Trabalho Sujo - Home

Todo o show: Legião Urbana ao vivo no Jockey Club, em 1990

Já que a banda não volta de vez mas também não sai de moda nunca, segue outro show na íntegra. Olha o setlist:

“Há Tempos”
“Daniel Na Cova Dos Leões”
“O Reggae”
“Meninos e Meninas”
“Pais e Filhos”
“Feedback Song for a Dying Friend”
“Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto”
“Eu Era um Lobisomem Juvenil”
“Sete Cidades”
“1965 (Duas Tribos)”
“Monte Castelo”
“Mauricio”
“Geração Coca-Cola”
“Ainda é Cedo”
“Angra dos Reis”
“Eu Sei”
“Tempo Perdido”
“Soldados”
“Andrea Doria”
“Quase sem Querer”
“Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar”
“Será”
“Faroeste Caboclo”
“Indios”

Todo o show: Legião Urbana ao vivo no Programa Livre, em 1994

E por falar em Legião Urbana, segue a íntegra da apresentação da banda no Programa Livre, em 1994. Olha o repertório:

“Mais do mesmo”
“1965 (Duas tribos)”
“Que país é este?”
“Love in the afternoon”
“Será”
“Tempo perdido”
“Pais e filhos”
“Vinte e nove”
“Perfeição”

Todo o show: Rock in Rio 2011 e o mainstream zumbi


Stevie Wonder

Fiz um exercício de eliminar o Rock in Rio da minha vida e me senti como se não acompanhasse uma novela, um reality show, um campeonato de futebol – e olhando assim à distância é fácil perceber, pela escalação e natureza do evento, o quanto que o mainstream do pop caminha sozinho, na inércia, feito um zumbi – e carrega massas de zumbificados no embalo. Separei uma lista enorme de shows inteiros colocados no YouTube (essa moda nova), mas repare na natureza descartável e supérflua das bandas listadas, algumas jogando reputações inteiras na vala do “show pras multidões”. Separo o Stevie Wonder e Elton John como mestres desse mesmo mercado, idealizado entre os anos 70 e os 80 (não por acaso a época em que os dois artistas se consolidaram como hitmakers), mas repare como é possível viver completamente alheio a esse tipo de música. Isso porque eu não precisei listar Ivete Sangallo, Sepultura, Angra ou Capital Inicial, só pra ficar nuns exemplos mais óbvios.


Elton John