É tudo uma questão de metas.
Mais uma armada pelo Lucio que eu já havia cantado antes por aqui: Warpaint no Brasil em outubro.
E por falar em Royal Trux, que tal essa? Vai ser um show fodaço, ainda mais por ser no Bourbon Street, no final do mês.
Acima, o vídeo que fiz dos caras quando eles tocaram no aniversário de 21 anos da Matador, em Las Vegas.
Enquanto o mercado americano sente a ressaca dos filmes 3D (Cowboys & Aliens, por exemplo, só saiu do papel porque deixaram o filme não ser em 3D), é a vez dos europeus brincarem com a tecnologia. Primeiro Wim Wenders dirige Pina Bausch num filme de dança que promete ganhar um público inédito para esse formato. Depois temos o Herzog pirando em 3D no escuro…
E um pouco antes do show do Flaming Lips no Alexandra Palace, encontrei com o Lucio (o mundo é um lugar muito pequeno), que confirmou que está trazendo o show do Screamadelica para o Brasil, bola que venho cantando há uns tempos. Abaixo, o programa Classic Albums sobre o disco clássico.
Que onda. Via Two Gypsy Hearts.
Já que o humor entrou na pauta da discussão de 2011, deixe quatro dos caras mais engraçados no mundo hoje discutirem sobre o assunto.
Talking Funny foi exibido pela HBO gringa no final de abril – e eu não faço a menor idéia se já passou no Brasil ou se alguém já legendou pro português, mas é incrível – e não apenas engraçado.
“Vamos por partes”, já diria certa metáfora

“He one holy roller…”, em foto da Mariana ♥
“Brixton”, “Tottenham”, “Candem”, “Piccadilly”, “Hammersmith”, “Baker Street”… Me dependurava numa barra de qualquer vagão de metrô de qualquer linha em Londres e a seqüência de nomes inevitavelmente cutucava vãos diferentes do imaginário coletivo. “Tham”, “er”, “‘s”, “Street”, “stead”, “Park”, “High”, “ington”, “Road”, “sway”, “St.”, “ptom” – sufixos e prefixos que precedem conhecimentos seculares inteiros e trazem diferentes Londres à imaginação. A da Inglaterra vitoriana, a Swinging London, a da peste negra, a do Monty Python, a do jornalismo inglês, das músicas do Clash, de Sherlock Holmes, dos bombardeios alemães, do steampunk, de Oscar Wilde, da revolução industrial, dos Beatles, do Grande Incêndio, de acontecimentos, revoluções e invenções culturais e tecnológicas numa cidade cuja história se mistura com a da própria História, todos comprimidos em pequenos nomes alinhados em uma horizontal colorida no teto de um vagão de trem.
A ida à Inglaterra tinha um rumo inicial bem definido: a primeira apresentação que o Pulp fez desde que encerrou suas atividades em 2002. Jarvis Cocker concordou e sua banda voltaria no dia 3 de julho de 2011, dentro de um festival cujas outras atrações não importavam perto da importância pessoal que tinha a possibilidade de ver, ao vivo, um ídolo interpretando alguns de seus clássicos junto aos seus companheiros iniciais de banda. As férias ganharam um aspecto ainda mais lúdico à descoberta que dois dias antes o Flaming Lips encerraria um All Tomorrow’s Parties num parque num subúrbio londrino tocando nada menos que seu disco mais clássico, The Soft Bulletin. E posicionando este fim de semana de shows no meio da viagem, restou ocupar as duas semanas restantes com formas diferentes de se conhecer a capital inglesa, com direito a uma esticada rumo à capital francesa, só pra matar saudades…
Vou poupar-lhes do dia-a-dia, dos comentários sobre turismo e viagens e falar um pouco da rotina e de alguns pontos específicos da viagem que tirou o site do ar por duas semanas em posts no decorrer dos próximos dias.
“Got to be a joker he just do what he please…”
Essa o G1 acabou de confirmar: Prince toca no Rio em agosto, no dia 27, no mesmo festival que também traz Chaka Khan, Macy Gray e Aloe Blacc. Boa!
E na paralela vou reunindo notícias e acontecimentos que rolaram nas últimas semanas do primeiro semestre para deixá-las registradas aqui no site. Mesmo descontectando as coisas não param de chegar…



