Prestes a lançar uma reedição de Stankonia, seu clássico disco do ano 2000, os dois Outkast incluíram no pacote uma versão que o vocalista do Rage Against the Machine, Zack de La Rocha, fez para o clássico “B.O.B. (Bombs Over Baghdad)”, entupindo o hit de guitarras e elevando-o a outra estratosfera.
Pesado!
As vantagens da quarentena: Céu pode participar de uma apresentação na rádio norte-americana KEXP, a partir de casa, sem precisar viajar para os EUA. E gravou uma entrevista e um show exclusivo para a rádio acompanhada de seu marido e produtor Pupilo na bateria e de seu fiel escudeiro Lucas Martins no baixo.
“Arrastar-te-ei”
“Pardo”
“Forçar o verão”
“Lenda”
“Coreto”
Várias pessoas me recomendaram a edição do podcast WTF em que seu apresentador, o norte-americano Marc Maron, entrevista nossa querida Patti Smith e só posso repassar a recomendação adiante: ela fala sobre o tempo que morou no Chelsea Hotel, sobre Nova York, sobre sua relação com Burroughs e com Allen Ginsberg, sobre poesia… Patti Smith sendo Patti Smith.
O jovem mestre Kevin Parker recria a clássica “Why Won’t They Talk To Me?” do segundo disco do Tame Impala Lonerism em um vídeo em que assume que, afinal, ele é uma banda de um homem só.
Prontos para mais uma dose de house com glam rock, de indie rock com ambient, de shoegaze com eletro? Pois aumenta o som que o selo Italians Do It Better, do mestre Johnny Jewell, lançou mais o terceiro volume de sua série de coletâneas After Dark, com Chromatics, Desire, Orion, entre outros projetos noturnos, estilosos e sussurrados.
Sempre um prazer…
Desire — “Boy”
Orion — “Higher”
Johnny Jewel feat. Glüme — “Surgery”
Double Mixte feat. Desire — “Chambre 48”
Farah — “Boyz R Bad”
Chromatics, ATRIP — “TOY (ATRIP Remix)”
Love Object — “Holodnoe Solnce”
JOON – “Cruel Summer”
Glüme — “Don’t @ Me”
MOTHERMARY — “Resurrection”
Orion — “Space Girl”
Guy Gerber — “Cameo”
Causeway — “We Were Never Lost”
Club Intl — “Crush”
Double Mixte — “Tirage En Croix”
JOON — “Worse Things Than Feeling Lonely”
Pink Gloves — “Fading Stars (Johnny Jewel Remix)”
Chromatics — “Endless Sleep”
Uma das melhores bandas do punk inglês, os Buzzcocks despejavam toda sua energia em singles precisos: enxutos, diretos, simples e apaixonantes, misturavam riffs e refrões como os Beatles em A Hard Day’s Night e, depois de relançar seus álbuns originais em vinil no ano passado, a gravadora inglesa Domino agora anuncia para janeiro do ano que vem essa belezinha de caixa que reedita os 12 sete polegadas originais, mantendo suas capas e com um texto escrito pelo crítico Clinton Heylin. A pré-venda pode ser feita aqui.
Depois do documentário dos Beastie Boys e de garantir o especial de natal de Mariah Carey, o Letter to You de Bruce Springsteen e o documentário sobre Billy Eilish que vai ser exibido no ano que vem, o canal de streaming da Apple segue investindo bem em música – e, como anunciou a revista Variety, vai lançar o tão aguardado filme que o diretor Todd Haynes, autor de Carol, I’m Not There e Velvet Goldmine, entre outros, está fazendo sobre o Velvet Underground. É o primeiro documentário feito pelo diretor, que conseguiu reunir cenas inéditas da banda ao vivo, além de contextualizá-la com o universo criativo de Andy Warhol, que descobriu o grupo. Em uma entrevista com o curador de cinema do MoMA, o museu de arte moderna de Nova York, Haynes falou sobre como seu filme aborda o aspecto queer daquela cena e como ela desafiava mais pela forma do que pelo conteúdo, além de citar uma passagem incrível da primeira abordagem de Jonathan Richman, mascote do Velvet na adolescência, que assistiu a mais de 80 shows da banda (imagina isso!), com o artista que apadrinhou o grupo. Compleamente sem graça, Richman, que mais tarde fundaria os Modern Lovers e seguiria o legado do Velvet Underground, apresentou-se para Andy Warhol e disse que não entendia a arte dele. Andy sorriu e respondeu: “Entende sim”. O filme ainda não tem data de exibição.
Depois de muito mistério, Ariana Grande começa a revelar Positions, o sucessor do ótimo Thank U, Next ao mostrar o clipe da ótima faixa-título, revelar sua capa e o nome das músicas (abaixo), além da data de lançamento, no próximo dia 30. Com participações de Doja Cat, Ty Dolla $ign e The Weeknd, Positions parece almejar a um patamar ainda mais alto rumo ao topo do pop – e ela não mede escala ao se colocar na cadeira de presidente dos Estados Unidos – enchendo seu gabinete com parentes e amigos – na semana da eleição norte-americana.
Começou bem.
“Shut Up”
“34+35”
“Motive” (com Doja Cat)
“Just like Magic”
“Off the Table” (com The Weeknd)
“Six Thirty”
“Safety Net” (com Ty Dolla $ign)
“My Hair”
“Nasty”
“West Side”
“Love Language”
“Positions”
“Obvious”
“POV”
Sigo reconstituindo a história do jornalismo que cobre música no Brasil chamando uma das desbravadoras da música eletrônica no país, que, com seu trabalho, ressignificou o papel do DJ na cultura brasileira e ultimamente vem discutindo a participação da mulher no mercado da música. Claudia Assef começou no jornalismo diário e aos poucos foi se especializando em determinadas áreas, bem como flertando com diferentes formatos de jornalismo, indo da curadoria ao livro (e ela já escreveu três!), passando por revistas, blogs, festas e conferências. Nesta terceira edição do Jornalismo-Arte, ela também se lembra de sua entrada no mundo da música e especificamente da música eletrônica, sua estada em Paris, sobre a falta de mulheres neste meio e como ela descobriu o primeiro DJ da história do país.
Eis o trailer de Mank, primeiro filme de David Fincher desde 2014, que, a partir de um roteiro deixado por seu pai, Jack, conta a história do roteirista de Cidadão Kane, Herman J. Mankiewicz. O filme estreia em alguns cinemas do planeta em que irresponsáveis acham que é tranquilo abrir salas de projeção no mês de novembro e chega aos streamings de todo o mundo no dia 4 de dezembro.
E pela estrutura do trailer, o filme parece recriar a estrutura do filme original de Orson Welles que é o assunto central de Mank. E além de vermos o fantástico Gary Oldman como o personagem-título, ainda temos cenas de Charles Dance como William Randolph Hearst e de Amanda Seyfried como sua amante Marion Davies. Mas nada ainda do Orson Welles vivido por Tom Burke…












