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Loki

Alex Chilton, 1970

E o blog da loja Amoeba lembrou de Alex Chilton nem pelo Big Star nem pelos Box Tops, mas por seu disco homônimo de 1970, que ninguém – tirando tarados por disco como os caras da loja californiana – lembra. Alex Chilton 1970 foge tanto do iê-iê-iê dos Box Tops quanto do rock perfeito do Big Star: a pegada é pantanosa, raunchy, country rock como se ele pudesse ter feito parte de um Creedence Clearwater Revival ácido o suficiente para compor músicas com títulos como “I Wish I Could Meet Elvis”, “The EMI Song” e “All I Really Want is Money”. O disco pode ser encontrado neste link e esta versão para “Jumpin’ Jack Flash” (menos caipira que a média do disco) é uma boa amostra do que dá para esperar dele.


Alex Chilton – “Jumpin’ Jack Flash

Antes do Big Star, Chilton fez parte dos one-hit wonders Box Tops. E o único hit, no caso, é “The Letter”, interpretada acima no programa Upbeat.

Depois do Phoenix, é a vez de Lady Gaga passar pelo crivo do coral PS22.

Ficou bem massa.

Spin de graça

A Spin já foi a revista de música mais importante dos Estados Unidos, quando a Rolling Stone assumiu o ar yuppie e fingia que o rock inglês era um modismo passageiro. Do meio dos anos 80 até quase o fim dos anos 90, a revista não só detectava tendências como consagrava nomes em ascensão, além de ser editada com uma verve estritamente pop, sem pretensões intelectuais, jornalísticas ou deslumbradas. Ela consolidou tanto o rock alternativo dos EUA quanto o pop inglês no início dos anos 90 e tornou-se o contraponto ideal para a caretice da Rolling Stones. Depois, já neste século, se perdeu entre o R&B e o new metal (como o tablóide inglês NME, que só agora parece sair dessa crise), até arriscou um flerte com o indie mainstream, mas perdeu completamente a mão. O melhor é que a revista fechou com o Google Books e agora todas suas edições estão disponíveis online – e de graça.

4:20

21) Lucas Santtana – Sem Nostalgia

22) La Roux

“Brasileira”… Normalmente não curto essas bichices, mas a letra dessa versão ficou boa (“tou vendo a CET” foi foda).

Vi na Bia.

Eis o truco dado pelo Vinícius, sua carta “mais alta”, segundo diz, mas eu acho que é blefe:

Tirei até o Javier Bardem que tava na foto (joguei no bagaço, ninguém quer carta de espada ou paus nesse jogo, só copas e ouro, bem vermelhinho). Fingindo pânico (me engana…), ele pergunta quantas cartas a mais eu tenho. Te respondo: quantas você quiser.

No próximo post vem a minha jogada do dia.

Mas tou pensando numa variação mais interessante desse jogo, que já batizei (eis a tag pra quem pediu) de T-Girls.

E segue o jogo