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Loki

Flávia me corrige e linka o trailer feito pra gringa do segundo filme do Capitão Nascimento.

Não que isso mude o que penso sobre o filme. Só tira o Tihuana (ao menos da primeira impressão), o que é mais jogo mesmo…

Conhecem?

“A característica mais óbvia do disco é essa coisa colaborativa. O Cabral toca no trabalho individual dos três, eu toco guitarra na banda do Rodrigo, que toca cavaquinho com o Romulo. O que acontece com a gente é diferente de trampo de músico, em que o cara toca e vai embora. Tem o lance da vivência. Isso transparece na música de um jeito espontâneo”

…disse o Kiko ao Lucas. Reparem: o disco não tem percussão.

É impressão minha ou tem cada vez mais música sendo feita – e colocada pra download quase que instintivamente – hoje em dia? Será que os artistas brasileiros estão entendendo a internet antes de todos os outros players do mercado?

Sempre é hora.

Em entrevista ao Mother Jones:

MJ: I read on your website that one reason for going to France was that you had become disgusted with America. What do you mean by that?
RC: Well, the corporatization of culture. We lived in inland California, the Central Valley, and we witnessed over a period of 20 years of this invasion of shopping malls and corporate businesses and everything, and it lost all of its old character. Any kind of authentic character that it had was rapidly getting lost. The expanding urban development was just horrible to behold.

MJ: Have you been following Occupy Wall Street at all?
RC: Oh yeah, it’s great stuff. I think they should stay there, and persist and persist until they have some effect. I don’t know what effect they can have. I was thinking about it last night, I was laying in bed, thinking, “Can this thing have any effect on the wealthy establishment?” They’re so entrenched, they’re so powerful. I don’t know if they even care that people go there and demonstrate. What will it take, an armed revolution? That’s violent, and I’m kind of against violence. Violence begets violence, and then you get leaders who are violent men. And you don’t want that. You don’t want some Stalin in there as your left-wing leader. But it’s a great thing to see. I kinda thought that the American youth were very complacent and indifferent about all that, or just didn’t know what to do. But somebody got this thing going.

Mais uma dica do Ramon.

4:20

Vi aqui.

Mutantes x zumbis no clipe da nova colaboração de Thom Yorke com o Modeselektor.

4:20

O rap do Robocop

Aproveitando o gancho, não é uma piadinha, e sim a história do clássico filme de Paul Verhoeven contada em dez minutos de o rap dos Anomalies rimado com falas do filme.

Robocop é uma espécie de preâmbulo pra época que estamos vivendo, como no final da terceira temporada de Fringe, quando temos um rápido flash de um futuro nada agradável. E, mais que um novo clássico, Robocop já está impregnado em nossa cultura, como em comerciais toscos ou em memes, como o velho Robocop com o unicórnio.