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Jornalismo

Dei um toque no Marko pra ele ampliar umas capas do Iron Maiden usando esse recurso da inteligência artificial e ele se empolgou: fez várias de discos de metal dos anos 80.

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Encerrando a programação do Centro da Terra em maio, nesta quarta-feira exibiremos mais um filme graças à parceria com o festival de documentários In Edit, cuja 15ª edição acontece no mês que vem. E o objeto deste longa de 2013 é o artista que o batiza: o filme de Marco Abujamra disseca a importância deste símbolo do século 20 no Brasil – autor, dramaturgo, compositor e ator, ele vive na cabeça de milhões de brasileiros graças às canções que compôs – sem que muitos nem sequer saibam quem é seu autor. O filme reúne depoimentos de velhos compadres e comadres como Lima Duarte, Beth Mendes, Nelson Sargento, Gracyndo Jr., Tony Ramos e Maria Beltrão, além de versões de poemas do autor musicadas por Lenine e Arnaldo Antunes. O filme começa a ser exibido a partir das 20h e os ingressos podem ser comprados neste link.

No meu programa de entrevistas sobre música brasileira Tudo Tanto converso com o músico e poeta Sylvio Fraga, um dos idealizadores doa gravadora Rocinante, que a partir do interior do Rio de Janeiro está mexendo com o cenário musical brasileiro, seja com os novos artistas que vem lançando (Erika Ribeiro, Bernardo Ramos, Ilessi, Marcelo Galter, Thiago Amud e Rafael Macedo), com os veteranos que já têm no catálogo (Jards Macalé, Letieres Leites, Nelson Angelo, João Donato, além de novidades que vêm por aí!) ou com o fato de também ser uma das únicas fábricas de discos de vinil no Brasil, que faz com que eles comecem a lançar LPs nacionais e internacionais que atualmente estão fora de catálogo. Conversei com o Sylvio sobre a jornada da gravadora e como foi colocá-la em prática durante o período pandêmico.

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Eu gosto quando a lógica da inteligência artificial segue um padrão mais naturalista, sem partir pro surrealismo, tentando manter a essência da capa do disco no contexto falso que ela mesma cria para esses ícones.

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Debutante

Casa lotada para assistir à primeira apresentação solo de Manuela Pereira, que misturou dramas da adolescência com o fato de ter participado de um reality show com canções que pintavam à medida em que as cenas surgiam. Epifanias Noturnas – O Show é, na prática, uma peça musical em que a atriz destila seus medos e inseguranças usando canções como veículo, com uma trilha sonora hábil para entretê-la no palco – ao mesmo tempo em que ela conecta-se com o público através da música. Tomara que entre logo em cartaz.

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E nesta última terça-feira de maio, quem encerra as atrações musicais no Centro da Terra é Manuela Pereira, com seu Epifanias Noturnas – O Show. A filha de Maurício Pereira já vinha desenvolvendo este quadro em sua conta no Instagram, sempre tratando questões que afligem uma jovem artista a partir de canções que puxava sozinha e desenvolveu com a amiga Helena Fraga uma apresentação para levar suas Epifanias Noturnas para o palco. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos já estão esgotados.

O compadre Caramuru Baumgarten viu meus posts sobre inteligência artificial expandindo capas de discos e me chamou num canto pra mostrar algumas que tinha feito.

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Assim, do nada, Letrux anuncia sorrateiramente seu terceiro disco: Como Mulher Girafa é produzido por João Brasil e chega pra gente no dia 30 de junho. Mais detalhes? Por enquanto, só isso…

Agora que abriu a porteira, já era: tem mais gente jogando capas de discos para serem expandidas por algoritmos designers. Separei umas que cogitam realidades estranhas demais para além das imagens que já conhecemos.

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E o Marko viu o post que fiz nesta segunda sobre a inteligência artificial esticando as bordas de discos clássicos brasileiros e resolveu fazer essa mesma experiência com discos estrangeiros, botando Led Zeppelin, Beatles, Miles Davis, John Coltrane, King Crimson, The Who, Patti Smith, Pink Floyd, entre outros, para ampliar seus horizontes visuais à base de inspiração robô.

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