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Game

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Rainbow Road

O que ele não explica é se ele vai estar na trilha sonora da Rainbow Road de verdade, no final de tudo…

M.I.A. + Sonic

Essa eu confesso que tinha na manga, mas nunca tinha me empolgado em usar. Mas é boa. Boas cartas, Tomás começou com estilo, gana – mais do que a carta inicial dos t-boys, que já têm adeptos à solta. Além da Bia, que deu início à resposta feminina às nossas t-girls, já entraram no jogo a Fernanda e a June.

E a Luíza amiga da Bia tem razão ao dizer que “onde já se viu reclamar logo da primeira carta?”, resumiu, antes de emendar, que “acho que eles não viram mulheres irritadas”. Eu posso falar por mim: já tive a minha cota e falei na maior sincera, coração aberto, sem rancor, pelo puro fair play. Não precisava vir com uma enxurrada de cartas num mesmo post (esse jogo não é buraco! Ninguém nunca vai bater :P), é só ir tocando na maciota, mais pelo jogo do que pela vitória. “No fim”, já dizia um pós-intelectual na virada do milênio, “quem ganha é a pista”.

E dica de internete pros t-boys. Quando for tag em blog e em tumblr, tudo bem manter o hífen, mas quando forem tuitar, juntem o nome numa mesma palavra, sem hífen, e com a hashtag. Assim: #tboys. O hífen desregula a busca no site. E se quiserem seguir um padrão, ponham o nome do cabra, o sinal de mais e o que tem na estampa da camisa que ele tá usando.

E, parabéns, a resposta foi melhor do que eu esperava (no entanto, não esperem t-boys repostados por aqui…).

Games retrô

Estou colaborando com outros cadernos do Estadão, onde trabalho. Sempre que me pedem, arrumo um texto sobre o universo do Link para outros cadernos – e vou, como faço com meus textos no Link, republicando por aqui. Quem chamou desta vez foi o caderno Metrópole, que fez uma matéria sobre revival de games. A minha análise segue a seguir:

Games complicados obrigaram os fãs a voltaraopassado

Aos 40 anos de idade, o cinema começava a ser uma indústria. O som gravado, também. Os games, no entanto, não levaram tanto tempo.Entre a criação do primeiro videogame (Spacewar!, em1961) e a comercialização do primeiro jogo (Pong, em 1972) passaram-se apenas 11 anos. E, em menos de 10 anos, o Atari transformava os games primeiro numa novidade, depois numa febre e, finalmente, numa indústria.

Esse mercado seguiu crescendo de forma assustadora. Na década seguinte, os jogos ganharam imagens e narrativas complexas e deixavam de ser simples e intuitivos.

Com isso, a indústria criou um fã de games xiita e intransigente, que carregava todo o estereótipo negativo do termo “nerd” – antissocial, passivo, sem amigos. E, sem querer, abandonou o público que não queria aprender golpes complicados nem ver monstros em altíssimas definição – só queria se divertir com um controle na mão.

E foi esse público que começou a resgatar os antigos jogos, graças a programas chamados “emuladores” – que, como o nome entrega, recriavam os ambientes digitais frequentados por quem era criança ou adolescente nos anos 80. Enquanto o mercado apostava na sofisticação e na dificuldade, os próprios fãs de games voltaram à simplicidade lúdica de jogos como Pac-Man, Tetris, Prince of Persia, Zelda e Super Mario por conta própria.

E assim anteciparam a grande revolução dos games da primeira década do século 21, que foi o resgate do videogame como mera diversão – tendência que começou com o Wii da Nintendo, passou pelos jogos causais lançados para celular e culminou com a chegada dos games sociais em sites como Facebook. Videogame, afinal, é só uma brincadeira.

Bem feito se o que você mais espera da vida é um videogame.

É muito tempo livre…

Agora sim temos um rival à altura do Blanka

A idéia é do Galvão Institute.

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Lost x Nintendo

O designer norte-americano Adam Campbell criou esse jogo de mentira em seu Flickr.