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Entrevista

Em mais uma entrevista sobre música brasileira da série Tudo Tanto, tenho o enorme prazer de conversar com o mestre e chapa Maurício Pereira, que espanta a pandemia e a quarentena pra lá (como assunto) para focar em seus projetos para o ano 2021: três discos em parceria com três músicos de primeira, dois deles, seus filhos, Chico e Tim, e o velho comparsa Tonho Penhasco – e passa parte do papo explicando como este último mudou sua forma de cantar e de compor. E, claro, viajamos em sua trajetória, desde os Mulheres Negras até o clássico instantâneo Outono no Sudeste, seu disco mais recente.

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No Bom Saber desta semana puxo um papo com a querida Amanda Miranda, quadrinista e ilustradora em ascensão que está lançando seu quarto título, A Aparição, pela Ugra Press. No papo, conversamos sobre sua trajetória, suas influências e referências, além de falar sobre se reconhecer como artista, da máquina de moer carne das redes sociais e do estágio atual dos quadrinhos no Brasil.

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Conheço Rodrigo Gorky desde os tempos em que ele era só um jovem indie em Curitiba fazendo projetos pela internet e por todos estes anos pude acompanhar sua evolução como produtor musical pilotando projetos tão diferentes quanto o Bonde do Rolê, a Banda Uó e a carreira de Pabllo Vittar. Aproveito o Tudo Tanto da vez para conversar sobre esta trajetória e mostrar como ser um nerd de música pode lhe transformar num gênio do pop.

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O segundo volume dos Sambas do Absurdo que reuniu Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis num trio tão preciso já estava em processo de composição de forma remota mesmo antes da pandemia começar. “Rodrigo apresentou os sambas no início de 2019. Via whatsapp!”, ri Juçara. “Estávamos os três com agenda muito corrida e, durante o ano, nas brechas de tempo, Gui foi armando com Rodrigo os arranjos, que a gente só conseguiu sentar pra ouvir juntos em fevereiro de 2020.” Mas a partir da quarentena eterna que começou em março do ano passado, o trio seguiu o trabalho de forma ainda mais remota e finalmente começa a mostrar o novo disco, que deve ser lançado ainda neste ano, com o belo single “Ladeira”, que ainda conta com o baixo do Regis Damasceno.

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No Bom Saber desta semana, chamei minha comadre Kátia Lessa para discutir sobre estes dias tétricos que estamos atravessando, ela que, jornalista, nasceu em uma família formada por médicos, que a ajudou a entender o drama da linha de frente em primeira mão. Aproveito esse gancho para falar de sua quarentena e como ela vem lidando com esta crise a partir de diferentes pontos de vista.

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Mais um programa sobre jornalismo e música, desta vez convido o grande Guilherme Guedes, que conta como ele saiu da cobertura da política em Brasília para acompanhar artistas, shows e festivais, primeiro no blog Tenho Mais Discos Que Amigos, para depois chegar ao Multishow, onde apresenta o programa Experimente e ainda toca, por conta própria, o podcast Queijo Quente e uma série de entrevistas Quarta às Nove em sua conta pessoal no Instagram.

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Em mais um programa sobre identidade cultural brasileira, desta vez converso com o cantor, compositor e músico Cacá Machado, autor de livros sobre Ernesto Nazareth e Tom Jobim e professor do Departamento de Música da Unicamp, discorre sobre a importância do modernismo na criação desta identidade, o papel de Mário de Andrade neste momento, a diáspora africana e a invenção do samba, o colonialismo cultural até os dias de hoje e questões sobre nossa autoestima.

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A pandemia desfez os planos de todos os artistas no mundo, mas antes mesmo de ela começar, Filipe Catto recebeu as piores notícias que poderia ter imaginado. Entrou em um período de reclusão que lhe fez repensar sua carreira e sua vida e saiu deste em lives esparramadas, completamente entregues à sua emoção, sem se preocupar se ia passar vergonha ou arrasar. Na edição desta semana da minha coluna sobre música brasileira Tudo Tanto, conversamos sobre este ano transformador e como foi lidar com o luto e tirar o melhor de si a partir dele.

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Foto: Leticiah F.

“Na minha perspectiva, antes de chegar na cura tem todo esse processo horrendo de passar pela dor”, me explica por email, a curitibana Katze, que está lançando seu primeiro álbum, Fratura Exposta, nesta quinta-feira, que pode ser ouvido em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. Em algum lugar entre o rap, o trip hop, a música eletrônica, a canção e misticismo, ela surge com um trabalho firme, direto e, por que não, terapêutico. “O disco acaba é mais esse processo do que sobre a cura em si. A cura é o objetivo, mas o caminho é longo e o passo é lento”, ri. “Esse processo abarca minha persistência, quase inevitável, em me quebrar o tempo todo e aí lidar com as in-consequências. E aí o nome do disco vem nesse sentido quase literal: ao expor o que está quebrado, reconheço o que e onde dói e acolho o que sinto. então acredito que reconhecer a dor e seja o primeiro passo pra cura.” E suas canções sussurradas sobre beats introspectivos acabam funcionando como o ambiente para curtir – e superar – a dor.

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No papo do Tudo Tanto da vez, chamei o mestre Luiz Chagas para uma viagem no tempo que começa antes da primeira aparição dos Beatles, atravessa os anos 60 sob a sombra do quarteto de Liverpool, entre nos anos 70 entre a nata do rock brasileiro da época, vai para o Festival de Iacanga ao lado de Arnaldo Baptista, toca em trios elétricos – inclusive no Rio de Janeiro -, entra na primeira encarnação da Isca de Polícia ao lado de Itamar Assumpção, ao mesmo tempo em que escreve na Amiga e na Contigo, traduz livros do Bukowski, entre outros, para a Brasiliense, e gera a dupla de irmãos Tulipa e Gustavo Ruiz, que acompanhou literalmente desde o berço. Um papo incrível sobre guitarras, redações, bandas, shows lotados, roubadas e momentos inacreditáveis.

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