Neste fim de mês, a senhora Polly Jean Harvey nos brinda com mais uma reedição de um de seus itens de catálogo em vinil e, como de hábito, também apresenta as versões demo deste mesmo disco. Agora é a vez de ela liberar a nova edição para o maravilhoso Is This Desire?, que traz uma edição lateral com todas as faixas do disco como elas foram pensadas antes de começar a gravação de fato (dá pra comprar o disco no site dela) – e ela começa mostrando a faixa de abertura, a soberba “Angelene”.
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Os manos químicos sacodiram o pó que juntou em cima dos discos durante a quarentena e solta esse DJ set precioso, lançado no final do ano passado como um presente de natal aos fãs. Na mistura, os Chemical Brothers – que são tão fodas produzindo quanto discotecando – soltam John Lyndon com Afrika Bambaataa, James Brown com Sault, Undisputed Truth, Instant Funk e algumas faixas misteriosas que eles nem dizem quais são. E, com eles, você sabe: ninguém fica parado – nem os quadris, os pés ou os neurônios.
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Mais uma novidade por aqui: além da seção On the Run, em que compilo, sazonalmente, mixtapes, DJ sets e outras sequências de músicas enfileiradas por DJs e produtores, desta vez transformo a hashtag que usava pra fotografar minhas caminhadas pelo bairro em outra seção de música contínua: The Walk é a trilha sonora dos meus passeios diários pelo bairro, caminhadas em que delimito as fronteiras do meu território ao mesmo tempo em que desbravo calçadas por aí – e podem ser mixtapes e DJ sets, Vidas Fodonas antigos ou apenas discos inteiros. Caminho todos os dias, mas os posts pintam aqui sempre que aparecer inspiração. E começo com esse DJ set maravilhoso que os Chemical Brothers lançaram no final dos anos 90, Brothers Gonna Work it Out. A foto dos posts é sempre uma imagem que tiro no passeio.
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Na primeira edição de 2021 do meu programa semanal de entrevistas Bom Saber, puxo o papo com o quadrinista Ricardo Coimbra (http://vidaeobrademimmesmo.blogspot.com/), um dos melhores críticos da situação brasileira, sempre pegando no pé de todos e mostrando que o papel do humor é incomodar. Aproveito para retomar sua trajetória e apontar seus próximos projetos, entre eles mais uma antologia de seus trabalhos mais recentes, que terá quatro histórias inéditas e deve sair este ano.
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Na primeira edição do ano do Artejornalismo, programa dedicado a falar sobre profissionais que cobrem música já na época da internet, converso com Diego Pessoa, pernambucano que nem mesmo se considera jornalista, mesmo que seu trabalho esteja entre as principais referências online deste século, seja antecipando lançamentos ou fazendo registros não-oficiais no site Hominis Canidae. Também falamos sobre seu interesse original por música e como ele começou no jornalismo, ainda no tempo dos fanzines, sua atuação na revista Mi, a mudança de Recife para Teresina e os planos futuros do site, que agora também é um selo.
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“Que ruedan y ruedan y ruedan y ruedan y ruedan….”
“Everything is green and submarine…”
“Mensagens do acaso dispersas na matéria viva do absurdo”
“Queima, deixa arder, virar cinza, fumaça…”
“I’d like to know the answer, girl…”









