
(Foto: Bel Gandolfo/divulgação)
Uma felicidade encontrar todo o grupo Glue Trip na segunda segunda-feira da temporada que Zé Nigro está fazendo no Centro da Terra – exatamente na mesma semana em que a banda liderada pelo paraibano Lucas Moura começa a mostrar seu novo disco, Nada Tropical, que será lançado ainda neste semestre. Nigro foi o produtor do novo disco do grupo psicodélico, que depois de uma temporada urbana e eletrônica do disco Sea at Night, de 2018, retoma seu calor latino-americano em Nada Tropical, cujos trabalhos são abertos a partir desta quinta-feira quando o single “Lazy Dayz”, que foi arranjado por ninguém menos que Arthur Verocai, chega às plataformas digitais. O grupo antecipa a colaboração histórica em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, ouça abaixo: Continue

(Foto: Victor Caldas)
Conhecidos na cena musical paulistana por integrar o grupo Música de Selvagem e trabalhos com outros artistas, o trompetista Amílcar Rodrigues e o baterista Guilherme Marques reuniram forças e a experiência de quinze anos trabalhando com improviso livre num duo que mostra a cara pela primeira vez aqui no Trabalho Sujo, onde eles lançam em primeira mão o primeiro single do projeto chamado (i)miscível, que conta com a participação de Juçara Marçal na faixa “Experimento_14_17.17”. Assista abaixo: Continue

(Foto: Wendey Meyer)
Bons ventos do Rio trazem mais um disco promissor vindo do outro lado da Dutra. Raquel Dimantas toca baixo e synth nas bandas dos compadres Marcelo Callado e Thiago Nassif e está preparando o lançamento de seu primeiro álbum 8 Hits! para ser lançado este mês e dá o ar de sua graça em primeira mão para o Trabalho Sujo (assista abaixo), onde estreia o clipe do primeiro single, “Lunares”, que chega às plataformas digitais nesta quarta-feira. “Foram mil camadas e texturas adicionadas ao longo de três anos de produção, trabalhado junto com os três produtores Jonas Sá, Thiago Nassif e Bruno di Lullo”, ela me explica por email. “No início, imaginei que ele seria um álbum instrumental, mas ele foi ganhando novas formas, textos, cores e canais. Acredito que seja um disco de personagens – cada faixa tem um gosto.” E o primeiro gosto é justamente a lesada “Lunares”, que lentamente abre as cortinas deste espetáculo tropicalista à medida em que mostra o caminho torto e psicodélico para onde o disco vai. Continue

“Parece OK, pode ser que seja legal”, desliza Lau e Eu no refrão de “OK, Legal”, primeiro single de seu novo trabalho, que tira a melancolia da fase anterior para abraçar uma groovezeira perfeita para esse calor do verão de 2022. “Lembro de uma conversa que tivemos em 2019 numa sorveteria em Perdizes que eu havia comentado que tava entrando em uma vibe R&B, e soul”, ele me explica por email a partir de um papo que tivemos sobre shows no Centro da Terra em 2020. “Essa nova onda começou com a paixão por gêneros e artistas mais groovantes, mas por outro lado já fazia um tempo que não tava mais curtindo os temas e as repetições das minhas composições. Precisava dar férias a esse ‘eu adolescente’ que escreve músicas tristes”, explica, antes de mostrar a música nova, que será lançada nesta sexta, em primeira mão aqui no Trabalho Sujo.
Ouça abaixo. Continue

Foto: Mariana Garcia
O indie-mor Fabio Bianchini, guitarrista do clássico Superbug, recepciona esse não-Carnaval com a marchinha twee “Carnaval de Novo”, que ele lança com seu nome solo Gambitos em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. “‘Carnaval de Novo’, na real, é uma música de carnaval que não sabe o que vai ser do carnaval, né?”, ele me explica por email. “A gente tá botando ela na rua, é sexta de manhã e ninguém sabe ainda o que vai ser do sábado aqui em Florianópolis, imagino que em mais um monte de lugar também esteja assim.” Ouça abaixo. Continue

“Uma música de acolhimento”, é assim que Fernanda Takai define “Amor em Tempos de Cólera”, parceria que fez à distância com Virginie Boutaud, ex-vocalista do Metrô. A música foi composta pelas duas antes da pandemia, mas só foi lançada em 2020, no álbum Será que você vai acreditar?, à sombra dos dias pesados que ainda atravessamos, e funciona como um raio de sol nesses dias tão tristes (mesmo com seu climinha de chuva). E agora ela ganha um clipe que estreia em primeira mão no Trabalho Sujo (assista abaixo). “Finalmente temos imagens que celebram a inédita parceria que fiz com Virginie”, comemora Fernanda. “A canção foi feita à distância entre Belo Horizonte e Saint Orens no fim de 2019 e lançada em julho de 2020 e o diretor Rodolfo Magalhães nos cedeu imagens que ele fez em sua terra-natal, Muzambinho, em Minas Gerais, enquanto Dudi Polonis editou e animou de forma muito poética. Acho que o vídeo conseguiu trazer toda a suavidade da composição que tenta ser um abraço nesses tempos brutos em que vivemos”. Fernanda lança finalmente o disco de dois anos atrás ao vivo neste fim de semana, quando se apresenta nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro no Sesc Vila Mariana (mais informações aqui).
Assista ao clipe aqui. Continue

Em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil, falo sobre como Salvador atravessa mais um ano sem Carnaval e o impacto disso na transformação cultural da cidade, quando converso com Goli Guerreiro, Pérola Mathias, Luciano Matos e Roberto Barreto, do BaianaSystem, que acaba de lançar um manifesto musical sobre este momento. Continue

Desta vez, no meu programa semana de música brasileira, convido-os para um papo com o mestre Fabio Golfetti, (https://fabiogolfetti.bandcamp.com/) o homem Violeta de Outono (https://violetadeoutono.com/), e a gente repassa a história desta que é uma das bandas psicodélicas mais importantes da história do Brasil, dissecando diferentes fases e discos, além de falar dos projetos paralelos do guitarrista, como Glisando Spirit e sua entrada no clássico grupo Gong, que o levou para a Inglaterra para uma turnê de 27 datas em 28 dias, onde ele realizou a entrevista. E ele também lembra do que fez neste período da pandemia e conta o que irá fazer com sua clássica banda depois de voltar ao Brasil.
Assista aqui. Continue

A pernambucana radicada em São Paulo Bruna Avellar segue materializando seu projeto solo de synthpop Eerie Please, que lançou seu EP de estreia, Lover’s Eye, no final do ano passado. Desta vez ela mostra o primeiro clipe do disco, da faixa “Spark”, que ela antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo. “Recentemente escreveram que o meu EP capturava o momento em que o seu eu adolescente está no meio de um auditório, sob as luzes de um globo de festa, e a pessoa que você ama estende o braço para você, com os olhos brilhando”, ela explica como essa acabou alimentando o imaginário deste primeiro vídeo, em que a canção embala o ouvinte entre um transe hipnótico e um sonho sintético, ecoando beats e texturas dos anos 80. “Acho que o vídeo é um pouco como dançar sozinha no quarto enquanto sonha com outros momentos”, conclui, lembrando a própria natureza solitária de seu trabalho.
Assista abaixo. Continue

Antecipada em primeira mão para o Trabalho Sujo, segue abaixo a capa de To Burn or Not to Burn, coletânea que reúne diferentes remixes feitos por produtores de música eletrônica para a faixa de mesmo nome que o mutante Arnaldo Baptista lançou em seu disco mais recente de estúdio, Let it Bed, de 2004. O disco, que será lançado nesta sexta-feira nas plataformas digitais, reúne diferentes abordagens para a mesma faixa e os 16 remixes ficaram a cargos de nomes tão diferentes quanto Tata Ogan, Zopelar, L_cio, Magal, Tetine, Flu, entre outros. Continue