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Loki

E essa exposição inteirinha dedicada ao He Man que rolou em Los Angeles?

Vi lá no blog do Cruz.

Eu nem acho esse disco do Wilco grande coisa (fãs me apedrejam), mas vale dar uma sacada nessa versão alternativa que mostra, passo a passo, como um disco quase folk cresceu, ganhou corpo, novo produtor e mudou quase que completamente. Vi lá no Bolachas.

Boa cartada, Vinícius. Mas a Scarlett tá fantasiada de palhaça? A minha vai a seguir.

Mas já?

Não custa lembrar: in Dahmer we trust, Malvados é a melhor tira do Brasil hoje.

Curti procurar modelos. Segura essa, Vinícius!

4:20


Delorean – “Stay Close”


Foals – “This Orient”


Arctic Monkeys – “My Propeller”


First Aid Kit – “Our Own Pretty Ways”


Pipettes – “Stop The Music”

E falando sobre esse assunto, no mês passado postei uma lista com planos-seqüências clássicos da história do cinema e qual foi a minha surpresa ao perceber que muita gente quis sugerir mais outras cenas do tipo. Pra quem não sabe, plano-seqüência é uma cena filmada sem cortes, sem edição, com a câmera filmando tudo o tempo todo. Compilei as dicas e elas deram origem à nova lista – e aproveito para agradecer a todos que colaboraram.

O Rodrigo lembrou do Time Code, um filme em que quatro planos-seqüência são superpostos, numa mistura de 21 Gramas/Amores Perros com 24 Horas.

Paul Thomas Anderson, que é um diretor que eu acho médio, também é fã do recurso. O Denis lembrou da cena de abertura do Boogie Nights:

Tem também no Magnólia, mas não achei, como também não encontrei os dois filmes do Amos Gitai, um sobre um feriado judeu e outro sobre o 11 de setembro, sugeridos pelo Daniel. O Du listou Desejo e Reparação, olha essa cena espetacular, mas que tem que ser vista no YouTube porque não dá pra embedar.

A Liv me corrigiu com razão (é raro, mas acontece) ao apontar que o filme de luta que eu listei no post anterior não era do Breaking News: Uma Cidade em Alerta, do Johnny To, e sim de O Protetor, de Tom Yung Goong. A cena do Breaking News é um tiroteio fodão:

O Inagaki mencionou a abertura do Soy Cuba, que só dá pra ser vista sem o áudio original, e a cena do funeral, do mesmo filme:

O Caio lembrou da abertura do Olhos de Serpente, do De Palma (que eu só achei no YouTube dublado em espanhol, mas dá pra ter uma idéia):

De Palma também foi lembrado pelo Leo João no Dália Negra, mas eu também não achei a cena online. O Fabio pinçou todo um episódio da série inglesa Psychoville inspirado no Festim Diabólico (as partes restantes estão nestes dois links):

A abertura do Luz Silenciosa, do mexicano Carlos Reygadas, foi lembrado por Padim:

E pra não dizer que não falei de brasileiros, duas boas dicas de filmes que eu não vi: Outubro, do Murilo Hauser, de Curitiba…

…e Ainda Orangotangos, do camarada gaúcho Gustavo Spolidoro (não tem o plano seqûência, só o trailer, abaixo).

E o Rodolfo lembrou da abertura de Durval Discos, que desce a Teodoro enquanto apresenta os créditos:

Tiveram ainda mais filmes que eu não consegui encontrar, como a cena de abertura do Cradle Will Rock, do Tim Robbins (sugerida pelo Elder), os Intocáveis no elevaodr (dica do Lucas) e Irreversível (lembrado pela Lili). Agradeço de novo a todos e se alguém quiser mandar mais coisa, vamos ver se rende uma parte 3.

(Clipe mesmo eu sei que tem um monte…)

Se você gosta de foto e de música, pare um pouquinho para homenagear a passagem de Jim Marshall, o sujeito por trás de cenas como estas:

Foda, né. Jim morreu dormindo. Tem mais fotos incríveis do cara no site dele e numa galeria feita pela revista Rolling Stone.

Outro dia eu falei do “uai” de Minas Gerais e procurando cenas do filme Ainda Orangotangos do Spolidoro, encontrei essa teoria pro sufixo “tri” abusado pelos gaúchos: