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Loki

Os gringos até podem comprar, mas eu não gostei da primeira parceria do João Brasil com a Lovefoxxx, talvez único caso em ambas carreiras em que a letra é mais legal do que a música. “L.O.V.E. Banana” fica num meio termo entre o lambada-style que João Brasil tem tentado impregnar a seu set já devidamente funkcariocado e o electropop que o Cansei de Ser Sexy – e a própria Lovefoxxx, em suas incursões como duetos “featuring” – está deixando em segundo plano. O pior é que o potencial de um hit que fosse ao mesmo tempo esculhambado e fino era gigantesco (e é, espero por uma segundinha dos dois), mas o resultado é quase desanimador… Mas o clipe é legalzinho, vale ver.

O primeiro semestre de 2011 é quase uma gravidez da nova safra de discos da cena chillwave. O ano começou com o disco do Toro y Moi e o meio do ano promete, além do disco novo do Washed Out e do Neon Indian, mais um presentinho do Memory Tapes, chamdo de Party Player. Mas antes do disco sair, Dayve Hawk fez essa mixtape pro Gorilla vs. Bear. Então, relaxa…

Memory Tapes – Ghosting Notes] (MP3)

Memory Tapes- “Fell Thru Ice 2″
Cookies- “I Never Dreamed”
Celestial Choir- “Stand On The Word”
Lindisfarne- “Lady Eleanor”
Gandalf – “Me About You”
Amnesty – “We Have Love”
Anna – “Systems Breaking Down”
Memory Tapes – “Worries”
David Bowie – “Win”
Funkadelic – “March To The Witch’s Castle”
Black Keys – “Too Afraid To Love You (Memory Tapes Version)”
Memory Tapes – “Fell Thru Ice”
Memory Tapes – (music from Scott Eastwood art show)
Memory Tapes – “No. 79″

Mas… mas…

Mais especificamente no Comedians, o bar do Rafinha Bastos.

Vi no Twitpic da Bia.

4:20

Tem horas que bate uma saudade da Ana… Não que a gente fosse super broder, que ela frequentasse a minha casa ou saíssemos pra almoçar por puro esporte, mas conviver mais com um ano diariamente do lado dessa menina (puxei ela pra trabalhar comigo no Link, pra quem não a conhece – e hoje ela tá na Holanda) era uma constante fonte de inspiração. Aí quando bate a saudade eu baixo no blog dela, mesmo que pra ler uns textos velhos de novo, só pra imaginar ela falando e mexendo os braços ao mesmo tempo em que a voz dela dava loopings de timbres e ela fazia caras e bocas pra contar histórias loucaças de um jeito completamente amalucado, arregalando os olhos e erguendo as sobrancelhas como estivesse entretendo um bebê. E agora, na Europa, ela não para de viajar – e eu curto o jeito que ela viaja:

Quando eu viajo, eu costumo ser uma companhia frustrante pra maioria das pessoas que viajam comigo. É que eu não sinto vontade, exatamente, de visitar os pontos turísticos “imperdíveis”. Na verdade, eu acho a maioria deles bem perdíveis.

Só que isso geralmente provoca indignação nas pessoas que me perguntam o que eu fiz e onde fui. Na verdade, elas parecem achar meus programas bem entediantes. E acaba que eu fico meio sem graça de contar o que eu fiz, porque pra algumas pessoas, se eu não fui no museu, no bairro dos turistas ou nos monumentos históricos, eu não fiz nada que valesse a viagem.

Acontece que, quando eu viajo, meu barato é ler um pouco sobre a cidade, aprender duas dúzias de expressões, mais meia dúzia de pratos típicos, pegar o mapa e sair andando. Se possível, de bicicleta ou de skate. E aí eu vou vendo as pessoas e os lugares, aprendendo a me locomover, olhando os nomes das ruas, vez ou outra parando em um ou outro ponto turístico que cruzar meu caminho. Gosto de comprar umas tranqueiras, de parar pra comer algo e pedir alguma coisa que eu nunca provei antes na vida.

Nessas, vale ler os posts que ela escreveu sobre o carnaval da Holanda, sobre onde fazer compras no Panamá e sobre o fim de semana que ela passou em Berlim.

Elma x Mombojó


O longo desabafo de Bernardo, do Elma, no Facebook (dá para ler aqui, se você ainda não tá no Feice) parecia apenas um ataque em câmera lenta aos “meninos” do Mombojó – que sentindo-se atacados, logo se defenderam (na linha “não fui eu, foi meu eu lírico”, como comentou o Hominis Canidae), mas revela uma série de fragilidades na base da cena independente brasileira, que ainda adula artistas e os trata como “seres especiais”, quando ter banda deveria ser um trabalho como qualquer outro. Vilanizar o Mombojó é fácil (e não tou nem falando do Elma, que, acho, tá com todo direito de ficar puto com a banda mas da repercussão que isso vem tomando), o buraco é bem mais embaixo…

Biba Meira na bateria! E tocando o primeiro disco na íntegra! Hoje, em DUAS SESSÕES, em Porto Alegre. Incrível! A Zero Hora acompanhou um ensaio pro show de hoje.

:-O

E aposto que ele só não deve ter falado em nazismo aí em cima porque não se lembrou.

Espere até o William responder o que ele acha do fato de eles serem considerados a melhor banda do mundo e a pior banda do mundo ao mesmo tempo – e logo depois aparece uma amostra de quem eram os fãs do grupo na época.