Trabalho Sujo - Home

Loki

Via Tarnished Angels, santo blog.

Parece sério, mas é Arte:

“When you cut into the present, the future leaks out.”
 from the Brion Gysin/W.S. Burroughs Third Mind


“Mutate or Die” is a bioart project being conceived of and executed by Tony Allard and Adam Zaretsky. Bioart tends to use cutting edge biotechnology as an art making device and specializes in presenting living organisms as art. In this project, a DNA sample from William S. Burroughs will be isolated, amplified and shot into the nuclei of some cells.

What is the process? –

1: Take a glob of William S. Burroughs’ preserved shit
2: Isolate the DNA with a kit
3: Make, many, many copies of the DNA we extract
4: Soak the DNA in gold dust
5: Load the DNA dust into a genegun (a modified air pistol)
6: Fire the DNA dust into a mix of fresh sperm, blood and shit
7: Call the genetically modified mix of blood, shit, and sperm a living bioart, a new media paint, a living cut-up literary device and/or a mutant sculpture.

Of course the process is more involved and detailed than this. As a synopsis, you have the basics. Here are some more details.

É uma situação em que até a frase “que porra é essa?” perde o sentido. Via Io9.

Kátia perguntou, Tulipa respondeu. Muita good vibe junta, putamerda. E ela escolheu a deliciosa faixa-título do disco da Karina:

Uma da banda portuguesa Os Quais:

E “10% Cristão” do namorado dela, Rafael Castro:

Ela ainda aproveita pra indicar uma de 2011:

Bem na onda desses dias de sol.

Nesta sexta, George faria 68 anos.

Que cara.

4:20

E a minha carta é só pra fechar a rodada no mesmo tom que começou (pode não parecer, mas eu curto um senso de encerramento, o tal “closure”), com a líder do Bikini Kill e atual Le Tigre perguntando no peito o que Joan Jett faria? Vamos começar mais outra? Pattoli?

Lissie + ?uestlove

Babee, sempre com um ás na manga.

Segue “Se o Caso é Chorar”, que fez parte da noite em que Lulina cantou Tom Zé dentro do festival Conexões que o Ronaldo organizou na Galeria Olido, em 2009.

Mas seu blog não se chama Mau Humor à toa. Vide o tom do autodocumentário acima e o post que deixou por cima de tudo, com seu currículo como roteirista, ambos entre o “I’m mad as hell” e o mimimi que sempre caracterizou sua obra (vale fuçar em cada link de roteiro, o cara não merece o superlativo do título de graça). E nem tou enchendo a bola do cara só porque ele meu sócio nOEsquema, não – é justo o contrário, a gente só tá nessa junto por admiração mútua (e incluo Mini e Bruno nessa, obviamente). Mas não conhecia esse minidoc que o Bracin linkou outro dia, e resolvi compartilhar.

Baixei quarta passada no +Soma e esses tais Marginals estavam tocando: jazzeira pesada com o Thiago França, que também toca sax e flauta na banda de Lurdez (até filmei o show dela, preciso postar aqui), o Marcelo Cabral no contrabaixo acústico e o Tony Gordin (irmão do Lanny) na bateria. O show tinha um público pequeno (quarta-feira, chuva ameaçando, free jazz), mas isso não impediu os caras se soltarem perdidos rumo a fronteiras sônicas desconhecidas, em improvisos de temas que não têm título. O show faz parte de uma temporada que sempre traz um convidado para a banda e o dessa semana foi o músico Thomas Rohrer, que, com sua rabeca, ajudou o trio a desbravar o desconhecido. O som dos vídeos tá baixinho (o segundo em especial começa quase mudo, só com o baixo), mas vale ver.