Foi alto. Muito alto. Poderia ser mais alto (claro, sempre pode), mas a massa sonora dos três sujeitos no palco literalmente move as pessoas.
E foi preciso. Guitarras, bateria, berros, gaita, theremin, saudações para o público, “São Paulo” gritado no meio das músicas sem soar piegas, coro da galera, mãos pra cima, muito suor, pouca luz.
Show de roque – como se o Mick Jagger não tivesse nascido para o estrelato, apenas para o rhythm’n’blues. Por alguns instantes o Bourbon perdia sua cara de Moema e parecia estar no meio de uma Augusta utópica, à moda antiga.
Impressionante como Jon Spencer parece ter caído na fonte da juventude. Dez anos mais velho que eu, aparenta e move-se como se tivesse dez anos a menos.
Memorável.
E The Hour, alguém já viu? É uma minissérie de seis capítulos produzida pela BBC sobre um programa de TV que estréia na Inglaterra em 1956. Inevitável compararem com Mad Men, olha só:
Vi no site da Pri. E, em tempo, não é uma coruja, repare.
Outra, “Before”, com clipe:
Bom dia.
Feitas por Derek Eads.
Pra quem gosta de Depeche Mode e Joy Division.
Duas camisetas. Quem consegue achar todos os filmes listados?
Por Timo Meyer.
O Rob Ager é o mesmo cara que fez aquele vídeo que eu postei outro dia falando das referências à IBM em 2001 e ele tem um site dedicado a esse tipo de dissecação cultural de filmes, principalmente. E entre suas análises em busca de referências e metadados em diferentes obras, eis que ele dedica-se a um favorito da casa:
In this film the Coen’s have dragged us through the universal strikes and gutters of life, the same strikes and gutters that are faced by all people regardless of their country or generation. With creative flair, sophisticated metaphors and good ol’ fashioned humour, they are encouraging us to stop running around like headless chickens and just … well …. you know …
Sua crítica pode ser lida tanto em seu site (que, ele todo, vale a visita) quanto em vídeo, em quatro partes, nos links abaixo.







