
(Foto: Bel Gandolfo/divulgação)
Uma felicidade encontrar todo o grupo Glue Trip na segunda segunda-feira da temporada que Zé Nigro está fazendo no Centro da Terra – exatamente na mesma semana em que a banda liderada pelo paraibano Lucas Moura começa a mostrar seu novo disco, Nada Tropical, que será lançado ainda neste semestre. Nigro foi o produtor do novo disco do grupo psicodélico, que depois de uma temporada urbana e eletrônica do disco Sea at Night, de 2018, retoma seu calor latino-americano em Nada Tropical, cujos trabalhos são abertos a partir desta quinta-feira quando o single “Lazy Dayz”, que foi arranjado por ninguém menos que Arthur Verocai, chega às plataformas digitais. O grupo antecipa a colaboração histórica em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, ouça abaixo: Continue

Dodô caiu de paraquedas em São Paulo e não tivemos dúvida: ligamos a câmera pra gravar o primeiro DM presencial. E além de assuntar sobre o que raios ele veio fazer por aqui, também falamos sobre um possível esquecimento sobre a pandemia mesmo sem ela ter terminado, a explosão da população sem teto em São Paulo e seriados como Yellowjackets, Severance e Upload, além do filme dirigido pelo Lázaro Ramos, Medida Provisória.
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São questões de diferentes ordens que se cruzam em mais um encontro do Aparelho em que eu, Tomate e Vlad sincronizamos temas tão díspares quanto o modelo de negócios das comunicação digital, o futuro da ficção científica, a verdadeira história de “Pass the Doochie” e “Take a Toke”, a polêmica do sorvete no Twitter, os tortos paradigmas do jornalismo atual e a pura energia da música para dançar.
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Entre os desvios da terceira via e a loucura como método para conquistar corações e mentes, começamos mais uma sessão de jornalismo-fumaça quando eu, Emerson “Tomate” Gasperin e Vladimir Cunha embarcamos em mais uma autópsia dessa bad trip que atravessamos enfileirando o Foo Fighters brasileiro, Tiririca, Planet Hemp, Milli Vanilli, Creed, Terence Trent D’Arby, Yanni, os princípios da história do DJ, a importância de Camilo Rocha pra música eletrônica brasileira e a busca por um Jean-Michel Jarre tupiniquim, o que nos levou a cogitar um festival de música do Aparelho, com “Walk of Life” tocada por Lenny Kravitz com o teclado do Polegar, com direção musical de Bozo Barretti. Além de nos lembrarmos da Demusa. Ah, a Demusa…
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A equipe Aparelho se reúne para mais uma sessão de discussões incongruentes, infames e ingratas que desta vez parte da possibilidade de harmonizarmos TUDO – a ponto do improvável botox escrotal ser lançado com o nome real de SKROTOX. Isso nos faz cogitar uma inteligência artificial que emule as sugestões de Ed Motta para qualquer situação de sua vida, um possível Red Hot Steely Dan, wurlitzers e uma economia baseada em cu, além de inspirar reflexões sobre samba, reggae e funk-o-metal.
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Entre comunidades online sequestradas pela extrema-direita e a desagradável descoberta que a Caravana Holliday não é o Brasil Profundo, mais uma vez eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin entramos em uma longa – mas cronometrada – digressão sobre o que é o nosso país, tendo em vista os saltos de fé das picuinhas de classe média, o rock brasileiro nunca teve cara de bandido, um possível revival de grupos de WhatsApp e como bodes na sala mental vem testando nossos limites.
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(Foto: Wendey Meyer)
Bons ventos do Rio trazem mais um disco promissor vindo do outro lado da Dutra. Raquel Dimantas toca baixo e synth nas bandas dos compadres Marcelo Callado e Thiago Nassif e está preparando o lançamento de seu primeiro álbum 8 Hits! para ser lançado este mês e dá o ar de sua graça em primeira mão para o Trabalho Sujo (assista abaixo), onde estreia o clipe do primeiro single, “Lunares”, que chega às plataformas digitais nesta quarta-feira. “Foram mil camadas e texturas adicionadas ao longo de três anos de produção, trabalhado junto com os três produtores Jonas Sá, Thiago Nassif e Bruno di Lullo”, ela me explica por email. “No início, imaginei que ele seria um álbum instrumental, mas ele foi ganhando novas formas, textos, cores e canais. Acredito que seja um disco de personagens – cada faixa tem um gosto.” E o primeiro gosto é justamente a lesada “Lunares”, que lentamente abre as cortinas deste espetáculo tropicalista à medida em que mostra o caminho torto e psicodélico para onde o disco vai. Continue

Entre discussões sobre satanismo, sexo animal, o substituto da Bíblia, o último livro de Norman Mailer, a história do LSD, a relação entre o Riquinho, o Brasinha e o Gasparzinho, o final de River Raid, porque action figures não são bonecas, o substituto da Bíblia, a continuação do caso Campina Grande, a obsessão por Jean Michel Jarre e a genealogia dos programas de Luciano Huck, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin embarcamos em mais uma sessão do seu programa semanal favorito sem a menor ideia para onde vamos.
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Com a benção de Lou Reed, eu, Tomate e Vlad assistimos pasmos à cooptação da direita de ícones progressistas como o estupor sintético, a curva no fim das costas e a maior banda de todos os tempos depois do Black Sabbath fase Dio (segundo o senhor Gasperin) e emendamos conversas sobre trilhas sonoras, séries sobre crime organizado e virunduns.
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Pulamos fevereiro, mas eis o DM aqui de novo e eu e Dodô falamos do Carnaval 2022 e das implicações políticas da forma como ele foi celebrado – e não bastasse isso, falamos sobre esta tal iminente terceira guerra mundial e como ela conversa com esse momento pandêmico que ainda estamos atravessando. E o Dodô ainda fala dos projetos que ele está envolvido que começam a aparecer esse ano, como o show 22.
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