Relaxe. Vi aqui.
“Essa juventude de hoje em dia” não deve se lembrar, mas nos anos 80, a revista Circo, editada pelo Luiz Gê e pelo Toninho Mendes funcionava como um contraponto “sério” às outras revistas da editora que a batizava (primeiro a Chiclete com Banana de Angeli, depois a Geraldão do Glauco e finalmente a Piratas do Tietê do Laerte). Além de, ao lado da Animal do Rogério de Campos (que lançou um livro, preciso ler), trazer para o Brasil algum vestígio do que estava acontecendo no quadrinho internacional do resto do mundo que não fosse Mônica, Disney, Marvel ou DC, a revista ainda funcionava como tela em branco para histórias mais longas e sem personagens fixos, terreno em que Gê era mestre e onde Laerte podia começar a mostrar que era mais do que um bom criador de personagens. O lance é que as minhas Circo que eu comprei nas bancas da W3 em Brasília nos anos 80 estão caindo aos pedaços e eu não tenho paciência pra comprar revista em sebo. Ninguém sabe onde eu acho isso, não?

E por falar em plano-seqüência, separei alguns clássicos pra matar o tempo. Começando pelo principal deles, o ousado início de A Marca da Maldade, de Orson Welles. Se ele inventou o cinema em Cidadão Kane, com esse filme ele inventou o cinema B:
Tem vários outros aí embaixo:
Procurando pelos vídeos do Elephant, do Gus Van Sant, achei esse mashup com quatro pontos de vistas de personagens sincronizados entre si. É claro que se você não viu o filme, é melhor não assistir o vídeo abaixo, pois entrega boa parte da história.











