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Todo o show: Geese no Primavera de Barcelona (4.6.2026)

Começou o festival Primavera de Barcelona e bem no meio do show do Geese caiu um temporal da pesada que acabou por cancelar vários shows no primeiro dia do evento, entre eles os de Alex G, Mac DeMarco, Massive Attack, Doja Cat, entre outros, causando pela primeira vez, a sensação de que foi uma boa não ter ido ao festival este ano… A organização já anunciou que irá reembolsar os ingressos de quem quiser reembolso e avisa que nesta sexta-feira o evento segue normalmente. Assista abaixo a íntegra do show da banda de Nova York:  

E o melhor show do C6Fest de 2026 foi o de Cameron Winter

O melhor show do C6Fest 2026 foi a cereja da edição – e o melhor show do ano até agora. O líder do Geese, Cameron Winter, foi um dos nomes mais festejados quando anunciado e um dos primeiros a esgotar os ingressos do festival, além de ter ingressos disputados mesmo após terem sumido do mapa. Lógico que o fator “banda da vez” é um dos elementos cruciais para esse sucesso, uma vez que seu Geese está surfando uma comoção parecida com o que, em outras épocas, surfaram bandas tão diferentes quanto os Sex Pistols, o Nirvana e os Strokes, causando êxtase em seus contemporâneos de geração e desconfiança de quem não entendia todo aquele ímpeto. Some isso ao fato de que a carreira solo de Cameron é simultânea à carreira da banda e uma coisa não briga com a outra, só soma. E que em sua versão solo reduz seu trabalho a piano e voz. Lógico que o fator geracional é imprescindível: nascido em março de 2004, ele tem parcos 24 anos e sua banda é a primeira banda da geração Z a ganhar tanto hype, fazendo seus contemporâneos se reconhecerem em suas letras, música e atitude. Mas, mais do que isso, ele tem farta bagagem musical – tanto técnica quanto de repertório – e nem no Geese nem solo soa parecido com algo específico, misturando referências de forma virtuosa. Enquanto no Geese ele repassa a história do rock virando-a do avesso, sozinho ao piano vai no nascedouro da canção americana de câmara, aquele período entre a Broadway e o Brill Building, e mergulha como seu instrumento e voz – e que voz! – como se descortinar um labirinto sentimental no próprio espelho. Sem dirigir uma palavra ao público – a não ser um “obrigado” em portugues no final -, ele fez todos se silenciar e muitos se debulhar em lágrimas enquanto passeava por canções longas, épicas e sentimentais. De tirar o fôlego.

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O melhor do primeiro fim de semana do Coachella de 2026: Geese e Strokes zoando o Justin Bieber

Os renascidos Strokes também tocaram no Coachella neste fim de semana e além de tirarem uma onda por estarem abrindo por Justin Bieber, ainda mostraram que estão bem e que sabem fazer um showzão, mesmo que não estejam mais na flor da idade (cada geração tem a sua referência de rock clássico). Alguém falou em Primavera São Paulo? E, claro, teve Geese tamém que, pra variar, inseriu mais um cover na parte do meio de sua “2122” – e depois de meter Primal Scream, Stone Roses e Spacemen 3 nos shows que fez no Reino Unido, saudou o festival com uma versão de… “Baby” do Justin Bieber. Uma crítica mais sutil e bem humorada à principal atração do festival esse ano do que as reclamações dos Strokes.

Asssita abaixo:  

Geese ♥ Spacemen 3

Não deu outra: depois de homenagear o Primal Scream em Glasgow e os Stone Roses em Manchester, o grupo-sensação nova-iorquino Geese celebrou suas influências inglesas quando chegou à capital do Reino Unido, nesta quarta-feira. Como fez nas apresentações anteriores, o grupo liderado por Cameron Winter aproveitou a pausa estratégica em seu épico “2122” para cutucar o nerdismo musical do público que lotou o Apollo londrino ao pinçar “Come Down Easy”, penúltima faixa do segundo disco dos psicodélicos Spacemen 3. Eles não dão ponto sem nó.

Assista abaixo:  

Geese ♥ Stone Roses

E o Geese tá fazendo a Dua Lipa – tocando canções das cidades que passa – em sua passagem pelo Reino Unido, hein? Depois de meter um hit do Primal Scream ao se apresentar na Escócia, agora foi a vez de saudar Manchester, espremendo o groovezinho de “Fool’s Gold” dos Stone Roses no meio de sua “2122” no show que fizeram nesta terça no Victoria Warehouse. E todo mundo sacou seu celular pra registrar o momento e espalhar para o resto do planeta. É massa ver o hype crescendo ao redor de uma banda que o faz por merecer…

Assista abaixo:  

Geese ♥ Primal Scream

Sexta passada o Geese tocou em Glasgow, na Escócia, e para saudar os locais, puxou a clássica “Movin’ On Up” do Primal Scream no meio de sua “2122”. Olha que beleza…

Assista abaixo:  

Música nova do Geese!

“Eu vou pra Lua e você vai comprar a passagem, porra!”, esbraveja Cameron Winter quase no final do mantra motorik “Apollo”, canção novíssima que estrearam neste domingo, quando tocaram no Astra Kulterhaus, em Berlim, na Alemanha, como parte de sua turnê europeia. O krautrock “Apollo”, única canção do bis desta noite, é a primeira música inédita a invadir o repertório da banda desde que o quarteto de Nova York afunilou seu setlist ao redor do disco Getting Killed, dos grandes acontecimentos fonográficos do ano passado. Eles já têm falado em entrevistas que têm material pra lançar um outro disco se quiserem e pode ser que eles tenham finalmente decidido começar a experimentar esse novo material ao vivo. Vai ser foda acompanhar isso…

Assista abaixo:  

Todo o show: Geese ao vivo no Bataclan em Paris (6.3.2026)

Falei da passagem do Geese por Paris na sexta passada e pintou o vídeo da íntegra do show que eles fizeram naquela noite no Le Bataclan. É tão bom voltar a ver uma banda crescendo online, com os fãs despejando tudo que conseguem sobre eles na internet… Acho que desde os Arctic Monkeys que isso não acontece com uma banda indie desse jeito. E que banda!

Assista abaixo:  

Geese na passarela

E a guitarrista do Geese Emily Green estreando na passarela como convidada do desfile de outono da Givenchy na Semana da Moda de Paris, no Chateau de Vincennes nessa sexta-feira? Logo depois o grupo nova-iorquino tocou no antológico Le Bataclan.