E o Jonathan me indicou a capa do Meia Hora, que salienta o aspecto polarizador da personagem Amy Winehouse com um trocadilho bem brasileiro.
Acreditem: esse país já teve um artista chamado “Dudu França”.
O som tá uma bosta, mas vale ver o que fizeram no show de sexta dos caras, em Roma.
Aliás, já tá vendendo ingresso, comprou o seu?
Só uma notícia dessas, com altíssimos níveis de WTF, pra me fazer falar do Evanescence.
Pronto, passou.
A revista Spin comemorou os vinte anos do disco-chave do Nirvana com um disco-tributo baixável em sua página do Feice (só na terça passada – e tinha que dar “Like” pra baixar o disco, mas é claro que ele já apareceu online). Mas o disco é bem irregular e além de umas versões medonhas (“Come as You Are”, refeita pelos Midnight Juggernauts, parecia promissora, mas é ridícula) feitas por artistas desconhecidos, salvam-se apenas um ou outro, dois deles bem óbvios – com os Vaselines e os Meat Puppets (redescobertos em covers feitos pelo Nirvana) regravando clássicos imbatíveis em versões medianas.
Os melhores momentos acontecem quando duas estrelas do terceiro escalão – Titus Andronicus e Amanda Palmer – resolvem tratar músicas menores do disco em versões bem certinhas, sem mexer em quase nada do original.
E, claro, o “Stay Away” de Charles Bradley.
Disco fraco, não merece nem o “Like” pra liberar o download.
Amy deu uma palhinha no show de sua protegida, Dionne Bromfield, três dias antes de morrer.
Aparentemente, tudo ia bem.
Do blog do Chacra:
Quando um ato de terrorismo acontece no Ocidente, sei que meus amigos muçulmanos ficam torcendo desesperadamente para que o autor não seja algum seguidor da mesma religião deles. Sabem que serão associados à ação no outro dia quando forem ao trabalho, à universidade ou à academia. Alguns precisarão esconder os nomes ou adotar apelidos “americanizados”.
Esta espécie de generalização pode ser resumida em um ato de punição coletiva que recebeu destaque nesta semana nos EUA. Depois do 11 de Setembro, um americano matou duas pessoas (um muçulmano e um hindu, mas imaginava que ambos fossem seguidores do islã) e feriu outro (também muçulmano) para se “vingar” dos atentados, por mais que as vítimas nada tivessem a ver com a Al Qaeda. Nesta semana, o autor foi executado no Texas. Ironicamente, até o último minuto, o muçulmano que foi ferido por ele e os parentes das outras duas vítimas, com o apoio do Conselho das Relações Islamico-Americanas, tentaram impedir a execução do islamofóbico. Segundo eles, o assassino deveria ser perdoado pois ninguém deve ser punido com a morte. Uma aula de humanidade em uma nação desenvolvida onde ainda existe a pena capital.
Caso um muçulmano estivesse envolvido nos ataques terroristas de ontem, algumas pessoas poderiam ser alvos de revides em Oslo, como ocorreu no Texas dez anos atrás. E extrema direita da Noruega se fortaleceria justamente pelo discurso islamofóbico. Os muçulmanos seriam vistos como inimigos neste país, por mais que muitos deles sejam nascidos na Noruega, falem a língua e tenham orgulho de sua nação.
Barra.
E essa agora?
Calma, foi só uma gracinha que exibiram antes do painel do seriado na Comic Con… ou não?
O diretor dos dois Homem de Ferro e o roteirista nerd de Lost trabalharam juntos em Cowboys vs. Aliens e este é um dos muitos vídeos que a produção desse filme colocou no YouTube.
Aproveitando o gancho, vale citar um cover de Nirvana pinçado pelo Everett True, o de “Love Buzz”, feito pelos franceses do Clapping Music. Mas apesar de ter se tornada mundialmente conhecida graças ao Nirvana, “Love Buzz” é do Shocking Blue (que também compôs uma música mais lembrada pelos covers alheios, a clássica “Venus“). Olha aí o original, como é foda.
…True também lembrou de uma versão feita pelo Prodigy…
…e linkou a versão do Nirvana.
É tão foda quando uma música muda tanto sem parecer que mudou.



