Eis o Cure tocando a íntegra de seu clássico Disintegration no aniversário de 30 anos do disco, na Opera House de Sydney, na Austrália, na quinta-feira passada, dia 30 de maio. Foi o último dos cinco shows que Robert Smith fez naquela cidade e todos começaram de um jeito incrível: em vez de gastar toda a emoção do grupo ao vivo com a sensacional abertura do disco, o grupo veio com uma lista de lados B e canções que não entraram no disco na época, um aquecimento esperto para um show perfeito. O vídeo abaixo conta com a íntegra da transmissão online e o show em si começa aos dezesseis minutos e meio.
Sente o setlist:
“Delirious Night”
“Fear of Ghosts”
“Noheart”
“Esten”
“2 Late”
“Out of Mind”
“Babble”
Disintegration
“Plainsong”
“Pictures of You”
“Closedown”
“Lovesong”
“Last Dance”
“Lullaby”
“Fascination Street”
“Prayers for Rain”
“The Same Deep Water as You”
“Disintegration”
“Homesick”
“Untitled”
Bis
“Burn”
“Three Imaginary Boys”
“Pirate Ships”
O grupo deve voltar a celebrar o disco ao vivo em seu próprio festival, o Pasadena Daydream, que acontece em julho, nos EUA.
O festival catalão Primavera Sound está acontecendo neste fim de semana em Barcelona – e acaba de anunciar a principal atração de suas duas edições do ano que vem: os dois únicos shows dos papas indie Pavement em Barcelona (4 a 6 de junho) e Porto (11 e 13 de junho).
Pavement: only two worldwide shows in 2020. Primavera Sound Barcelona and NOS Primavera Sound Porto. pic.twitter.com/NsDIu812Ud
— Primavera Sound (@Primavera_Sound) June 1, 2019
O anúncio vem meses após as especulações sobre uma possível volta do grupo este ano (comemorando 30 anos do início da banda) terem esfriado e logo após seu principal compositor Stephen Malkmus ter voltado ao tema em uma entrevista dada ao podcast Music Now, da Rolling Stone gringa: “Se há interesse, sabe, é sempre uma possibilidade. Se há gente que vai ficar feliz, eu fico feliz também. Vamos ver.”
O festival também acaba de anunciar que irá fazer uma primeira versão norte-americana em Los Angeles (nos dias 19 e 20 de setembro), também no ano que vem, mas assegura que o Pavement só tocará no velho continente. E há ainda a possibilidade do anúncio de uma quarta cidade, pelo que o site deles dá a entender. Veremos.
A big band do ABC Nomade Orquestra está prestes a lançar seu terceiro disco e Vox Populi, cuja capa é antecipada em primeira mão aqui para o Trabalho Sujo, é primeiro disco com vocais – e conta com um time estelar: Siba, Edgar, Juçara Marçal e Russo Passapusso, cada um com duas canções. Abaixo, o primeiro teaser que o grupo disponibilizou do trabalho, mostrando a participação do pernambucano Siba.
“A seleção dos vocalistas foi um mix de afinidade, apreciação e aproximação com os quatro nomes escolhidos”, me explica o baixista do grupo, Ruy Rascassi. “É um recorte interessante da música contemporânea brasileira, com duas figuras em ascensão como o Russo Passapusso e Edgar e outras duas, Juçara Marçal e o Siba, com legados e histórias importantes com as raízes da música brasileira.”
Ele lembra como conheceram e chamaram os convidados. “O Edgar tem uma história com a banda desde 2016, onde fazia as performances junto com o multiartista Renan Soares. O Russo foi uma conexão muito louca: uma vez ele viu um show nosso em São Paulo, ficamos em contato, até q em 2017 fizemos um show juntos e rolou a química. Já a conexão da Juçara e do Siba veio a partir do Vox Populi, fiz o convite aos dois que sem hesitar aceitaram entrar nessa viagem com a gente.”
O Sleater-Kinney, melhor trio feminino do rock norte-americano, está prestes a lançar o disco que foi produzido pela St. Vincent, The Center Won’t Hold, e começa a mostrar o rumo que o encontro foi ao mostrar a primeira faixa, “Hurry On Home”, que, de quebra, ainda tem um clipe dirigido pela Miranda July.
Sensacional.

1° de maio de 1969 – Bob Dylan é o convidado na estreia do programa de Johnny Cash

2 de maio de 1989 – Os Stone Roses lançam seu primeiro disco

3 de maio de 1958 – Rock causa tumulto em Boston

4 de maio de 2000 – Metallica processa os próprios fãs

5 de maio de 1946 – Nasce Beth Carvalho

6 de maio de 1965 – Keith Richards compõe “Satisfaction” num sonho

7 de maio de 1992 – John Frusciante sai dos Red Hot Chili Peppers

8 de maio de 1911 – Nasce Robert Johnson

9 de maio de 1942 – Nasce Nei Lopes

10 de maio de 1994 – O Weezer lança seu primeiro álbum

11 de maio de 1981 – Morre Bob Marley

12 de maio de 1967 – Jimi Hendrix lança Are You Experienced?

13 de maio de 1938 – Louis Armstrong imortaliza “When the Saints Go Marching In”

14 de maio de 2016 – Beyoncé emplaca todos os singles de seu Lemonade entre os mais vendidos

15 de maio de 1986 – O Run DMC lança o primeiro grande álbum de rap

16 de maio de 1966 – Bob Dylan lança Blonde on Blonde e os Beach Boys lançam Pet Sounds

17 de maio de 1887 – Nasce João da Baiana

18 de maio de 1980 – Ian Curtis comete suicídio

19 de maio de 1945 – Nasce Pete Townshend

20 de maio de 1954 – Bill Haley & His Comets lançam o hino “Rock Around the Clock”

21 de maio de 1970 – Marvin Gaye lança What’s Going On

22 de maio de 1967 – Os Monkees lançam o primeiro disco em que compõem e tocam tudo

23 de maio de 1966 – Os Doors estreiam no Whiskey a Go Go

24 de maio de 1941 – Nasce Bob Dylan

25 de maio de 1996 – Brad Nowell, do Sublime, é encontrado morto

26 de maio de 1926 – Nasce Miles Davis

27 de maio de 1957 – Buddy Holly lança seu primeiro hit, “That’ll Be The Day”

28 de maio de 1957 – Nasce John Fogerty, do Creedence Clearwater Revival

29 de maio de 1984 – Tina Turner dá a volta por cima com Private Dancer

30 de maio de 1990 – Midnight Oil protesta no coração financeiro de Nova York

31 de maio de 1938 – Nasce Miele
Conversei com o cantor e compositor pernambucano China que está lançando disco novo, Manual de Sobrevivência Para Dias Mortos, o primeiro que ele grava no Recife, na edição desta semana da minha coluna Tudo Tanto lá no site Reverb – confere lá.
Ao convidar Camila Cabello para cantar o terceiro single de seu próximo álbum, “Find U Again”, composto com Mark Ronson, do Tame Impala, o produtor Mark Ronson mostra que não está pra brincadeira.
Seu próximo disco, Late Night Feelings, já teve outros singles apresentados, como “Nothing Breaks Like a Heart”, com Miley Cyrus…
…e a faixa-título, com Lykke Li.
A capa é esta abaixo e vem seguida da ordem das músicas – que ainda trazem outras convidadas do produtor:
“Late Night Prelude”
“Late Night Feelings”, com Lykke Li
“Find U Again”, com Camila Cabello
“Pieces of Us”, com King Princess
“Knock Knock Knock”
“Don’t Leave Me Lonely”, com Yebba
“When U Went Away”
“Truth”, com Alicia Keys
“Nothing Breaks Like a Heart”, com Miley Cyrus
“True Blue”
“Why Hide”
“2 AM”
“Spinning”
Late Night Feelings já está em pré-venda – e promete.
O grupo inglês Metronomy, liderado pelo cantor e compositor Joseph Mount, dá notícias deppis de três e ressurge com o clipe da otima inédita “Lately”.
Mas não há nenhuma notícia sobre disco novo. Hmmm…
O grupo inglês Hot Chip lança mais um single de seu próximo álbum, A Bath Full of Ecstasy, “Melody of Love”.
Sempre alto nível.
Ela fez sua fama compondo música para os outros, mas o ápice de sua carreira aconteceu quando resolveu sair dos bastidores e cantar suas próprias canções. A cantora e compositora norte-americana Carole King começou a trabalhar com música como parte do time do Brill Building, uma das principais usinas de produção de música pop nos anos 60 e, com o marido Gerry Goffin criou uma parceria que rendeu hits que seguem clássicos até hoje, como “Will You Love Me Tomorrow” gravado pelas Shirelles, “The Loco-Motion” lançado pela babá do casal, Little Eva, e mais tarde regravada pelo grupo Grand Funk Railroad e Kylie Minogue, “One Fine Day” das Chiffons, “I’m into Something Good” dos Herman’s Hermits, “Don’t Bring Me Down” dos Animals, “”Goin’ Back” de Dusty Springfield, e “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman”, de Aretha Franklin, além de terem várias músicas produzidas por Phil Spector.
Ao separar-se de Goffin, King começou uma bem-sucedida carreira solo, que começou com o disco Writer e culminou com a obra-prima Tapestry, disco irmão de Mud Slide Slim and the Blue Horizon de James Taylor, pois foi gravado no mesmo período e conta com participações em comum (entre elas, os vocais de Joni Mitchel), mas infinitamente superior. Juntos os dois discos deram a tônica dos cantores e compositores dos anos 70. E cantando suas próprias canções, ela tornou-se um dos principais ícones da música norte-americana daquele período.
Eis a importância do lançamento do DVD Carole King – Live at Montreux 1973, que a gravadora Eagle Vision promete lançar no dia 14 de junho. A íntegra do show que King fez em Montreux em 1973 reúne um conjunto de 18 canções, em que ela visita seu Tapestry na íntegra – sozinha ao piano – além de ser acompanhada depois por uma banda de onze músicos para tocar músicas de seu disco Fantasy, que seria lançado naquele ano.
De arrepiar, olha só:
O DVD já está em pré-venda.









