E por falar em polvo, vem aí mais uma edição especial de um dos livros que definiram a ficção científica: 20.000 Léguas Submarinas, de Júlio Verne, é reeditado no Brasil em edição tida como definitiva – e com as ilustrações da edição original, de Alphonse de Neuville e Édouard Riou…
Vi no site da Cult.
Que maldito.
Ninguém pediu, mas aí vai ela de novo.
Parece um aparelho digestivo que criou vida…
Remember Wayne’s World.
Enquanto isso, no SBT…
Vi na Soma.
E por falar na Amanda Seyfried, o novo filme do Andrew Niccol (Gattaca, O Senhor das Armas, autor do roteiro de Terminal e O Show de Truman), como Justin Timberlake. O Preço do Amanhã parte de uma premissa esperta – o tempo como nova medida de riqueza, com milionários que não envelhecem e pobres trabalhando por segundos de vida. No universo do filme, as pessoas envelhecem até os 25 anos quando param de envelhecer e podem permanecer jovens para sempre, caso consigam pagar por isso. O filme ainda conta com Justin Timberlake e Cillian Murphy no elenco e parece se desenvolver como uma possível filme de ação, mas permanece o tempo todo naquela área cinzenta de possibilidades da ficção científica clássica – que é rasteira e B, nunca épica e autorreferente.
Como um conto de K. Dick ou em seus filmes de ficção científica anteriores (menos S1m0ne, que é um tiro no pé), Niccol consegue contar uma história cheia de truques de roteiro e metáforas para o mundo atual, com protagonistas que não chegam a ser carismáticos, mas que, ao mesmo tempo, não são mais importantes que a estrutura da história. Bem amarrado, descamba para um Bonnie & Clyde em tempos de OccupyWallStreet, mas sem virar necessariamente um filme de ação – o clima é mais de roteiro noir e cinema policial, como boa parte dos clássicos sci-fi. Vale ver no cinema.
E achei curioso descobrir que o Niccol é quem dirige e adapta o próximo filme inspirado em uma obra de Stephenie Meyer (a autora da saga Crepúsculo), The Host.
A foto de Dorli Rainey, 84 anos, depois de tomar spray de pimenta na cara foi tirada pelo fotógrafo Joshua Trujillo, em Seattle, durante um dos muitos ataques coordenados da polícia norte-americana aos núcleos do movimento Occupy – e já foi eleita pelo Guardian como a imagem icônica do movimento que acaba de completar dois meses – sob bordoada.




