Trabalho Sujo - Home

Loki

Vai mais um coverzinho do Girl Crisis pra rebater o frio?

O último registro de Amy Winehouse no estúdio foi lançado nessa quarta-feira, o dia em que a cantora completaria 28 anos.

Na gravação, que aconteceu nos estúdios Abbey Road no dia 23 de março desse ano, ela canta com o ídolo Tony Bennett o standard “Body and Soul” – e comporta irresistivelmente bem, aumentando o sentimento de perda em relação à sua morte. O single também marca o lançamento da Fundação Amy Winehouse, que começa a funcionar essa semana.


“Seu presidente entorta frigideiras?”

Deve ser trauma de geração, mas não consegui não pensar no Collor quando vi essas fotos do Putin que a Atlantic separou.


“Isn’t that special?”

Tem muito mais aqui.

Outro dia mesmo eu falei do C’était un Rendez-Vous e agora o vejo homenageaado no clipe novo do Destroyer – que troca Paris por Vancouver e muda ligeiramente (e espertamente) o final.

E como essa música é fera…

Ué… O cara não era mulato?

Pelo menos é o que parece, pela recepção do filme lá fora.

Ressaca de Criolo

…e por falar nisso, não sei se vocês estão acompanhando a recente ressaca antiCriolo – que até já lhe rendeu o rótulo de “o Jorge Vercilo de São Paulo” -, cujo argumento mais furado é o que fala da cor de sua pele, como se o fato de ele ser negro ou branco tivesse necessariamente a ver com o fato de ele ter conseguido o sucesso atual. Diz que o cara é chato, que foi pra baixo da asa do Caetano ou qualquer outra desculpa, mas essa da cor da pele é dose… E não me inclua no time do contra: gosto do disco produzido pelo Ganja, à exceção da insuportável “Não Existe Amor em SP”, uma música que poderia ser melhorada caso fosse cantada pelo Belo ou pelo Netinho do Negritude Jr. (pra você ver como eu gosto da música).

Moral!

E esse Two in the Wave, alguém já viu?

Parece ótimo.

4:20