Trabalho Sujo - Home

Loki

Depois do downhill em Madri, uma sessão street em Barcelona.

Na trilha, Submarines.

Altos efeitos!

Vi aqui.

STOP FWD!

“Weird Al” Yankovic dá uma dica…

Enquanto tempo pinta uma versão brasileira? Se é que já não tem…

Não entendeu? Mini explica.

Vocês lembram, né? Agora o dono da banda mostra como ficou:

Bem foda o documentário Bobby Fischer Against the World, que a festejada Liz Garbus lançou no início desse ano. Conta uma história relativamente conhecida – como surgiu o grande mestre do xadrez norte-americano, como sua ascensão popularizou o jogo no planeta e como ele, aos poucos, foi perdendo o prumo mental -, mas de forma magistral, com firmeza e graça tão improváveis em um tema tão árido. A pesquisa, que reuniu impressionantes imagens de arquivo, todas harmonicamente enfileiradas, vai ao ponto de investigar a psicologia da infância do protagonista, uma das celebridades mais enigmáticas da história dos EUA. Junto às cenas resgatadas, há entrevistas comoventes e uma disposição ao mesmo tempo cerebral e emocional à medida em que a história vai sendo contada, como se a diretora jogasse xadrez com as nossas expectativas.

Um filmaço, recomendado até pra quem acha xadrez chato (hereges!).

Balalaikamania

Mais uma da Rússia…

Via Fuck Yeah Dementia.

4:20

E falando no Ben (“E a Copa?”), que tal esse trecho do recém-aberto acervo do Roda Viva em que, em 1995, Chico Science pergunta ao mestre sobre seu disco mais mítico:

Chico Science: Jorge, sobre essa questão das influências, já começaram perguntando, eu queria perguntar a respeito de um disco. Um que eu acho bem bacana, para mim, é o do Ben Jor que me influencia mais, há outros também, o Tábua de Esmeralda. E eu queria saber o processo de criação desse disco e se você acredita nos deuses astronautas e na agricultura celeste?
Jorge Ben Jor: Acredito, acredito muito. Eu queria dizer que esse foi, para mim, um dos meus melhores trabalhos. Eu posso dizer para você, posso enumerar meus trabalhos, eu posso dizer rapidinho: Samba esquema novo; África Brasil, que já foi o último, mas antes da África Brasil, tem esses dois, o Tábua de esmeraldas, Solta o pavão e o África Brasil. Sendo que o Tábua de esmeraldas, esse meu trabalho na Polygram é o meu melhor trabalho, porque foi um trabalho… Na Polygram sempre tive problemas com trabalho; das pessoas meterem o dedo. Falarem: isso aí não vai vender, é um trabalho muito hermético, então eu falei, vou pedir ordem. Na época, era o André Midani que era o chefe geral, eu fui falar com ele e disse: esse é o meu trabalho, eu queria fazer esse trabalho, esse trabalho é o que eu quero fazer. Mostrei para ele e é um trabalho que eu falei: há muito tempo eu queria fazer. Eu sei que estou falando de uma filosofia que é muito difícil, estou falando dos alquimistas, estou falando da tábua de esmeraldas, estou falando da agricultura celeste, estou falando de filósofos como Paracelso, alquimista, astrólogo e médico sueco, era um herborista considerado pioneiro na farmacêutica ocidental], que tem uma música em homenagem a ele, que é O homem da gravata florida e eu estou falando de coisas que pouca gente sabe. Esse é o trabalho que eu queria fazer e é um trabalho que não vai ser…

Será que alguém descola um vídeo com isso? No site só tem um trecho (de onde eu tirei a imagem que ilustra o post, com o Jorge olhando pro Tárik de Souza, pro Cunha Jr. e pro Chico)…