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Vinteonze: Uma dimensão paralela onde tudo é legal o tempo todo

Sobrevivemos à festa de 15 anos do Trabalho Sujo para falar dos shows de Arthur Verocai e do casal Dean & Britta, de uma geral na Virada Cultural 2011 (além de dicas para melhorar este conceito – e de graça, hein prefeitura!), Lima Barreto, “Revolution 9” ao vivo, Santiago, subcomandante Marcos, Fringe e Michael Chabon (Maps and Legends e The Yiddish Policemen’s Union são os livros referidos), tudo ao som da mixtape I Can Hear the Sounds You Don’t Remember, que o Bruno Morais fez para distribuir na supracitada festa, disponível para donwload no site da Dani. Ouvidos à obra.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0005“ (MP3)

E Fringe, hein?


“First people” no lugar de “Paralell Universe”: gênio

Não é só Lost que embica pro fim: semana passada teve a primeira parte do último capítulo da série do doutor Walter Bishop e, na realidade de lá, tudo melhorou. Realidade paralela militarizada, pesada, estátua da liberdade coberta de cobre, EUA com estados a menos, Obama no West Wing e uma máquina do fim do mundo que parece ter sido uma colaboração dos sonhos entre Jack Kirby e Moebius. Alienígenas tiraram a paranormalidade dos humanos, isso dito apenas en passant, sem vínculo direto com a história principal. Puro delírio paranóico – que mais você precisa pra uma ficção científica engatar? A segunda parte do episódio “Over There” (soa “Across the Sea”, não?), dirigida pelo mesmo Akiva Goldsman que esmerilhou na primeira, vai ao ar, nos EUA, nesta quinta. E eu acho que Fringe corre o risco de decolar de vez, com a saída de Lost do cenário.