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Loki

Brian Burton está criando um novo tipo de artista para o século 21: um que você pode confiar. Nenhum de seus contemporâneos mantém a média de acerto por tentativa que ele, basicamente por desdobrar-se em projetos completamente diferentes e cercar-se só de gente boa. Vale recapitular rapidão? Grey Album, segundos discos do Gorillaz e do Rapture, Modern Guilt do Beck, “Crazy”, Cee-lo e o Gnarls Barkley, disco com o Sparklehorse, o James Mercer do Shins (o genial Broken Bells) e MF Doom e os dois últimos discos do Black Keys. Nem o Radiohead, a Britney Spears ou o Daft Punk têm essa média. Rome, seu novo projeto, inspirado em trilhas sonoras de filmes italianos e composto ao lado de Danielle Luppi (com participações do Jack White e a Norah Jones) é mais um exemplar dessa safra, saca só.


Danger Mouse + Danielle Luppi – “Theme from Rome (MP3)

Uma idéia óbvia: criar uma comunidade para trazer de volta para os palcos a baixista mais foda do rock brasileiro. Curte lá.

Areias do tempo

Uma camiseta fodaça com estampa do Aled Lewis.

Do Guardian, dica da Taís.

4:20

Novos Baianos no Ensaio, em 1973. Coisa fina.

E o cara tá de disco novo

Todo esse papo de Lars Von Trier causando com a lei de Godwin, João Pereira Coutinho com nojinho de mulher pelada (e comparando amamentação com masturbação!), a iniciação sexual de Bolsonaro e Danilo Gentilli fingindo ser politicamente incorreto sem perceber que não mascara a própria escrotice, me lembrou de um dos meus memes favoritos, essa galinha que estraga as piadas logo de saída:

É demais. E aí em seguida eu vejo esse tweet do Antonio Prata, em sincronia:

Um documentário feito em 1987 (“It was twenty years ago today!”), pela PBS norte-americana, sobre o clássico disco dos Beatles. Uma aula de cultura pop.