Marcelo Camelo quase sem querer
E por falar em Los Hermanos e Legião Urbana, o Ronaldo me lembrou dessa versão:
E por falar em Los Hermanos e Legião Urbana, o Ronaldo me lembrou dessa versão:
Já que a banda não volta de vez mas também não sai de moda nunca, segue outro show na íntegra. Olha o setlist:
“Há Tempos”
“Daniel Na Cova Dos Leões”
“O Reggae”
“Meninos e Meninas”
“Pais e Filhos”
“Feedback Song for a Dying Friend”
“Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto”
“Eu Era um Lobisomem Juvenil”
“Sete Cidades”
“1965 (Duas Tribos)”
“Monte Castelo”
“Mauricio”
“Geração Coca-Cola”
“Ainda é Cedo”
“Angra dos Reis”
“Eu Sei”
“Tempo Perdido”
“Soldados”
“Andrea Doria”
“Quase sem Querer”
“Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar”
“Será”
“Faroeste Caboclo”
“Indios”
Não ri não que é sério! Os três vão representar a história da banda num especial da MTV.
Lembra do Tumblr, né?
Bem massa esse Renato Era Chato.
Stevie Wonder
Fiz um exercício de eliminar o Rock in Rio da minha vida e me senti como se não acompanhasse uma novela, um reality show, um campeonato de futebol – e olhando assim à distância é fácil perceber, pela escalação e natureza do evento, o quanto que o mainstream do pop caminha sozinho, na inércia, feito um zumbi – e carrega massas de zumbificados no embalo. Separei uma lista enorme de shows inteiros colocados no YouTube (essa moda nova), mas repare na natureza descartável e supérflua das bandas listadas, algumas jogando reputações inteiras na vala do “show pras multidões”. Separo o Stevie Wonder e Elton John como mestres desse mesmo mercado, idealizado entre os anos 70 e os 80 (não por acaso a época em que os dois artistas se consolidaram como hitmakers), mas repare como é possível viver completamente alheio a esse tipo de música. Isso porque eu não precisei listar Ivete Sangallo, Sepultura, Angra ou Capital Inicial, só pra ficar nuns exemplos mais óbvios.
Elton John
Vi no Rafa.
Depois de “Eduardo e Mônica“…
Não sei nem o que dizer sobre isso… O nome da música parece ter sido feito para esse clipe.