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Jornalismo

Escrevi na CNN Brasil sobre a ousada e bem-sucedida tentativa de Steven Spielberg de refilmar Amor Sublime Amor (meu musical favorito), de Robert Wise e Jerome Robbins, sessenta anos depois, mexendo pouquíssimo no texto original e com um par perfeito para viver esta versão nova-iorquina de Romeu e Julieta, o promissor Ansel Elgort e a novata arrebatadora Rachel Zegler. Continue

Em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil., conversei com produtores e empresários sobre a possibilidade de não termos Carnaval no ano que vem por conta da pandemia – a matéria tá aqui. Continue

Em mais uma colaboração que faço para o site da CNN Brasil, falo sobre o livro, a live e o show que acontecem neste fim de semana, quando os Barbatuques celebram o cinquentenário de seu fundador, Fernando Barba, que infelizmente faleceu no começo deste ano. Conversei com André Hosoi e Bruno Buarque sobre as homenagens realizadas a este jovem mestre que nos deixou tão cedo. Continue

Em mais uma colaboração para o jornal Valor Econômico, falei sobre a ótima fase que a HQ nacional atravessa, em conversas com o Douglas da Ugra Press, o Conti da Todavia, Saioneti do Catarse, Sidney Gusman da Maurício de Sousa Produções e Ivan Costa, da CCXP, além de falar com os autores do fenômeno Confinada, que agora chega às livrarias. Leia a matéria aqui.

Em mais uma colaboração para a CNN Brasil, falo sobre os mitos que foram derrubados – ou confirmados – pela série que os Beatles lançaram na semana passada. Continue


Foto: José de Holanda (divulgação)

“É minha música de batismo”, a percussionista Victoria dos Santos não cabe em si de felicidade ao lançar seu primeiro trabalho solo. Depois de tocar com um monte de gente, de Mateus Aleluia a Linn da Quebrada, passando por Ava Rocha, Jards Macalé, Drik Barbosa, Lenna Bahule, Curumin, Rodrigo Campos e Aláfia, ela finalmente coloca em prática sua própria carreira, lançando o single “Ave de Rapina”, que oficialmente sai nesta sexta, em primeira mão no Trabalho Sujo.

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Conheci Ana Passarinho quando fiz a primeira edição do Trabalho Sujo Apresenta na Unibes Cultural, em abril de 2019, no espetáculo Tempo Feliz. Convidei o trio reunido pelo vibrafonista Victor Vieira-Branco, com o baixista Fabio Sá e o baterista Sérgio Machado, e propusemos uma homenagem ao disco que Elizeth Cardoso gravou com o Zimbo Trio em 1968, e Ana foi uma das cantoras convidadas, ao lado de Ava Rocha e Negro Leo. Comecei a conversar com ela desde então e pude acompanhar sua transição da MPB tradicional rumo à eletrônica, ciclo completo nesta sexta, quando ela lança seu primeiro single, a deliciosa e hipnótica “Eclipse Total”, nas plataformas digitais, que ela antecipa em primeira mão aqui no Trabalho Sujo.

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O autor de hits dos anos 80 e 90 Bryan Adams também tem uma carreira como fotógrafo, coroada ao assinar o calendário 2022 da Pirelli, em que sugeriu falar sobre música e fotografou nomes como Kali Uchis, St. Vincent, Cher, Iggy Pop, Grimes e Rita Ora, entre outros. Escrevi sobre este lançamento em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil.

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Foto: Murilo Alvesso (Divulgação)

Neste domingo Benito di Paula completa 80 anos lançando seu primeiro disco com faixas inéditas em 25 anos, O Infalível Zen. Produzido pelo filho Rodrigo Vellozo ao lado do professor Rômulo Froes (e com o auxílio luxuoso dos bambas Thiago França, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Igor Caracas e Allen Alencar), o disco resgata ideias de canções que vinha trabalhando há décadas e mais outras tantas compostas há pouco, Conversei com os produtores e com o velho compositor em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil.

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A data certa seria 2019, quando o fanzine Midsummer Madness foi lançado originalmente, no Rio de Janeiro. Mas problemas no percurso adiaram a comemoração para 2021, ano em que o pioneiro selo indie carioca lançou suas primeiras fitas cassete, ainda como brindes do fanzine de papel, que deixou de ser publicado pouco depois para que Rodrigo Lariú passasse a se dedicar ao selo. De 1991 pra cá, ele já lançou literalmente centenas de artistas e discos que são não apenas marcos para a cena musical brasileira como pilares para a estética indie daqui, que apesar de difusa desde a virada do século, segue como uma das características mais peculiares do cenário independente brasileiro. A comemoração vem com três coletâneas em que Lariú reúne dezenas de artistas de seu selo em um vinil, um CD e uma fita cassete, cada um com uma seleção diferente de bandas e canções, que ele antecipa em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. Além da série 30 em 3, também pedi para que ele contasse um pouco sobre a experiência Midsummer Madness e sobre a coletânea, que ele relata abaixo – e em breve lanço o Tudo Tanto que fiz com ele por aqui. Continue