
Na primeira noite do segundo fim de semana do Coachella, Sabrina Carpenter subiu o sarrafo e tirou onda ao chamar ninguém menos que Madonna para dividir o palco com ela, quando cantaram juntas “Vogue”, “Like a Prayer” e a inédita “Bring Your Love”, que pode estar no recém-anunciado novo disco da madre superiora, Confessions II, que será lançado em julho.
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A dupla Magdalena Bay anunciou há algum tempo que sua obra-prima de 2024 – o soberbo Imaginal Disk – tornaria-se filme, mas só agora cravou a materialização deste sonho, quando estreia seu longa, dirigido por Amanda Kramer, estreia na edição deste ano do festival nova-iorquino de Tribeca, que acontece no próximo mês de junho. “That’s my floor! I’m coming up to the party and I want more!”
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Morreu o maior nome do basquete brasileiro e um dos principais líderes no nosso esporte. Oscar foi cedo…

Lançada dias após a prisão em Londres de um de seus líderes por protestar contra o genocídio na Palestina, “Boots on the Ground“, a nova canção do grupo Massive Attack coincide em ser a primeira canção inédita de Tom Waits em quinze anos. “Um dia, há muitos anos, aceitei o convite do Massive Attack para colaborar”, escreveu Waits sobre o lançamento do single. “O longo atraso no lançamento nunca me preocupou. Hoje, como em toda a história da humanidade, é garantido que esse tipo de música nunca sairá de moda e que a tolice humana de cometer fracassos é um banquete para as moscas”, explicou antecipando que o grupo inglês ainda lançará o single em vinil chamado “The Fly”, que terá “Boots…” como seu lado B. O clipe ainda traz uma série de imagens maravilhosas do fotógrafo estadunidense @thefinaleye, que vem cobrindo protestos em seu país desde o assassinato de George Floyd aos protestos contra a milícia de Trump contra os imigrantes daquele país, mostrando que, mesmo que as tensões políticas do mundo pareçam pairar sobre a Europa, a América Latina, os países árabes e a Ásia Central, o pau anda comendo nos Estados Unidos há muito tempo… Detalhe: a música não está no Spotify.
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Além da vontade de ouvi-la só mais uma vez (e outra e outra), “Drop Dead”, primeiro single do novo disco de Olivia Rodrigo, me parece mais um cavalo de Troia do que uma amostra do que será seu novo álbum. Especificamente por não espelhar a tristeza presa em seu título: You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love, que traduz-se por “você parece bem triste para uma garota tão apaixonada” e, apesar de seu título (que pode ser traduzido livremente como “Morra”), a nova música vem carregada de uma felicidade rara nos discos anteriores de Olivia, fazendo-a literalmente dançar como uma princesa num palácio (e qual deles senão o mais famoso do mundo?). A impressão é que ela está empolgando seu público para uma descida emocional ainda mais profunda e dolorida que a dos outros discos, agora ciente que sua estatura como estrela pop ultrapassou as proporções do modismo passageiro. É como se, inclusive ao citar Cure e mostrar aparelhos do passado (o laptop e o fone de ouvido com fio) no clipe, ela tivesse consciência de que está fazendo seu primeiro disco clássico. E que época foda é essa que uma garota de 23 anos pode ter a disposição de fazer isso, diz aí…
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Enquanto esperamos o disco novo de Lana Del Rey, ela vem com uma inesperada música-tema para o agente secreto mais famoso da cultura pop dez anos de ter uma música recusada para um filme de James Bond (quando preferiram uma canção do açucarado Sam Smith para a trilha de Spectre, de 2015, em vez de uma dela – e do Radiohead, que liberou a sua de graça na internet à época). Não é a trilha do novo longa de 007 e sim de um videogame que conta sua vida pregressa à carreira oficial de espião britânico, mas Lana não deixa barato. Ancorada pelo mestre David Arnold, veterano das trilhas dos filmes recentes do agente, ela entrega a deslumbrante “First Light”, uma música-tema como há muito não fazem para o personagem.
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Essas imagens coloridas do Velvet Underground tocando de dia no Dallas Peace Moratorium no dia 15 de outubro de 1969 não são novas e foram descobertas em 2019. A novidade é que o canal de YouTube AnalogAnarchy99 pegou os três trechos de vídeo revelados então e os sincronizou com a gravação do show que o grupo fez na mesma cidade quatro dias depois. Ficou ótimo.
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O banco C6 e a produtora Dueto (que já fazem juntos o C6Fest) apresentam seu novo festival: C6 no Rock, que acontece nos dias 22 e 23 de agosto no Parque Ibirapuera, e cuja primeira edição é sobre rock nacional dos anos 80. O evento terá shows dedicados a discos clássicos do período e outros em homenagem a Cazuza e Rita Lee. Que acharam?

Depois de um vídeo rápido cheio de ruído e estática espalhado entre os fãs mais hardcore por fitas de VHS, os Boards of Canada acabaram de soltar um vídeo mais longo, menos barulhento e mais delicado, embora igualmente críptico, batizado de “Tape 05”. Ainda não sabemos se é uma música nova ou se é só mais um degrau de expectativa rumo ao próximo disco, que a gravadora deles, a Warp, já confirmou que está vindo aí…
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Sophia Chablau levou um gostinho de sua temporada Guerra no Centro da Terra para o Porão da Casa de Francisca nesta quarta-feira, quando mais uma vez, ao lado do baixista Marcelo Cabral e do baterista Theo Ceccato, passeou por músicas inéditas, recentes e novas parcerias, além de receber uma convidada mais que especial, quando chamou Ana Frango Elétrico ao palco. Antes disso, recriou a mesma dinâmica que fez nos quatro shows que tocou no Centro da Terra com essa formação: começou ao lado dos dois tocando músicas que nem título têm, chamou Cabral para o vocal para celebrar seu então prestes a ser lançado disco Ramal (cantando a excelente “O Herói Vai Cair”) e passou por músicas que gravou com Felipe Vaqueiro (a versão speed metal de “Quantos Serão no Final?” já tornou-se definitiva). Nessa sequência, ela seguiu pelo disco Handycam, só que dessa vez sozinha com sua guitarra, começando por “Cinema Brasileiro”, passando pela “Água Viva”, que compôs com Kiko Dinucci para o novo disco do guitarrista, e “Cinema Total”. Chamou a banda de volta ao palco e retomou o ritmo com “Venha Comigo”, que foi gravada por Dora Morelenbaum, e “Segredo”, antes de fazer uma longa introdução à convidada da noite. E com a ídolo e amiga Ana Frango Elétrico no palco, foram por “Insista em Mim”, uma primeira composição (outra inédita ainda sem título) que fizeram juntas, “Tem Certeza?”, “Delícia/Luxúria” e “Por Baixo do Pano”, levando o Porão – que estava lotado! – ao delírio final. O bis quase instantâneo veio com a primeira música da noite, a primeira das inéditas, que voltou ao repertório por insistência de Ana. Noitaça!
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