: a história digital, tudo bem, ela meio que se autorregistra (cache do Google não existe à toa). Mas e todas essas tradições de quem foi criança, jovem ou adolescente no final do século 21? Alguém tem um compêndio com todas as variações de “Chora Bananeira”? Quais os melhores trotes telefônicos da história antes de isso virar o Mussão, quais os Paretos que não foram gravados?







