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Loki

Grenade 2011

Quem também começou o ano com música nova na rede foi o Granado. Uma não, duas. Saca só:


Grenade – “Like Space Between Bricks” (MP3)


Grenade – “Im Down Now” (MP3)

Coachellazinho

Viram o Coachella? Achei caído…

Eu na Campus Party

Daqui a pouco falo na Campus Party sobre credibilidade online – mas não sozinho, olha a bula:

“…o assunto fala tanto de Facebook quanto de WikiLeaks, de credibilidade e segurança de informação. O papo será mediado por Gil Giardelli, coordenador do Centro de Inovação e Criatividade da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), e contará com a presença de Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), do jornalista André Forastieri, da editora de mídias sociais do Terra Ana Brambilla, além deste que vos escreve. O debate começa às 11h15, nesta quarta.”

Fizemos, nesta edição do Link, um guia com as principais atrações do evento e estamos mantendo um blog dedicado ao tema. Quem vai?

Daqui.

Vide o BROCHELLA, inventado pelo Clearly Dope.

É sério!

Gonzo descobre o que era o Babaluga e conta o mistério por trás da banda em um post quase de ficção científica.

Procurar informação sobre algo – vídeo, imagem, música – é cada vez mais corriqueiro, automático e preciso, mesmo que o Google esteja se tornado aos poucos mais ineficiente embaixo da montanha de ruído formada por spam, informações duplicadas e bobajadas inúteis disfarçadas de SEO. Todo mundo já fez isso: digitar, passar umas duas páginas, verificar se tem um artigo na Wikipédia, e logo uma história surge.

Mas apesar dessa ilusão de “toda informação do mundo disponível na ponta dos dedos”, o Google e a “internet visível” em si não são tão eficientes nem dispõe de tantos dados quanto se poderia imaginar, e cedo ou tarde qualquer usuário mais chato vai cair em algum tipo de limbo onde as informações sobre determinado assunto parecem existir em um vácuo auto-alimentado de minúsculos dados sem importância real.

Ele continua em seu blog.

Olha essa jóia encontrada pela Helen Hall, diretora da Dig Gallery, em Londres. Em 2005, ela se tornou chefe do departamento de Entertainment Memorabilia, da Christie’s, em Nova York, e fez uma incursão pelas coisas de Marlon Brando e achou que tinha chegado ao fim de sua busca ao encontrar o roteiro de O Poderoso Chefão anotado. Mas eis que ela encontra a carta abaixo, sem data, que vinha com uma sugestão para que ele lesse o ainda não clássico On the Road, de Jack Kerouac, para interpretar seu personagem principal.

“I’m praying that you’ll buy On the Road and make a movie of it…. I visualize the beautiful shots could be made with the camera on the front seat of the car showing the road (day and night) unwinding into the windshield, as Sal and Dean yak…. You play Dean and I’ll play Sal.”

A carta era assinada pelo próprio Kerouac. E no lugar dessa versão obviamente clássica, resta nos contentarmos com o projeto de Walter Salles com Kristen Stewart que, dizem, estréia esse ano.